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Mês: janeiro 2014

Deus sabe o meu nome

Deus sabe o meu nome

Deus sabe o meu nome 1Jesus é o bom Pastor (João 10.11). Ele cuida com carinho de cada uma de suas ovelhas. Ele as conhece pelo nome e pelo seu modo de ser. Porque foi Ele quem as fez, por isso as conhece muito bem.   O nome de cada um de nós, como ovelhas do Senhor, é único, porque não há duas pessoas iguais. Até nisso o Senhor caprichou de tal maneira que não criou duas pessoas iguais, nem mesmo os gêmeos, são realmente idênticos. O nosso nome é a melhor música que podemos ouvir. Quando alguém pronuncia o nosso nome, gostamos muito, e não nos cansamos de ouvi-lo. É muito importante que zelemos pelo seu valor.

O Senhor nos chama pelo nome. Ele quer que cuidemos do nosso nome da melhor forma possível, porque somos cidadãos do Reino. Temos que testemunhar a respeito dele.  O Senhor chamou a Moisés pelo nome (Êx. 3.4); O Senhor chamou a Samuel (1 Sm 3.4); o Senhor chamou a cada um dos profetas, e cada um de nós. Porque um dia recebemos o chamado do Senhor para fazer parte do rebanho dos salvos e bem-aventurados, e para viver futuramente no paraíso de Deus.

O Senhor me chama pelo meu nome, para que eu ouça a Sua voz, para que eu siga os Seus caminhos, para que pregue a Sua Santa e bendita Palavra, para que prospere espiritualmente. Deus quer que eu ore intercedendo pelos doentes, pelos que necessitam de oração, para que seja uma embaixadora do Reino de Deus, e o apresente a todos quantos o Senhor mandar. Como embaixadora tenho que estar sempre pronta para representar o meu santo e bendito país celestial. Com a minha conversão ganhei o direito de ter um lugar no paraíso celeste juntamente com Cristo e com os salvos e bem-aventurados. A oportunidade é para todos que quiserem ir para o céu também; não há acepção de pessoas, pois, todas são convidadas. Basta cada uma decidir-se pelo caminho da salvação – que é Jesus Cristo.

Até as estrelas são contadas pelo Senhor, que as chama pelo nome (Sl 147.4). Se o Senhor chama as estrelas pelo nome, imagine como Ele nos chama também. As estrelas tem a função de brilhar no céu, enfeitando-o. Elas louvam a Deus com uma música especial criada por elas próprias. As estrelas são lindas no céu e testemunham a grandeza, a glória, e a santidade de seu criador. Cada qual com sua função. Nós temos a luz de Cristo, temos que brilhar onde quer que estejamos a nossa missão é testemunhar à grandeza, a glória, a santidade e o amor de Deus por todas as pessoas.

Graça e Paz!

Reverência

Reverência

Reverência 2“Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei” Jr. 29.12.

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” Jr 29.13

Moisés apascentava o rebanho próximo ao monte Horebe, quando viu ao longe uma sarça (árvore seca) com fogo ardente, mas a sarça não se consumia. Isto chamou a atenção de Moisés, então, ele se aproximou para ver aquela maravilha, mas antes que se aproximasse o Senhor se manifestou, e falou com ele. O Senhor lhe ordenou que tirasse as sandálias dos pés, porque o lugar onde estava pisando era santo. O Senhor quer reverência (respeito) ao seu nome santo.  “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio duma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia”./ “Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima?” “Vendo o Senhor que ele voltava para ver, Deus do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui!” “Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa”. Êx. 3.2-5.

O Senhor ordenou a Moisés que tirasse as sandálias dos pés, em reverência ao Seu Santo Nome e ao santo lugar onde Moisés estava. Porque os sacerdotes não podiam entrar nos átrios da casa do Senhor com sandálias nos pés. O lugar onde Moisés viu a sarça ardente era considerado templo de Deus, porque Deus estava presente ali. Há nesta passagem uma nítida exigência do Senhor que se tenha reverência onde nós cremos que Deus está presente. Como por exemplo, se na Igreja, nós cremos que o Senhor está ali, temos que tirar as sandálias (tudo aquilo que impeça uma maior comunhão com Deus, porque a terra ali é santa, o lugar é santo. A nossa reverência deve ser de tal modo observado que o testemunho fale alto às pessoas que nos visitam). Deus requer de nós toda reverência, todo louvor, toda honra, toda glória, toda dedicação, todo amor. A reverência é uma prática inquestionável em nossas vidas.

Tirar as sandálias é tirar tudo que possa nos atrapalhar na nossa comunicação com Deus, nosso louvor, nossa meditação, nossa leitura da Palavra, e em conseqüência manter uma vida plena de comunhão com Deus. Tirar as sandálias é tirar tudo que é material, que entrava o nosso crescimento espiritual. O material ocupa lugar material, o que é espiritual ocupa lugar espiritual. Deus é espírito e quer que seus adoradores O adorem em Espírito e Verdade (João 4.23).

Com as sandálias nos pés Moisés pisaria no que era santo, e não lhe era permitido entrar no templo com sandálias. Templo: onde o Senhor está presente, não importa o lugar, porque somos d’Ele vinte e quatro horas por dia, e não apenas quando oramos, ou meditamos, ou pregamos a Palavra. Somos d’Ele em todos os lugares que freqüentamos, em tudo que fazemos parte. Então, a pessoa precisa estar sem as sandálias da irreverência, da maledicência, do desamor, da falta de comunhão com Deus. Hoje, as pessoas pisam na reverência, no respeito, na disposição, que devem ao Senhor nosso Deus.  Quando há falta de testemunho, quando há negação da Palavra, quando uma pessoa não honra o nome do Senhor Jesus (Mt 7.23b), o estrago é muito grande para aqueles que precisam ouvir e aceitar o Senhor Jesus. O mau testemunho é uma tragédia (como uma bomba atômica) onde quer que ele aconteça.

Com os pés descalços as pessoas pisam com cuidado para não se machucar. Espiritualmente também é assim, sem as sandálias haveria mais reverência e mais disposição para o trabalho do Senhor. A pessoa livre das sandálias terá mais condições de se aproximar de Deus e orar confiantemente e ver as maravilhas que Moisés viu naquela sarça ardente. O Senhor continua na sarça ardente, continua ordenando que se tire as sandálias dos pés, isto é, tudo que impede o aconchego e louvor devidos ao Senhor nosso Deus. Mt 21.22 – “… e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis”. Em At 12.5 – “Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da Igreja a favor dele”. Todos os convertidos deveriam ter muita disposição para o trabalho do Senhor.

Todo servo do Deus Altíssimo precisa ter disposição para orar, ler a Palavra de Deus, meditar, visitar, pregar a Palavra àqueles que ainda não a conhecem e que necessitam ouvir, necessitam de uma oração, de uma palavra amiga. O Senhor continua na sarça ardente chamando cada um de nós, e ordenando que tiremos as nossas sandálias (preocupações com todos os acontecimentos do dia-a-dia) e que ouçamos o que Ele tem para nós. Para Moisés Ele ordenou que libertasse o seu povo da escravidão do Egito, e para nós a ordem é que libertemos o seu povo da escravidão do pecado. Moisés disse ao Senhor: “Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar” Êx 33.15. Nós também devemos pedir ao Senhor que se faça presente em todos os atos que vamos praticar. Se Ele não for conosco, nós também não podemos ir, porque não vamos conseguir nada. Precisamos tirar muita gente da escravidão do pecado.

O Senhor nos oferece segurança: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais Ele fará”. Sl 37.5.

“… só tu me fazes repousar seguro”. Sl 4.8b..

Graça e Paz!

Vida plena

Vida plena

Vida plena 1Mateus 6.25-34

“Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” / ”E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” Filipenses 4.6,7.

O medo, a ansiedade, a malícia (que vem da palavra mal, e causa dissabor a quem a ouve, e desagrado a quem a recebe, e raiva a quem se sente ofendido, e antipatia a quem a usa, portanto, não deve ser usada), antipatia, astúcia, inveja, superstição, síndrome do pânico, preocupação com alimento, vestuário, manutenção do nível de vida, e muitos outros quesitos que deixam a pessoa amarrada de pernas e braços, são frutos do desconhecimento da Palavra de Deus. O ser humano é por natureza um ser espiritual e preocupado. Se a pessoa não está com Deus, com Sua Palavra para guiá-lo pelo caminho da vida, ele sofre as consequências resultantes dessa falta em sua vida.

Deus, quando criou o ser humano, reservou um lugar para Si no coração/alma/espírito para a Sua honra, glória, poder. Através disso Ele conduz corretamente a vida de cada um, este lugar fica no centro do espírito humano, e é o controle de uma vida bem sucedida espiritualmente. Uma vida é próspera, quando o espírito está em paz com Deus, através da oração, meditação, leitura bíblica. Se o ser humano estiver de acordo com a vontade de Deus, ele tem uma vida totalmente conduzida e abençoada pelo Senhor. Daí todo sucesso de um servo do Deus Altíssimo, quanto à oração, meditação, leitura bíblica, visitação, comunhão com Deus e com os irmãos. A prosperidade espiritual é maravilhosa, porque a pessoa cresce no conhecimento da Palavra de Deus, e em seqüência usufrui dos frutos que virão daí. São frutos saudáveis, dignos de colecioná-los como testemunhas de uma vida frutífera e abençoada. A prosperidade espiritual a pessoa nunca perde, pelo contrário, ela aumenta mais e mais. É um tesouro guardado pelo Senhor Jesus.

Graça e Paz!

A Pedra

A Pedra

Pedra“Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular” Atos 4.11.

“Não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” Atos 4.12.

Jesus Cristo é a Rocha que conduz com segurança a todos que O aceitam como seu único e suficiente salvador pessoal. “Jesus é o Caminho, e a Verdade, e a Vida, ninguém vai ao Pai senão por Ele” João 14.6.

Jesus é a Pedra “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra angular; isto procede do Senhor” Sl 118.22.

“Assim diz o Senhor: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada; aquele que crer não foge” Is 28.16.

“Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como palha das eiras, no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha que encheu toda a terra” Dn 2.35.

Nesta passagem bíblica encontramos a Pedra (Jesus) agindo contra os ídolos, e transformando-os em palhas. A pedra se tornou tão grande, como uma grande montanha. Assim, é o Senhor Jesus frente aos ídolos e a tudo que colabora para que o ser humano desvie o rumo do verdadeiro louvor e adoração. No Velho Testamento encontramos referências a Jesus como sendo a pedra angular que fora rejeitada, como rocha (Êxodo 17.6) – O Senhor envia Moisés para que consiga água para o povo “… ferirás a rocha, e dela sairá água, e o povo beberá. Moisés assim o fez na presença dos anciãos de Israel”. Ferir a rocha – Jesus é a Rocha que foi ferida. Jesus estava presente ali como a Rocha que depois de ferida, verteria água – água viva, água da vida (Ap 21.6b).

O Senhor enviou Moisés novamente para providenciar água para o povo “Toma a vara, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e, diante dele, falai à rocha, e dará a sua água; assim lhe tirareis água da rocha e dareis a beber a congregação e aos seus animais” Nm 20.8.

“Falai à rocha…”. A Rocha (Jesus Cristo) foi ferida uma única vez. O Seu sacrifício foi único e suficiente. Ferir a Rocha – sacrifício realizado. Falar à Rocha – dirigir-se a Rocha (Jesus) com palavras, ações, pedidos, humildade, honestidade, para conseguir a água viva, água da vida.  “… aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” João 4.14.

“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” Dt 32.4.

“Não há santo como o Senhor; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus” 1 Sm 2.2.

“A ti clamo, ó Senhor; rocha minha…”. Sl 28.1.

“… para anunciar que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça” Sl 92.15.

“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt 16.18

Este versículo embasa a construção da igreja de Jesus. “Tu és Pedro” – Pedro significa: fagulhinha de pedra, pedrinha, grãozinho de areia. Cada um de nós é uma fagulhinha de pedra, pedrinha, grãozinho de areia. Juntos formamos o corpo de Cristo que é a Pedra. O nome de Pedro era Simão, e não Pedro. Ele passou a chamar Pedro quando Jesus lhe disse que ele era uma fagulhinha de pedra. ”Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” 1 Co 12.27. Uma pedra é composta de muitas fagulhinhas, muitas partículas ou grãozinhos de terra. Assim, o Senhor se comparou a uma Pedra. Pedra tão grande que se transformou numa Rocha. A Igreja de Jesus nunca poderia ter sido firmada sobre uma pedrinha, uma fagulhinha ou grãozinho de pedra, mas sim numa Rocha, que é Ele próprio. Ele é eterno.

“… e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” 1 Co 10.4.

“… edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” Ef 2.20.

Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será de modo algum, envergonhado” 1 Pe 2.6.

Graça e Paz!

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará

Conhecereis a verdade...“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” João 8.36.

Se analisarmos as pessoas, chegaremos à conclusão que são seres cheios de medos, malícia, fobia, superstição; tudo para eles causa terror, e uma religiosidade que não leva a nada. No primeiro empecilho que aparece, a pessoa naufraga nos problemas e na falta de solução para eles. Isto acontece com um grande número de pessoas.

Somente a Palavra de Deus (a Verdade) liberta uma pessoa de todos esses medos. A Palavra de Deus oferece segurança, amor, e a direção certa para uma vida de vitórias, primeiramente, espirituais, e em decorrência das espirituais vem às materiais.   A Palavra de Deus oferece respostas a todas as perguntas, ansiedades, dúvidas, e uma religião segura, que conduz a pessoa conscientemente para a vida eterna.

Quando uma pessoa começa conhecer esta Palavra maravilhosa, ela sente algo mudar dentro de si, isto quer dizer, que o Senhor começa tomar posse do lugar que Lhe é reservado dentro do coração/alma/espírito do ser humano. A pequenina semente que liberta é o Evangelho. Pequenina semente – porque se ouve uma pequenina mensagem, que com o tempo crescerá infinitamente. Plantada no coração/alma/espírito humano brotará forte e viçosa. Esta semente cresce, e se fortalece, tornando-se uma grande árvore, que vai dar muitos frutos. Esses frutos darão muitas sementes, que também brotarão, crescerão e darão continuidade ao crescimento do Reino de Deus.

Jesus disse: “… e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8.32. Ele estava alertando, que se a pessoa conhecer a verdade (Sua Palavra), ela ficará livre de todo medo, de toda síndrome do pânico, de toda fobia, de toda malícia (que torna uma pessoa extremamente antipática aos olhos das outras pessoas, além de ofender quem a ouve. A malícia vem da palavra mal, por isso é tão ruim fazer uso dela), de toda ganância (querer passar na frente de outras pessoas quanto ao poder material; tapear as pessoas para levar vantagem em tudo, achar-se superior a tudo e a todos); de toda insegurança que acompanha toda pessoa que se considera ateia; de toda desconfiança que leva as pessoas agirem de uma forma brutal, ignorante, perversa; de toda rebeldia com tudo e contra todos. Essa pessoa é pobre, miserável, cego, nu, surdo, mudo, quanto ao Reino de Deus.

Mas quando a pessoa conhece a Palavra de Deus ela é liberta de todos esses males que a acompanha, praticamente, desde o seu nascimento. Ela se torna mansa (acessível, amável, honesta, amorosa, tranquila, fiel, humilde), e bondosa para com todos que a cercam. A Verdade é o mais puro e sábio ensinamento que uma pessoa pode receber. É um ensinamento que oferece bem-estar a todos que o recebem, e no futuro a vida eterna juntamente com Cristo no paraíso celeste. Por isso que há paz e segurança, porque o futuro está garantido, não havendo necessidade de lutar por ele. Jesus já o fez.

Graça e Paz!

Razões para orar

Razões para orar

Conhecereis...“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á”. Mt 7.7

Oramos porque temos um relacionamento pessoal com Deus. Somos filhos de Deus (João 1.12). Todo filho tem comunicação pessoal com o Pai. Deus fala conosco através de sua Palavra, e nós falamos com Ele através da oração. Nós fortalecemos o nosso relacionamento com Deus através da leitura de Sua Palavra (onde encontramos respostas para todas as questões, e crescemos no conhecimento); da meditação (através da qual Deus nos envia Suas mensagens), da Oração (falamos com Deus), e do louvor (glorificamos a Deus, cantamos belos hinos). Devemos agir como o profeta, que disse: “Fala Senhor, porque o teu servo ouve” 1 Sm 3.10.

Se a pessoa se afastar da comunhão com o Senhor, esse relacionamento se rompe ou fica muito fraco. Daí, a pessoa afastada do Pai (gasta todo o seu tempo em coisas de nenhum valor, coisas inúteis ou coisas mundanas, que não levam a nada). Esse afastamento leva ao desencanto com a vida, à pobreza espiritual, revolta com tudo e com todos, e no final, à volta sem nenhuma herança espiritual – quando há retorno. Nem sempre há tempo para o retorno. Tempo perdido não volta mais. Por isso se chama herança, uma vez gasta ou desperdiçada, não há recuperação.

Oramos porque Deus nos ordena: “Orai sem cessar” (1 Ts. 5.17). Devemos orar continuamente, para que recebamos as bênçãos do Senhor. Precisamos de bênçãos vinte e quatro horas por dia, e não somente quando separamos um tempo para orar. A oração tem um efeito extraordinário e poderoso em nossas vidas. Tudo se torna mais fácil, mais correto, mais simples, mais abençoado. O resultado é tranquilidade, paz, amor, mansidão, dinamismo, compreensão e bem-estar. “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp. 4.6-7).

Oramos porque isto demonstra nossa posição sob as ordens d’Ele e a nossa dependência d’Ele: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda” (Sl 121.1-3). Sempre que nós nos dirigimos a Deus, nós olhamos para o alto, e nunca para baixo. Porque temos a certeza de que Deus mora nas alturas.  Assim diz o Senhor: “O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés…” Is. 66.1. Mas o Senhor acompanha cada passo, cada oração, daquele que O ama. Estamos sob as ordens do Altíssimo, porque nos sentimos protegidos e amados por Ele.

Oramos porque esta é uma forma de servir a Deus. O apóstolo Paulo escreveu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito” (1 Tem. 2.1-2). Há muitas interpretações erradas a respeito de servir. Deus é espírito, e importa que Seus adoradores o adorem em Espírito e Verdade (João 4.23). Sendo assim, devemos servir a Deus através da oração, súplica, intercessão, ações de graça, em favor de todas as pessoas, inclusive aquelas pessoas investidas de autoridade, para que a vida nos seja tranquila, mansa, paz.

Oramos porque a oração fortalece a nossa fé. Quando oramos estamos em comunhão com Deus, e isto nos fortalece a fé. Porque temos a certeza de que Deus nos ouve, responde, abençoa. É muito importante orar e depois ouvir testemunhos das bênçãos que o Senhor realizara naquelas vidas que apresentamos os problemas, e foram resolvidos, outros foram curados.

Oramos porque cremos no poder da oração: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16). A pessoa que ora é considerada justa porque um dia recebeu o Senhor Jesus como seu único e suficiente Salvador pessoal. Jesus torna a pessoa justa, porque Ele é justo. Quando uma pessoa se converte, o Espírito Santo de Deus passa a habitar dentro do espírito da pessoa, daí a pessoa orar no espírito.

Oramos porque Deus sempre responde de uma forma ou de outra: “E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, Ele nos ouve. E responde as nossas orações. E quanto ao que lhe pedimos, sempre teremos uma resposta. “ 1 João 5.14-15. Muitas vezes oramos rapidamente ou repentinamente, porque algo está acontecendo ou vai acontecer no momento e não temos muito tempo para orar, mas precisamos de ajuda. O Senhor nos estende a mão, e nós nos livramos dos perigos, ou algo imprevisto. Temos um Deus maravilhoso que sempre nos guarda, e nos livra dos mais sérios problemas.  Nós nos descuidamos, não prevemos perigos, mas Ele está no comando de nossas vidas. Oremos sempre ao Senhor nosso Deus.

“… e tudo quanto pedirdes em oração, crendo , recebereis” Mt 21.22.

Graça e Paz!

Gideão

Gideão

GideãoGideão trabalhava, malhando o trigo secretamente, por temor aos midianitas. O Anjo do Senhor apareceu para chamá-lo para livrar o seu povo dos saques dos midianitas. Gideão malhava o trigo no lagar, para pô-lo a salvo dos midianitas. O Anjo do Senhor lhe disse: “O Senhor é contigo, homem valente” Jz 6.12b. Gideão exclamou: “Ai, Senhor meu!” v.13a.  Reclamou ao Anjo do Senhor a respeito dos midianitas, que vinham, entravam em suas terras, e roubavam tudo que encontravam como: produto da terra, gado, ovelhas, bois, jumentos, deixando-os na miséria total. Gideão faz referência às bênçãos que seus pais contavam que Deus tinha feito no passado, quando foram libertos da escravidão do Egito, e os grandes feitos que o Senhor fizera ao seu povo.

Então, se virou o Anjo do Senhor e disse: “Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas…” Jz 6.14. Gideão argumentou: “Ai, Senhor meu! Com que livrarei Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.” Jz 6.15. Notamos na fala de Gideão que ele reconhece ser o menor na casa de seu pai, e que sua família é a mais pobre da região. Mas para Deus é assim que somos: os mais pobres e os mais necessitados espiritualmente. Sem a intervenção de Deus em nossas vidas, não realizamos nada, não vencemos luta nenhuma somos totalmente incapazes diante dele. Quando a pessoa reconhece a sua pequenez, a sua incapacidade diante de Deus, Ele começa a fazer a Sua obra. Não importava que Gideão fosse o menor da casa de seu pai, o que o Anjo viu foi a nobreza de Gideão em reconhecer que ele não tinha como lutar e vencer os midianitas. Então o Anjo do Senhor disse: “Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem” v.16.

Gideão se alegrou com a presença do Anjo do Senhor, mas não O reconheceu como o Anjo do Senhor. Pediu que o Anjo esperasse até ele preparar uma oferta e trazê-la. O Anjo aceitou e esperou até que Gideão voltasse. Somente depois que o Anjo aceitou a sua oferta, ele O reconheceu pela Sua atitude frente à oferta: “Estendeu o Anjo do Senhor a ponta do cajado que trazia na mão e tocou a carne e os bolos asmos; então, subiu fogo da penha (rocha), e consumiu a carne e os bolos; e o Anjo do Senhor desapareceu de sua presença” Jz 6.21. Gideão atemorizou-se ao reconhecer o Anjo do Senhor. “Viu Gideão que era o Anjo do Senhor e disse: ”Ai de mim, Senhor Deus! Pois vi o Anjo do Senhor face a face” Jz 6.22. Porém o Senhor lhe disse: “Paz seja contigo! Não temas! Não morrerás” Jz 6.23.

Para Gideão conseguir vencer a luta que estava por vir contra os midianitas, ele precisou seguir as ordens do Anjo do Senhor e destruir o altar dedicado a Baal (senhor, possuidor, ídolo adorado por muitos). Cortar em pedaços o poste-ídolo (deusa) era um objeto de madeira, ligada a Baal – Jz 3.7),  que estava junto ao altar, isto é, destruir os ídolos. Para Israel o Senhor, Possuidor era o Eterno, Deus único e Verdadeiro.

A pessoa tem ídolos em seu coração, e precisa destruí-los por mais arraigados que estejam. Muitas pessoas os possuem desde o seu nascimento transmitidos pelos pais, avós, família. E construir um altar ao Senhor nosso Deus, um altar que ocupa todo espaço existente em nossos corações, e deve estar totalmente voltado para este Deus maravilhoso, Deus eterno. Para o nosso Deus não há impossíveis (Lc 1.37). Qualquer luta a vitória é certa.

Depois que Gideão destruiu o altar de Baal e o poste-ídolo, e consagrou-se ao Senhor, ele seguiu tudo quanto o Senhor lhe ordenara, e venceu os midianitas. Com apenas trezentos homens venceu o exército numeroso dos midianitas.  Depois do livramento, Gideão foi solicitado pelo povo a estabelecer a monarquia hereditária, mas recusou-se a isso. “A derrota dos midianitas foi decisiva, e Israel gozou de Paz durante todo o resto da vida de Gideão” (O Novo Dic. Da Bíblia – vol. II – pág. 669).

Quantas vezes, nós também precisamos perceber a presença do Anjo do Senhor, e nos conscientizarmos a respeito das bênçãos que Jesus (O Anjo do Senhor) tem para nos oferecer. O Senhor nos ordena que deixemos os nossos ídolos, e nos entreguemos ao Senhor da Glória: “Vai nessa tua força…” e livra a tua vida das mãos daqueles que te conduzem erradamente, que te irritam, que tiram a tua paz, a tua tranquilidade, o teu bem-estar, a tua felicidade, o teu sossego, a tua comunhão com Deus. Tome uma decisão pelo Senhor Jesus (Anjo do Senhor), mude de vida. Uma vida livre de ídolos, abundante, abençoada, repleta de vitórias espirituais, de paz, de prosperidade espiritual. O Senhor diz: “… não te enviei eu?”. O Senhor nos enviou para que vençamos a batalha contra os ladrões espirituais da nossa fé, do nosso bem-estar. Gideão aceitou a ordem do Senhor. Fez tudo como o Senhor lhe ordenara. Primeiro destruiu os ídolos, em seguida foi guiado pelo Anjo do Senhor a uma vitória sem igual, registrada na Palavra de Deus. Depois da vitória Gideão viveu em paz o restante de seus dias.

No início Gideão achou que eram poucos os homens de guerra que o Senhor lhe enviara, mas o Senhor lhe ordenara assim.  Gideão venceu a batalha como o Senhor lhe disse e libertou o seu povo das mãos dos midianitas. O Senhor quis mostrar a Gideão que quem ganha a batalha é Ele e não o ser humano. Quando o Senhor está no comando de nossas vidas, nós não precisamos de um grande esforço para vencer a batalha diária. O Senhor é quem luta por nós.

Quais são os midianitas (ladrões) da nossa vida espiritual? Da nossa vida física? Da nossa vida material? Lutemos contra os atuais midianitas. Eles estão por toda parte, necessitamos da visita do Anjo do Senhor – Jesus Cristo.

Graça e Paz.

Gideão – A opressão dos midianitas

Gideão – A opressão dos midianitas

Gideão 2“Fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o Senhor; por isso, o Senhor, os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos” Jz 6.1.

Israel tinha como Senhor e Provedor o Senhor Deus. Deus era o Rei e cuidava de Israel zelosamente. Mas, quando Israel fazia o que era mal perante o Senhor, Israel era duramente castigado. Deus é extremamente bom para com seu povo, quando este faz o que é certo e anda na Sua presença, mas Ele cobra duramente quando o Seu povo se desvia atrás de ídolos, fazendo o que é mau aos Seus olhos.

Assim, Israel foi entregue nas mãos dos midianitas. O povo sofreu duramente por muito tempo com esse domínio. Cada vez que Israel semeava, cuidava das plantações, vinham os midianitas, acampavam, e destruíam o produto da terra, ovelhas, bois, jumentos, deixavam o povo na miséria total. Os midianitas eram tantos que pareciam gafanhotos, em tanta multidão, que não se podiam contar, a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra para a destruir (Jz 6.5).

“… Israel ficou muito debilitado com a presença dos midianitas; então, os filhos de Israel clamavam ao Senhor” Jz 6.6. O Senhor ouviu o clamor dos filhos de Israel, e disse: “Eu é que vos fiz subir do Egito e vos tirei da casa da servidão; e vos livrei da mão dos egípcios e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós e vos dei a sua terra” e disse: “Eu sou o Senhor, vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; contudo, não destes ouvidos à minha voz” Jz. 6.8b, 9,10

Israel tinha uma adoração pura, e uma teologia espiritual, que constantemente combatia por meio de líderes espirituais divinamente  erguidos contra as seduções religiosas que, apesar da luta arrastaram a massa do povo para a idolatria. Israel era um povo guiado, dirigido, defendido, protegido pelo próprio Deus Eterno. Deus era o seu Rei. Deus zelava com muito carinho do seu povo. Deus separou Israel para que fosse um povo diferente. Quando o povo se desviava dos seus santos e retos caminhos, arcava com as consequências. Geralmente, caíam na idolatria (Idolatria procura aviltar e materializar a consciência e a prática religiosas).

Quando o povo de Deus clamou, o Senhor ouviu (Jr 33.3; 29.13,14a) e preparou um jovem para que livrasse Israel do poder dos midianitas. O jovem era Gideão. O Senhor era com ele. Assim, Gideão derrotou os midianitas, e livrou Israel. Israel viveu em paz durante toda vida de Gideão.

Israel era o povo separado para ser o povo de Deus. Através dos tempos Israel se tornou composto por todas as pessoas que compõem o povo de Deus em toda face da Terra. Porque Deus é Espírito e todo aquele que é salvo por Jesus Cristo compõe o Israel espiritual. Se este povo cair na idolatria sofrerá os mesmos castigos que os primórdios sofreram. Os midianitas (ladrões) atuais roubam: a paz, a alegria, a felicidade, a honestidade, a comunhão com Deus, a vontade de orar, de meditar, de ler a Palavra de Deus, as boas decisões, a prosperidade espiritual, e o amor ao próximo. Os midianitas atuais são tão cruéis quanto aos de outrora. Eles devassam a vida de uma pessoa até o fundo da alma, deixando-a miseravelmente sem condições de viver. Somente Jesus vence essa batalha, essa guerra, e oferece de graça toda paz necessária para uma vida feliz e vencedora.

Graça e Paz!