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Mês: julho 2014

Espírito Santo, o Intercessor

Espírito Santo, o Intercessor

Espírito Santo, o intercessor 5Romanos 8.16-39.

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” Rm. 8.26.

Os profetas do Velho Testamento se referiam ao Messias, que Deus prometera ao Seu povo. O Messias viria e desenvolveria um grande e excelente ministério. Esse ministério teria um tempo determinado onde ocorreriam muitas curas de várias enfermidades, muitos sinais, muitos milagres, principalmente a salvação de almas imortais.

Jesus, o Messias (pessoa esperada ansiosamente, pessoa a quem Deus comunica algo de seu poder ou autoridade) prometido por Deus veio, e desenvolveu um grande ministério como foi profetizado no passado, e realizou o sacrifício na cruz do calvário, ressuscitou ao terceiro dia, apareceu aos Seus discípulos provando que Ele venceu a morte. Jesus foi assunto ao céu. “… mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles (discípulos), e uma nuvem O encobriu dos seus olhos” Atos 1.8,9.

Alguns dias se passaram e os discípulos estavam reunidos, quando de repente desceu do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu todo o lugar onde estavam reunidos. “E apareceram distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo, e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” At. 2.3,4.

Ali estavam reunidos diversos povos, línguas diferentes entre si. Mas cada um entendia a mensagem em sua própria língua. Não havia língua desconhecida do povo. Assim começou o Espírito Santo de Deus a agir diretamente em cada pessoa. Cada uma entendia a mensagem em sua própria língua, no seu modo de entender. Desde essa época o Espírito Santo de Deus entra no coração/alma/espírito de uma pessoa e se comunica com ela de acordo com o entendimento que possui e seu  modo de ser.

Mas a pessoa necessita querer que isso aconteça, e que ela convide o Senhor a entrar no seu coração e fazer nele morada. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo” Apoc. 3.20. O Espírito Santo de Deus tem feito maravilhas na vida da pessoa. Desde a conversão que salva a alma imortal de uma pessoa para a eternidade; muda a vida dessa pessoa da noite para o dia; recupera viciados dos mais variados tipos; levanta os caídos no lamaçal do pecado; liberta os cativos de Satanás; repreende a depressão que mata espiritualmente uma pessoa; enfim, o Espírito Santo de Deus tem agido, tem mudado o rumo do mundo incrédulo que nos cerca. Se não fosse assim, tudo estaria perdido.

“… Em todas estas cousas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as cousas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” Rm. 8.37-39.

Graça e Paz!

 

Jesus aparece a sete discípulos

Jesus aparece a sete discípulos

Jesus aparece a sete discípulosJoão 21.1-25

Depois de ter aparecido algumas vezes, Jesus manifesta-se aos discípulos junto do mar de Tiberíades; estavam juntos: Simão Pedro, Tomé, Natanael, que era de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu e mais dois dos seus discípulos. Simão Pedro disse que iria pescar, e os outros resolveram ir também. Saíram e pescaram durante toda a noite, mas nada apanharam. “Mas, ao clarear da madrugada, estava Jesus na praia; todavia, os discípulos não reconheceram que era Ele” v. 4. Perguntou-lhes Jesus: “Filhos, tendes aí alguma cousa de comer? Responderam-lhe: Não” v. 5. Então lhes disse: “Lançai a rede à direita do barco e achareis. Assim fizeram e já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes” v.6.

O discípulo a quem Jesus amava, reconheceu que era o Senhor Jesus, e disse a Pedro. Pedro correu cingir-se com a sua roupa e lançou-se ao mar. Os demais discípulos vieram no barco trazendo a rede cheia de peixes. Ao chegarem à margem viram ali umas brasas e, em cima peixes; havia também pão. Disse-lhes Jesus: “Trazei alguns dos peixes que acabastes de apanhar” v. 10.  “Simão Pedro subiu no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes; e, não obstante serem tantos, a rede não se rompeu” v. 11. Jesus convidou-os para comer, mas ninguém ousou perguntar-lhe: “Quem és tu?” Porque sabiam que era o Senhor.

“Veio Jesus, tomou o pão, e lhes deu, e, de igual modo, o peixe”. v. 13. “E já era esta a terceira vez que Jesus se manifestava aos discípulos, depois de ressuscitado dentre os mortos” v. 14. Os discípulos andaram, comeram, participaram de todos os sinais que Jesus fez, mesmo assim, eles não O reconheceram à margem do mar de Tiberíades. Jesus comeu com eles.

Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro se ele O amava, Pedro respondeu que sim, e que o Senhor sabia que ele O amava então o Senhor disse: “Apascenta os meus cordeiros” v. 15b; O Senhor Jesus perguntou pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele respondeu que sim, que o Senhor sabia que ele O amava então o Senhor disse: “Pastoreia as minhas ovelhas” v. 16b; O Senhor Jesus perguntou pela terceira vez: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro já impaciente respondeu: Sim, Senhor, tu sabes todas as cousas tu sabes que te amo. Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas” v. 17b.

“(21.15) A tríplice repetição que Cristo faz do pronome possessivo ‘meus cordeiros… ’, ‘minhas ovelhas… ’, ‘minhas ovelhas… ’, vv. 15, 16, 17 recorda a todos os cristãos que tem responsabilidade pelos outros, que as pessoas que se encontram sob seu encargo pertencem, antes de tudo a Cristo. Todos que tem a incumbência de ensinar, de orientar, de conduzir são simplesmente colaboradores a quem foi encomendado o cuidado das ovelhas de Cristo. Comp. Hb 13.20; 1 Pe. 5.3.  Nosso dever para com Cristo não deve depender da intensidade de nossos sentimentos, mas de nossa percepção do que Ele fez por nós”. (Bíblia de Estudo Scofield – pág. 990, 991).

A missão que o Senhor coloca em nossas mãos para realizar é muito grande e requer de nós: santidade, sabedoria, discernimento, adoração, amor, entrega, humildade, alegria, vigilância, renúncia, nos dispondo com atitude de servos uns dos outros, para que Ele confirme a obra de nossas mãos e, assim, sejamos verdadeiros cristãos, irrepreensíveis e incansáveis na luta, firmes na fé e vitoriosos por Cristo Jesus.

“… logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” Gl. 2.20.

Graça e Paz!

A incredulidade de Tomé

A incredulidade de Tomé

A incredulidade de Tomé 1João 20.24-31.

Tomé era um dos discípulos de Jesus que não estava junto com os demais, quando Jesus apareceu. Quando Tomé chegou, os demais lhe contaram: “Vimos o Senhor”. Mas ele respondeu: “Se eu não vir em suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o meu dedo, e não puser a minha mão no seu lado, de modo algum acreditarei” v. 25. A incredulidade de Tomé levou-o a duvidar da ressurreição do Senhor Jesus. Ele necessitava ver para crer.

Muitas pessoas ainda são assim. Necessitam ver sinais para crer em Jesus. Com a vinda do Espírito Santo de Deus é impossível a pessoa vê-lO fisicamente. Ela necessita crer, sem ver. Se nós sabemos que o vento existe, mas não o vemos, apenas o sentimos em nossos corpos, ou no movimento das folhas de uma árvore, sabemos também que o Espírito de Deus age em nosso meio, em nossas vidas. Transforma-as dia após dia sempre para melhor. A pessoa que aceita o Espírito Santo de Deus em seu coração/alma/espírito, nasce de novo. É um nascer espiritual, e é para a eternidade, porque Deus é Eterno.

Oito dias mais tarde os discípulos estavam reunidos, e Tomé estava com eles. “Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” v. 26b. E logo disse a Tomé: “Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega também a tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente” v. 27. Jesus chama a atenção de Tomé para que creia e não duvide. Tomé respondeu: “Senhor meu e Deus meu!” v.28. Disse-lhe Jesus: “Por que me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” v. 29. Todas as pessoas que vieram depois dos discípulos, que se converteram e creram no Senhor Jesus, creram sem vê-lo, porque  Jesus foi assunto ao céu, e ninguém mais teve oportunidade de vê-lo fisicamente. Mas Ele enviou o Consolador que é o Seu Espírito Santo.

Jesus fez muitos outros sinais que não estão escritos aqui no Evangelho de João. O apóstolo João disse que Jesus fez tantos sinais, que se fossem todos relatados, não caberiam no mundo os livros que resultariam desses relatos. Jo. 21.25. “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”v. 31.

“Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” Apoc. 2.10b.

Graça e Paz!

Jesus aparece aos discípulos

Jesus aparece aos discípulos

Jesus aparece aos discípulos 4João 20.19-29.

Jesus ressuscitara de manhã, no primeiro dia da semana. Logo à tarde, os discípulos estavam reunidos, com as portas trancadas, pois eles estavam com medo dos perseguidores. Esses perseguiam duramente os adeptos de Jesus. Aí “veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” v. 19b.

Jesus identificou-se mostrando aos seus discípulos as mãos e o lado feridos. “Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor” v. 20b.

Jesus disse-lhes novamente: “Paz seja convosco!”. “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” v. 21. “E havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos” vs. 22,23. O Senhor Jesus desejou aos discípulos: Paz. Jesus é a Paz que todos precisam e devem buscar para o seu próprio bem estar, sua tranquilidade, vida cheia de bênçãos, de prosperidade espiritual, e em decorrência dessa prosperidade também a prosperidade material. Jesus soprou para que os discípulos recebessem o Espírito Santo, porque seria Ele que iria permanecer juntamente com cada um deles, e através dos tempos com cada um dos convertidos. Jesus sopra em todos igualmente, mas depende de cada um receber ou não o Santo Espírito de Deus.

Somente o Espírito Santo pode trazer uma pessoa ao arrependimento de seus pecados, e se converter ao Senhor Jesus. O sopro que recebemos de Jesus é o momento em que recebemos o Espírito Santo dentro do nosso coração/alma/espírito. Daí a maravilha de sermos feitos filhos de Deus. “Mas, a todos quantos O (Jesus) receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no Seu nome” João 1.12.

Quando Jesus caminhava fisicamente aqui, os perseguidores podiam persegui-lo, julgá-lo, condená-lo, matá-lo. Mas frente ao Espírito Santo de Deus é impossível aos perseguidores: persegui-lo, condená-lo, matá-lo, pois tudo mudou com a nova situação. A condenação veio sem que eles tivessem percebido ou perceberam e não puderam mudá-la. A maior parte deles ainda espera a vinda do Messias, realiza os rituais do Velho Testamento, e não aceita o Senhor Jesus.

Uma pequena parte desses judeus perseguidores converteu-se ao Senhor Jesus, e passou a gozar das bênçãos prometidas por Ele (Jesus). O Evangelho de João relata muito sobre os judeus que não aceitaram Jesus como o Messias, e ainda esperam a Sua vinda. Mas muitos judeus aceitaram, creram, e salvaram suas almas imortais. O Espírito Santo de Deus continua agindo em todos os corações que O querem em suas vidas. Para isso não há acepção de pessoas. Todos são iguais perante Deus. “Deus é Amor” 1 João 4.8.

Jesus disse: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” Lc. 24.39.

Graça e Paz!

A ressurreição de Jesus

A ressurreição de Jesus

A ressurreição de Jesus 3João 20.1-18

Assim como estava escrito no Velho Testamento que o Messias viria, faria um grande ministério, com muitas curas a diversas enfermidades, muitos coxos andariam, surdos ouviriam, endemoninhados eram libertados de o poder de Satanás. O Messias havia de ressuscitar de entre os mortos, e ressuscitou ao terceiro dia, ou seja, Ele venceu a morte. No primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro a fim de levar aromas para ungir o corpo de Jesus, mas o grande problema seria quem removeria a pedra para ela entrar?

Para grande surpresa dela ao chegar próximo ao sepulcro avistou a pedra já removida e a porta aberta. Ela ficara assustada, amedrontada, mas entrou para ver o que havia acontecido ao corpo do Senhor Jesus. Voltara rapidamente e foi ter com Simão Pedro e com outro discípulo, a quem Jesus amava. Ela disse: “Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram” v.2b. Saíram correndo para chegar rápido ao sepulcro. Ao chegar constataram que o Senhor Jesus não estava lá. Viram o sepulcro vazio, os lençóis no chão e o lenço que cobria a face do Senhor estava ao lado, então, viram e creram. Eles ainda não tinham compreendido a Escritura, porque havia necessidade da ressurreição do Senhor primeiro. Voltaram para casa maravilhados.

Jesus ressuscitou de manhã cedo no primeiro dia da semana, logo apareceu a Maria Madalena. Ela permanecia à porta do sepulcro, chorando. De repente ela “viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus fora posto, um à cabeceira e outro aos pés” v. 12b. Eles lhe perguntaram por que ela chorava. Ela justificou que haviam levado dali o seu Senhor e que ela não sabia onde O haviam posto.

Quando Maria Madalena disse isto, olhou para trás e viu Jesus em pé, mas não reconheceu que era Jesus. Jesus lhe perguntou por que ela chorava, e a quem ela procurava. Ela pensava que era o jardineiro ou qualquer outra pessoa que passava por ali, disse: “Senhor se tu o tiraste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei” v. 15b. Mas o Senhor Jesus lhe disse: “Maria! Ela voltando-se, lhe disse, em hebraico: Raboni (que quer dizer Mestre). Maria Madalena ficou maravilhada com aquela revelação. O Mestre estava vivo, ressurreto, e se comunicando com ela.

 Essa mesma revelação o Senhor Jesus faz constantemente, quando uma pessoa procura conhecê-lO com sinceridade no coração, o Senhor Jesus a chama pelo nome, e ela O reconhece como seu Senhor e Mestre. A conversão é dom de Deus. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” Ef. 2.8.

Recomendou-lhe Jesus: “Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” v. 17.  Maria Madalena saiu apressadamente para levar a notícia da ressurreição aos discípulos de Jesus. Muitos discípulos não creram de imediato.

“… Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo?” Mc. 16.3.

O túmulo representa o coração fechado, lacrado com uma grande pedra, porta vedada contra tudo que é de Deus, ou seja, a pessoa diz que crê, mas na realidade é uma fé fraquinha, que no primeiro embate que aparece, tudo vai abaixo. Daí a pessoa mostra que a sua fé não resiste nem a um pequeno vento, quanto mais a um vendaval. Só há sucesso na vida, quando Jesus está ressurreto para a pessoa, e no comando de sua vida. Há necessidade de a pessoa tirar a grande pedra que está impedindo a entrada. Permitir que Jesus Cristo ressurja na sua vida, deixe o túmulo vazio, e seja o Senhor Jesus ressurreto no  seu ser.  Ter a satisfação, a alegria de ouvir o Senhor Jesus chamá-la (pessoa) pelo seu nome. Quando Ele disser o seu nome, imediatamente, a você dirá: “Senhor, Mestre!”. E a alegria inundará a sua vida de tal maneira, que você correrá para dar a boa notícia a todos quantos encontrar pela frente.

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” 1 Pedro 2.9.

Graça e Paz!

Os soldados deitam sortes

Os soldados deitam sortes

Os soldados lançam sortes. 4João 19.23-42

Depois que crucificaram Jesus, os soldados dividiram as Suas vestes em quatro, cada um ficou com uma parte. Mas quanto à capa, essa era feita sem costura, toda tecida de alto a baixo. Não quiseram rasgá-la, então lançaram sorte sobre ela. Tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras: “Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes” Sl. 22.18. Assim, pois, o fizeram os soldados.  Jesus fora crucificado juntamente com dois homens malfeitores, um ficou à direita e outro à esquerda.

“E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Cléopas, e Maria Madalena” v. 25. Antes de Jesus entregar o Seu espírito ao Pai, Ele encomendou a sua mãe aos cuidados de João, o discípulo amado de Jesus. Assim, João a recebeu em sua casa e cuidou dela como Jesus lhe incumbira.

Depois que Jesus viu que estava tudo consumado, para se cumprir a Escritura disse: “Tenho sede” v. 28b. Os guardas embeberam uma esponja com vinagre, fixando-a num caniço de hissopo lha chegaram à boca. “Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E inclinando a cabeça, rendeu o espírito” v. 30.

Os judeus não queriam que os corpos ficassem expostos no sábado, porque o sábado era considerado sagrado para eles (judeus), então rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas. Os soldados quebraram as pernas do primeiro e ao outro que com Jesus tinham sido crucificados, mas a Jesus não quebraram as pernas, porque já estava morto. “Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais” vs. 34,35.

E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: “Nenhum dos seus ossos será quebrado” Êx. 12.46. Sl. 34.20. E outra vez diz a Escritura: “Eles verão aquele a quem traspassaram” v. 37. Tudo o que aconteceu com Jesus foi profetizado no Velho Testamento, portanto, não havia motivo para alegar ignorância a esse respeito. Os principais sacerdotes considerados mestres de Lei, não deram sinal que sabiam a respeito de Jesus. Jesus veio com uma missão que o Pai determinou, Ele a cumpriu rigorosamente. Jesus foi obediente ao Pai em tudo e por tudo. Ele nos deixou o testemunho de obediência. Assim devemos ser para com o Pai, obediente em tudo que fizermos, que vivermos, e estar sempre em completa comunhão com o Pai. Obediência ao Pai é o principal ponto para a prosperidade espiritual, e a paz de espírito.

José de Arimatéia era um discípulo de Jesus, embora ainda oculto por receio que tinha dos judeus, porque estes o expulsariam da sinagoga, caso soubessem. José rogou a Pilatos que lhe permitisse tirar o corpo de Jesus. Pilatos lho permitiu. “Então, foi José de Arimatéia e retirou o corpo de Jesus” v. 38, juntamente com “… Nicodemos, aquele que viera ter com Jesus à noite, foi, levando cerca de cem libras de um composto de mirra e aloés” v. 39.  “Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com os aromas, como é uso entre os judeus na preparação para o sepulcro” v.40. José de Arimatéia depositou o corpo de Jesus no túmulo que havia feito para si, na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro para protegê-lo de predadores. Jesus cumprira rigorosamente todo sacrifício que o Pai havia determinado. Tudo isto para nos oferecer de graça a salvação de nossas almas imortais. Cada pessoa está representada na cruz do calvário. Jesus ressuscitou ao terceiro dia, venceu a morte, está junto ao Pai.

“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” 1 Co. 1.18.

Graça e Paz!

 

A crucificação

A crucificação

CrucificaçãoJoão 19.17-42

Logo após Pilatos entregar Jesus para ser crucificado, os guardas O levaram a um lugar chamado Gólgota, que significa Lugar da Caveira. Jesus foi crucificado juntamente com outros dois homens, ficando um de cada lado e Jesus no meio. Deram-lhe a beber vinho com fel (Sl. 69.21), mas Ele, provando-o, não quis beber. “Então, O crucificaram e repartiram entre si as vestes dele, lançando-lhes sorte, para ver o que levaria cada um” Mc. 15.24. “O povo que estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido” Lc. 23.35. Igualmente os soldados O escarneciam. “Pilatos escreveu também um título e o colocou no cimo da cruz; o que estava escrito era: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” v. 19. Este título estava escrito em: hebraico, latim e grego, nas iniciais em Latim I.N.R.I.

Os principais sacerdotes contestaram o que Pilatos escreveu, mas ele lhes disse: “O que escrevi, escrevi” v. 22b. Pilatos já estava cansado daquela interferência dos principais sacerdotes, que não queriam assumir a morte de Jesus, pois, Pilatos não O condenaria à morte porque O julgava inocente. Os sacerdotes queriam dar palpites em tudo, visando condená-lO, notadamente porque Jesus dissera o que sempre foi, Rei de Israel.

Desde a mais remota antiguidade, Israel era reinado e cuidado por Deus, e Deus constituía juízes para o governo do povo. Mas quem realmente reinava era o próprio Deus. Assim Jesus como a encarnação do Verbo era de fato e de direito o Rei de Israel.

Os juízes lideraram por muito tempo. Quando Samuel envelheceu, e começou a preparar os seus filhos para que o substituíssem houve assim certo descontentamento entre o povo, porque os filhos de Samuel não eram pessoas bem vistas entre o povo. Então, o povo pediu a Samuel que se dirigisse a Deus e lhe pedisse um rei humano, pois queria ter um governo igual a dos outros povos “… Dá-nos um rei, que nos governe. Então, Samuel orou ao Senhor” 1 Sm. 8.6.

Disse o Senhor a Samuel: “Atende à voz do povo em tudo quanto diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele” 1 Sm. 8.7. Deus mandou o rei que o povo pediu, e não mais reinou sobre ele (povo). O povo não sabia que estava o pedindo, nem os problemas que viriam desse desastrado pedido. Contudo, Deus não deixou de abençoá-lo. A partir desta decisão, o povo teve um rei. Mas o povo não previa que o rei humano não seria igual a Deus. O rei humano é tão cheio de defeitos, de limitações, e é tão pecador quanto cada um deles, além de ter direitos vastos sobre o povo, e sobre tudo que o povo possuísse, colhesse. O Senhor Deus deixou o povo judeu caminhar sozinho, com seu rei humano que desfrutava como direito de rei, de tudo que advinha desse reinado. O Senhor Deus foi rejeitado pelo povo, e o povo por isso passou por muitos percalços durante aquele tempo. Ainda hoje enfrentam o resultado dessa escolha ultra mal-feita.

O povo passou a sofrer as mais variadas contrariedades, contendas, perseguições, guerras, tanto quanto os povos que outrora foram invejados por Israel. Vários reinaram em Israel. Quando, porém, Pilatos escreveu: “JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS” inconscientemente ele estava frisando que Deus nunca deixara de ser Rei dos judeus. Apenas houve um espaço de tempo para que o povo sentisse o peso de sua decisão.

A história dividiu o tempo, mas não mudou em relação ao povo que destronou Deus do Seu Reinado terreno. Mas Deus se manifestou na pessoa de Jesus Cristo e fora rejeitado novamente, condenado, crucificado, sepultado, mas venceu a morte com a Sua ressurreição, e assunção ao céu. Para Deus não há limites, não há dificuldades. Ele sempre foi, é, e será Eterno, Onisciente, Onipresente, e Onipotente.

Judeu é todo aquele que é convertido ao Senhor Jesus. Para haver conversão é necessário que a pessoa queira voltar-se a Deus, através de Jesus Cristo. Daí a pessoa passa a ter um Rei que a dirija, a cuide, e guarde a sua vida, e lhe ofereça a prosperidade espiritual. Nunca pedir um rei humano, ou seja, seguir idéias errôneas, filosofias diversas que não levam a nada, porque somente Deus pode nos guiar tranquilamente pelas sendas da vida. Nunca querer ser igual ao outro, porque nunca se sabe que rei o outro tem, mas a pessoa deve estar certa de sua escolha e ser fiel a ela.

Se a pessoa pedir um rei humano, ou seja, pedir algo a uma pessoa que tem tanto poder quanto ela própria, como irá receber as bênçãos do alto? Tudo que é humano é falho, é defeituoso, limitado, perverso, mas o que é divino é incomparavelmente melhor e superior. Com o Rei Supremo a pessoa tem segurança, amor, tranquilidade, paz e a certeza de que no futuro a sua morada será na mansão celestial. Tudo que o Senhor quer é que andemos com Ele, tenhamos comunhão com Ele. Quanto mais próximos estivermos, mais bênçãos receberemos. O nosso Rei é o verdadeiro Rei sobre tudo e sobre todos. Somente Ele é eterno e tem poder para nos dar a vida eterna.

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” João 15.16.

Graça e Paz!

Jesus entregue a Pilatos

Jesus entregue a Pilatos

Pilatos interroga a Jesus 1João 19.1-16.

Pilatos interrogou a Jesus por um bom tempo, mas não achou n’Ele crime algum. Mandou açoitá-lo. Os soldados teceram uma coroa de espinhos, e puseram-lha na cabeça e vestiram-no com um manto de púrpura. Os soldados zombavam de Jesus, diziam: Salve ó rei dos judeus! E davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu novamente e disse: “Eis que eu vo-lo apresento, para que saibais que eu não acho n’Ele crime algum” v. 4.

Jesus saiu da presença de Pilatos trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: “Eis o homem!” “Ao verem-no, os principais sacerdotes e os seus guardas gritaram: Crucifica-O! Crucifica-O! Disse-lhes Pilatos: Tomai-O vós outros e crucificai-O; porque eu não acho n’Ele crime algum” v.6. Tanto os principais sacerdotes como os seus guardas só tinham uma coisa em mente: livrar-se do Senhor Jesus, e tudo voltaria ao normal para eles. Mas por interesse, eles pecaram e não creram no Senhor Jesus.

Os judeus responderam a Pilatos que o crime que Jesus havia cometido era dizer que era Filho de Deus. Quando Pilatos ouviu tal declaração ficou ainda mais atemorizado. Pilatos se dirigiu a Jesus, e lhe perguntou: “Donde és tu? Mas Jesus não lhe respondeu” v.9b. Pilatos ainda lhe disse que tinha autoridade para soltá-lo ou crucificá-lo, mas o Jesus lhe respondeu que nenhuma autoridade ele (Pilatos) teria se de cima não lhe fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem v. 11b.

A partir daquele momento Pilatos procurava soltá-lo, mas os judeus clamavam: “Se soltas a este, não és amigo de Cesar; todo aquele que se faz rei é contra Cesar” v.12b. Ouvindo isso, e não conseguindo mudar a opinião dos judeus, não viu alternativa a não ser entregar a Jesus, e disse: “Eis aqui o vosso rei” v. 14b. “Eles, porém, clamavam: Fora! Fora! Crucifica-O! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César!” v. 15.

A mensagem de Jesus perpetuou-se através do tempo, com os relatos dos apóstolos, dos livros deixados por eles, cartas que escreveram que compõem o Novo Testamento. Podemos aprender tudo o que Jesus ensinou. O Seu sacrifício na cruz do calvário, vertendo o Seu sangue para salvar todo aquele que n’Ele crê, continua convertendo corações, salvando vidas e assim continuará para sempre. Ressuscitou, subiu ao céu, para preparar lugar para todos os seus seguidores.

Naquele tempo a multidão que clamava: crucifica-O, era um povo carente de bênçãos, de paz, de segurança. Hoje o povo é tão carente quanto o daquela época. A multidão clama da mesma maneira: necessita de paz, segurança, estabilidade, amor, harmonia. Não há diferença entre aqueles que clamavam: crucifica-O e os de hoje, que clamam pelos mesmos motivos: paz, segurança, estabilidade, amor, harmonia, compreensão. É um clamor silencioso, porque ninguém presta atenção em nada. O Senhor Jesus era, é e será a solução para todos os problemas espirituais de todas as épocas.  Onde Jesus está ali há solução para todos os problemas espirituais. Jesus era, é e será sempre o mesmo. Sempre com a Sua mão estendida para nos ajudar em tudo que necessitamos.

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” 1 João 5.11,12.

Graça e Paz!

 

Pilatos interroga a Jesus

Pilatos interroga a Jesus

Pilatos interroga a Jesus 3João 18.33-40

Pilatos volta ao pretório (tribunal de justiça) para interrogar Jesus: “És tu o rei dos judeus?” v.33b. “Respondeu Jesus: Vem de ti mesmo esta pergunta ou to disseram outros a meu respeito?” v 34. Pilatos ainda disse a Jesus que  tinha autoridade para soltá-lo ou condená-lo. Mas Jesus lhe disse que a autoridade que ele possuía tinha sido dada do alto, se não fosse assim, ele (Pilatos) não teria autoridade alguma. Pilatos ainda pergunta qual era o crime porque O entregaram a ele, e o que Ele tinha feito.

Respondeu Jesus: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é deste mundo” v. 36. Pilatos ainda pergunta a Jesus se Ele é rei. Ao que Ele responde: “Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” v. 37b. Pilatos ainda pergunta: “Que é a verdade?” v.38. Não obteve resposta.

Pilatos voltou-se para os judeus e disse que não havia encontrado crime algum em Jesus. Mas Pilatos ainda disse: “É costume entre vós que eu vos solte alguém por ocasião da Páscoa; quereis, pois, que vos solte o rei dos judeus?”. v. 39. Pilatos sabia que por inveja, O tinham entregado. Estando ainda no tribunal, a mulher de Pilatos mandou dizer-lhe: “Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito” Mt. 27.19b.

Pilatos pergunta novamente ao povo sobre quem deve soltar, mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus. Viu Pilatos que nada conseguia ante a multidão, lavou as mãos e disse: “… Estou inocente do sangue deste (justo); fique o caso convosco!” Mt 27.24b. Tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras. “Então, gritaram todos, novamente: Não este, mas Barrabás! Ora, Barrabás era salteador” v 40.

Ao invés do povo escolher a Jesus, que é o Caminho, e a Verdade, e a Vida, a salvação das almas imortais, escolheu um salteador. Se escolhesse a Jesus a pessoa nasceria de novo, nasceria espiritualmente, e ganharia o passaporte para as mansões celestiais. Jesus é tudo para todos. Ele oferece a salvação de graça. Jesus realizou um grande ministério quando caminhou fisicamente aqui na terra. Depois de Sua ressurreição Ele continua a sua grande obra da mudança de vida, novo nascimento e da salvação das almas imortais.

Quanto àqueles que optaram por Barrabás, que era o representante do pecado, da maldade, do mundo incrédulo, continuam até os dias atuais, caminhando sem rumo certo, e sem a certeza da salvação. Barrabás e seus adeptos estão por toda parte, ainda gritando: crucifica-O; crucifica-O, deixe-nos em paz em nossos pecados e delitos. Quanto mais o tempo passa, mais seguidores de Barrabás nós encontramos, por isso o mundo está tão decadente, tão necessitado da presença do Senhor Jesus.

“Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” 1 João 4.2.

Graça e Paz!

Pedro nega a Jesus

Pedro nega a Jesus

Pedro nega a JesusJoão 18.15-32

Pedro e outro discípulo acompanharam a Jesus ao ser preso. Mas somente aquele discípulo que era conhecido do sumo sacerdote entrou com Jesus para o pátio deste. Pedro ficara do lado de fora, junto à porta. O outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou com a encarregada da porta e levou a Pedro para dentro.

Alguns servos e os guardas do sumo sacerdote estavam se aquecendo numa fogueira que fizeram, porque estava muito frio. Pedro estava no meio deles aquecendo-se também. Quando uma criada do sumo sacerdote lhe perguntou: “Não és tu também um dos discípulos deste homem? Não sou, respondeu ele” v. 17. Pedro teve medo, não conseguiu testemunhar que era discípulo do Senhor Jesus.

Jesus estava na presença de Anás, o sumo sacerdote, e foi interrogado por ele a cerca de Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus declarou-lhe: “Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto” v. 20. Jesus ensinava a todos que frequentavam as sinagogas e os templos, mas poucos eram os que aceitavam. Jesus ainda manda Anás perguntar aos freqüentadores tanto das sinagogas como dos templos, se havia dito algo escondido ou errado. Um dos guardas não gostou da resposta de Jesus, e lhe deu uma bofetada.

Anás, o sumo sacerdote, envia Jesus a Caifás, sumo sacerdote também. Em seguida, Jesus é enviado para o pretório (Tribunal de Justiça). “Pilatos saiu para lhes falar e lhes disse: Que acusação trazeis contra esse homem?” v. 29. Os sumos sacerdotes inventaram uma série de mentiras contra o Senhor Jesus, mas queriam livrar-se do delito porque queriam comer a Páscoa tranquilamente. Então Pilatos lhes disse que julgassem a Jesus segundo as suas leis. “Mas responderam-lhe os judeus: “A nós não nos é lícito matar ninguém” v31b.

Os sacerdotes que queriam que Pilatos condenasse Jesus saíram com uma boa desculpa: que não lhes era lícito matar um homem, mas era lícito matar alguém espiritualmente? Porque matar não é somente tirar-lhe a vida física, orgânica, matar é: tirar a razão de uma pessoa, tirar-lhe o ânimo de viver, inventar mentiras que prejudiquem a pessoa, atingir-lhe moralmente, enfim, matar tem amplo sentido. É tão grave quanto tirar a vida física ou orgânica de alguém, tirar-lhe a vida espiritual. Isso os sumos sacerdotes fizeram largamente contra o Senhor Jesus.

Pedro continuava à beira da fogueira juntamente com os servos e os guardas do sumo sacerdote, quando lhe perguntaram: “És tu, porventura, um dos discípulos dele? Ele negou e disse: Não sou. Pedro negou a Jesus pela segunda vez. Logo em seguida, um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou: “Não te vi eu no jardim com ele? “De novo, Pedro O negou, e, no mesmo instante, cantou o galo” vs. 26b, 27.

Quando Jesus falara a respeito dos próximos acontecimentos, Pedro se propusera acompanhar o Mestre por onde quer que Ele fosse, e se necessário, morreria com Ele. Mas Jesus lhe disse que antes que o galo cantasse Pedro O negaria três vezes. Assim aconteceu. Mas Pedro se arrependeu amargamente, chorou muito e pediu perdão a Jesus. Jesus o perdoou, depois ele foi o grande apóstolo Pedro.

Graça e Paz!