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Autor: Jandira Vallesquino

O banquete de Levi

O banquete de Levi

Jesus disse: “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” Lc. 5.31.

Levi ofereceu um grande banquete a Jesus em sua casa,  onde numerosos publicanos e outros estavam com ele à mesa. Os fariseus e seus escribas murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando: Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores? Lc 5.30. Isto acontecia porque os fariseus e os escribas se consideravam acima da lei, acima de tudo e de todos, extremamente justos, religiosos, de um procedimento intocável, ou seja, eram os santos da época. Eles se achavam no direito de criticar até o Senhor Jesus. Eles estavam acima do Senhor. Não admitiam que pessoa alguma contrariasse seus ensinamentos, suas orientações.  Mas, Jesus respondeu à altura, sem se preocupar com  a visão deles sobre o que estava acontecendo. Disse a eles que os sãos não precisavam de médico, e sim os doentes. Se eles eram perfeitos, sem mácula, sem pecado, sem restrição alguma, não precisavam  do Senhor Jesus em suas vidas. Só de criticar e julgar alguém, no caso, os discípulos e o próprio Jesus, que é o próprio Deus, já estavam pecando. Mas eles se consideravam intocáveis espiritualmente..

Jesus disse também que não veio chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento (Lc 5.32). Porque aquelas pessoas que o criticavam se consideravam os maiorais em tudo, eram seus próprios deuses. Daí, Jesus considerar que eles não precisavam de perdão, de salvação, uma vez que eles possuíam seu próprio reino. Jesus disse que veio chamar pecadores ao arrependimento, e através do arrependimento a salvação eterna. Todo aquele que reconhece que sozinho não consegue chegar à vida eterna salvo, Jesus o salvará. Jesus tem o lugar preparado para todo aquele que n’Ele crê (João 14.2,3). Nos dias atuais encontramos muitos fariseus que se consideram acima da Palavra de Deus, que não creem que Jesus é o Senhor de tudo e de todos. Valorizam tudo que é material, físico, orgânico,  menosprezando o que é Verdadeiro. Essas pessoas preparam o seus próprios caminhos, e  não poderão reclamar depois. A chance de salvação é aqui, agora, enquanto há vida. “… pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” Rm 3.23. O Senhor Jesus veio chamar pecadores ao arrependimento, mas Ele respeita a decisão de cada um. A decisão é pessoal e personificada. Não há possibilidade de uma pessoa decidir por outra, por isso, cabe a cada ser humano decidir para onde quer ir após esta vida.

“… Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” João 8.12.

Graça e Paz!

Natal

Natal

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” Is. 9.6.

Luzes, brilhos, músicas, presentes, vozes alegres, preocupações com as festas a serem realizadas, preocupações diversas, tudo leva a uma pseudo alegria, tudo está pensado e reservado na área material.  A atenção material toma todo o tempo de uma pessoa, muito mais na época do Natal. Se as preocupações se voltassem para a área espiritual, tudo seria diferente, o mundo seria diferente. A mensagem seria diferente. A verdadeira luz, o verdadeiro brilho, a verdadeira música estão unicamente na pessoa do Senhor Jesus. Ele é a Luz “… Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” João 8.12. “E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas cousas,  temerão e confiarão no Senhor” Sl 40.3.

Jesus nasceu fisicamente em uma estrebaria, onde não havia o mínimo de assistência, nem pessoas próximas para alegrar-se com o Seu nascimento. O lugar era extremamente rude, de difícil acesso, onde o ser humano não iria à noite visitar um recém nascido sem um nome que lhe apresentasse. Não houve brilho algum, nenhum cântico humano, nenhuma festa, nenhum desejo de felicidades. Mas houve festa no céu. Os anjos entoaram o mais belo hino dedicado ao Senhor Menino: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” Lc 2.14. O povo que estava reunido na cidade era ocupado demais para notar o nascimento do Menino. Até o dono da hospedaria não observou o casal que estava  prestes a receber o nascimento de um bebê, e mandou-o para a estrebaria, onde os animais repousavam com muito frio. O povo não ouviu a música nem viu a grande estrela que apareceu no céu. Mas, alguns pastores que cuidavam do rebanho na calada da noite viram a estrela e ouviram a linda música como mensagem vinda do céu. Atenderam e entenderam a grande mensagem vinda do céu. E foram ter com o Menino e adorá-Lo.

Tudo ocorreu como profetizava a Palavra de Deus. O lugar rude, sem condições de nascimento de uma criança, sem a presença de pessoas, somente a presença de Maria e José, indica e representa o coração/espírito humano, em que são todos iguais perante Deus, desde o menor até o maior. Quase todos ignoram o valor espiritual do nascimento de Jesus. Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2.11). A manjedoura caracteriza bem o procedimento, o viver humano. Tudo que se refere à área espiritual fica de lado, abandonado ou em último lugar, ignorando a verdadeira Luz do mundo. O verdadeiro brilho, a luz, verdadeira alegria estão no nascimento do Senhor Jesus no coração que o recebe como o seu único e suficiente Salvador Pessoal. A verdadeira festa ocorre no coração de todo salvo por Jesus. Porque a salvação é eterna. A festa é eterna.

“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” Mq 5.1. Não foi um nascimento qualquer, foi o nascimento do Rei dos reis, do Senhor dos senhores. O Profeta Miquéias escreveu com exatidão sobre a vinda do Senhor Jesus, 700 anos antes de Sua vinda. Tal qual ele escreveu, assim aconteceu. Cumpriu-se integralmente esta profecia.  Nasceu Jesus, sem a mínima assistência, mas para se cumprir as Escrituras que se referiam ao Seu nascimento.  Ali estava à verdadeira Luz que viria ao mundo para iluminar a vida de todos quantos O recebessem. Aquele menino era e é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” João 1.14.

“O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” João 3.19.

Graça e Paz!

 

Banquete

Banquete

“À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado” Lc 14.17.

Há um grande banquete sendo preparado minuciosamente. Os convites já estão a caminho para todas as pessoas sem distinção. Ninguém poderá dizer que não o recebeu, porque o convite será enviado nos respectivos endereços. Isto é, a todas as nações, a todos os povos, a todas as línguas. Mas, muitos recusarão receber o precioso convite, e apresentarão as mais variadas desculpas. O convite é individual e personalizado. Não pode ser transferido, porque todas as pessoas receberão.  Assim, não participarão do grande banquete todos aqueles que ignorarem ou desviarem o convite.

O convite é valiosíssimo, portanto, quem o receber de bom grado, nunca se arrependerá. Muitos deixarão passar a oportunidade de participar do grande banquete. O dono da festa faz questão da presença de todos os convidados, por isso envia o convite pessoalmente. Os trajes exigidos são enviados juntamente com o convite. Por isso, devem ser usados no dia do grande banquete. Quem tentar entrar sem os trajes a rigor exigidos, certamente será envergonhado e retirado dali.

Em um tempo remoto quando o rei oferecia um banquete, para festejar algum grande acontecimento ou bodas de seus herdeiros, ele ordenava que seus artesãos confeccionassem os trajes de festa para todos os convidados. Esses trajes deviam ter muito brilho, muitas vezes eram bordados com ouro. Todos os trajes eram iguais, para que não houvesse penetras, alguém que não tinha sido convidado, ou alguém que tivesse se desfeito do traje enviado pelo rei.  Ninguém tinha autorização para confeccionar o traje exigido, mas somente os artesãos do rei, e estes eram rigorosamente monitorados. Daí a parábola que Jesus proferiu a respeito do banquete que o Pai fará no fim dos tempos.

O traje real que o Senhor Deus exigiu na parábola, foi preparado por Ele mesmo na pessoa do Senhor Jesus Cristo. Deus continua enviando convites a todas as pessoas para que participem do grande banquete Real. Como é de praxe, os convites são enviados com bastante antecedência, para que a pessoa aceite, e se prepare para o grande dia. As vestes são preparadas pelo próprio Deus, que é o Espírito Santo, na aceitação do convite e na conversão; em seguida, a pessoa recebe sua veste nupcial. O Espírito Santo de Deus passa a habitar dentro do espírito da pessoa. As vestes são de um valor inestimável. Com ela vem o passaporte para a vida eterna. Toda pessoa que aceita o convite e recebe as vestes preparadas pelo Rei, passa a ser uma predestinada a participar do grande banquete real. Toda pessoa tem essa oportunidade. Ninguém pode ignorar ou criticar, porque o convite está à disposição de cada um, sem acepção de pessoas.

A pessoa necessita honrar estas vestes, honrar o nome de cristão, para chegar até o banquete, e ficar livre de constrangimento. Aquele que entra sem a veste nupcial que o Rei lhe enviara, é afastado do banquete. A pessoa deve ter se desfeito das vestes, ou perdido pelo caminho, ou vendido por um bom dinheiro, pois são vestes valiosas, portanto, não as valorizou o suficiente para participar do grande banquete. O banquete é o Reino dos Céus preparado para todo aquele que aceita o convite e veste a roupa que o Senhor Deus lhe entregou nas mãos, e as vestes são o próprio Espírito Santo de Deus, que veste as pessoas e as prepara para o Grande Banquete Real.

“… Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes” Mt 22.22.13,14.

Graça e Paz!

O céu

O céu

“… Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”  Ap. 2.7.

Vinde e vede! O céu é um lindo lugar. Cheio de luzes, de cores lindas, e de tudo que é maravilhoso. O apóstolo João nos relata isso em seu livro Apocalipse. Bem aventurado aquele a quem o Senhor Deus oferece a salvação e a pessoa a aceita de bom grado.  Essa decisão é de um valor incalculável, pois é para a eternidade. A Palavra de Deus chama de paraíso o céu onde Deus habita. Em 2 Co. 12.2-4 (cf Ap 1.10),  encontramos o relato de Paulo a respeito de um homem que fora arrebatado por Deus, e levado ao paraíso, e que ouviu palavras inefáveis. Lucas 23.43, Jesus disse àquele malfeitor que fora crucificado ao lado d’Ele: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. Em Hebreus 12.22 encontramos referências ao monte Sião e à cidade do Deus  vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia.

Em Ap. 2.7 lemos: “… Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”. É maravilhoso demais estudarmos sobre o paraíso, à cidade do Deus vivo. Mais maravilhoso ainda é saber que o Senhor nosso Deus nos deixou um manual escrito para que o sigamos à risca.

O Senhor Deus criou o ser humano para habitar o seu jardim, e para desfrutar de uma vida tranquila e com todas as regalias que o Senhor tem para os Seus eleitos. Mas, o ser humano não satisfeito com tudo que o Senhor Deus lhe deu, desobedeceu, e tentou ser igual a Deus. A desobediência custou-lhe muito caro. Foi banido das moradas eternas, e enviado a terra para cultivá-la e tirar dela o seu sustento, além de enfrentar os duros e difíceis embates da vida. A desobediência entristeceu profundamente o Criador. Através de um único homem entrou o pecado no mundo, e a punição se estendeu a toda humanidade como herança. Daí a morte física. Contudo, o espírito é eterno, e não perdeu o seu valor. Deus na Sua imensa bondade providenciou um Salvador para todo aquele que n’Ele crê, seja salvo e volte ao lindo jardim preparado por Ele. Isto é, aquele que obedecer a Sua Palavra. Jesus Cristo é o Salvador e Senhor de tudo e de todos quantos creem n’Ele.

Deus é justo, bondoso, amoroso, oferece gratuitamente a salvação a todo ser humano, mas Ele quer uma decisão pessoal e personalizada. Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11). Em Sua infinita bondade Deus preparou a salvação de todo aquele que de livre e espontânea vontade se converter ao Senhor Jesus Cristo. Quando uma pessoa reconhece que sozinha não consegue chegar até Deus, ela reconhece que necessita do Senhor Jesus para conduzi-la à vida eterna e ao paraíso preparado por Deus desde a fundação do mundo.

A desobediência continua a mesma na atualidade, e o ser humano querendo ser igual a Deus, ou exigindo de Deus a realização de um milagre, ou que Deus supra as necessidades materiais de alguém, e assim por diante. A ênfase atual é a mentira da prosperidade material. A mentira que o inimigo das almas imortais criou para dar aparência de verdade, mas que na realidade não passa de engodo. A prosperidade verdadeira é a espiritual, onde o ser humano pode se desenvolver infinitamente, não há limite. Essa prosperidade é agradável a Deus. Para isso a Palavra de Deus nos orienta corretamente. Onde há prosperidade espiritual, há bênçãos, felicidade, alegria, honestidade, amor ao próximo e a paz de Deus reinando em cada coração.

“Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles” Ap 21.1 a 3.

 

Graça e Paz!

Parábola do rico e o mendigo

Parábola do rico e o mendigo

Lc. 16.19-31

Há muita divergência quanto à interpretação desta parábola. Jesus Cristo ensinava através de parábolas para que o povo entendesse melhor a Sua mensagem de vida eterna. Nesta parábola notamos as duras críticas que Jesus fez as pessoas que tinham aparência de santos, mas na realidade não os eram. Havia um grupo de pessoas que formava uma sociedade a parte. Eram pessoas preparadas para ensinar as Escrituras ao povo de maneira geral, mas que não zelavam pelos seus postos de trabalho. Eram eles:

Os saduceus que seguiam o Velho Testamento escrito. Ocupavam a maior parte das cadeiras do Sinédrio (tribunal judaico formado por sacerdotes, anciãos, escribas, e que julgavam crimes entre o povo de Israel).  Não criam na ressurreição do corpo, nem em anjos, nem em espíritos.

Os fariseus (santos), por outro lado, criam na ressurreição do corpo, em espírito, e em anjos, seguiam o Velho Testamento escrito, mas valorizavam também a tradição oral das Escrituras. A tradição oral estava cheia de erros e muitos acréscimos. Tinham a incumbência de ensinar o povo espiritualmente.

Os sacerdotes que deveriam representar e ensinar o povo, não estavam preocupados com o reino de Deus. Estavam preocupados com a sua vida social e material. Eram omissos em sua responsabilidade para com Deus.

Os escribas pessoas letradas que tinham a função de copiar as Escrituras, e ensiná-las ao povo em geral. Mas, tanto os saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas eram orgulhosos, egoístas, omissos, vaidosos, falsos, soberbos, todos esses adjetivos condenados por Jesus Cristo. Jesus não os condenou por serem pessoas de posses materiais, Deus não condena as posses de uma pessoa. Davi, Abraão, Salomão eram extremamente ricos, nem por isso foram condenados, muito pelo contrário, foram considerados amigos de Deus. O que Jesus condenou foi excesso de hipocrisia, de maldade, de egoísmo, falsidade. E não se envergonhavam de praticar tais atos.

Esta parábola ilustra bem a situação do povo judeu da época de Jesus. Os saduceus, os fariseus, os escribas e os sacerdotes estavam todos na mesma situação espiritual, isto é, omissos quanto a sua responsabilidade espiritual. Viviam longe de Deus e do Senhor Jesus Cristo. Eles eram os seus próprios deuses. Conduziam suas vidas como bem entendiam, sem se preocupar em ensinar as Escrituras às pessoas em geral. Consideravam o povo como: “Quanto a esta plebe que nada sabe da lei, é maldita” João 7.49. Se a plebe não sabia nada da lei, era porque não era ensinada. Os doutores da lei a quem cabia a transmissão da Palavra de Deus, estavam preocupados com todas as coisas materiais, menos as espirituais. (Rm 10.3,4).

O povo era iletrado, sem grandes oportunidades de aprenderem o que estava escrito nas Escrituras Sagradas, eram pobres no que se referia ao orgulho, egoísmo, falsidade, vaidade, eram pessoas comuns, que não tinham oportunidade de evoluírem espiritualmente. Aos olhos dos saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas o povo era considerado doente espiritual, repulsivo perante esses doutores da lei. Mas, para o Senhor Jesus todos são iguais perante Sua Lei, e o Senhor extremamente Justo mandou cada um para o seu lugar. Daí a mensagem da parábola: os doutores da Lei que viveram a seu modo, sem se importar com o reino de Deus, quando chegaram lá do outro lado, encontraram o lugar que eles prepararam, ou seja, a condenação eterna.  Aquele que não tem o Espírito de Cristo esse tal não é d’Ele (Rm 8.9). A condenação é certa. O povo iletrado, frágil espiritualmente, privado do conhecimento que lhe era negado pelos doutores da Lei, facilmente sugestionado por qualquer ideia diferente, era considerado desculpável perante a Lei, logo teria um melhor lugar do outro lado. (Rm 10.14).

Hoje a situação continua a mesma, e os saduceus, fariseus, escribas, sacerdotes modernos, continuam iludindo o povo. Apresentam uma bela aparência de espiritualidade, mas no fundo são os mesmos ‘sepulcros caiados’ de outrora (Mt 23.23). Exploram o povo com as mais variadas ciladas, levam consigo multidão. Pessoas muitas vezes necessitadas espiritualmente acreditam que estão buscando a Deus, mas a essência é pura tapeação. Um dia enfrentarão o tribunal de Deus, e se lembrarão da parábola “O rico e o Lázaro” com todos os adjetivos citados acima. Tapear o povo é fácil, mas tapear a Deus é impossível.

“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não d’Ele” Rm. 8.9.

 

Graça e Paz!

Encontro

Encontro

“Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra” Is. 1.19.

A Palavra de Deus está repleta de alertas para que a pessoa assuma as suas responsabilidades com o Senhor Deus. Ele é o Criador, Doador e Mantenedor da vida. Toda pessoa tem obrigação de pensar a respeito da vida eterna. Porque a alma é eterna, quer seja salva por Cristo Jesus, quer seja perdida por falta de decisão pessoal. A decisão é pessoal e personalizada. Ninguém pode tomar a decisão por outrem. Isto porque Deus é extremamente justo. Ninguém pode culpar o outro pela má decisão ou pela falta de decisão. No versículo acima citado Deus nos deixa livres para esta escolha. Ele disse ‘Se… ’, a pessoa que decide.

O versículo acima também traz a promessa de Deus para a vida de todo aquele que se volta a Jesus Cristo, que é o próprio Deus. “… comereis o melhor desta terra”. Comer o melhor da terra não significa somente a alimentação física, mas tudo o que se refere a vida e ao bem estar. Comer o melhor desta terra, também como alimentação espiritual, principalmente, porque é a mais importante para a vida vencedora de uma pessoa.  Isso porque a alimentação física não precisa de muita coisa para a satisfação do corpo, mas a espiritual é a excelência para o corpo. A pessoa que vive segundo os propósitos de Deus, é muito abençoada em tudo que faz, além de ser uma bênção onde quer que ela viva ou que ela faça parte.

O encontro da pessoa com o seu Deus acontece quando ela se converte de corpo e alma ao Senhor Jesus Cristo, que é o próprio Deus. Ao encontrar-se com o seu Deus a pessoa passa a ser uma nova criatura, ou deixa de ser criatura e passa a ser um filho de Deus (João 1.12). Se as pessoas tivessem consciência de sua pequenez diante de Deus, e que são fracos e necessitados espiritualmente, elas recorreriam ao Senhor da Glória para o seu acolhimento. Mas o que notamos é a rebeldia das pessoas, que geralmente, confiam nos bens materiais, no poder temporário para serem valorizados e muitas vezes destacados.

Mas para Deus o importante e inegociável é a parte espiritual, que não muda com o que a pessoa possui ou faz materialmente. O espírito é o bem mais precioso que a pessoa tem. Nele não há diferença entre as pessoas. Deus não faz acepção de pessoas, 1 Pe 1.17. Todos recebem um espírito e cabe a pessoa a responsabilidade do que fazer com ele, para devolvê-lo a Deus são e salvo espiritualmente, ou precário, perdido e condenado, sem volta. Deus ama todos os seus filhos e quer o melhor para eles, todos quantos aceitarem a salvação que o Senhor Jesus oferece gratuitamente. Deus preparou um lindo jardim para os seus amados, e todo aquele que aceitar Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador pessoal estará com Ele neste lugar maravilhoso preparado desde o início dos tempos, quando o Senhor Deus criou o ser humano e as maravilhas existentes na Natureza.

“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar” Nm 32.23.

Graça e Paz!

Descanso

Descanso

“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito” Gn 2.2.

O descanso é algo criado por Deus. As nossas forças são limitadas, tanto as físicas como as espirituais, é por isso que temos que saber quando devemos parar para descansar e refletir. O descanso tanto físico como espiritual tem que ser observado e valorizado. O descanso físico é mais fácil de ser obtido, mas o descanso espiritual só é obtido quando a pessoa está em paz  com Deus e consigo mesmo, este ela só consegue através da comunhão com Deus. O descanso espiritual é maravilhoso porque a pessoa fica totalmente entregue nas mãos de Deus. “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente” Sl 91.1.

O Dicionário Aurélio nos fornece uma série de palavras que definem a palavra descanso: sossego, tranquilidade, paz,  apoio, proteção, alívio, consolo, sono, habitação, morada. Todos esses significados se encontram na Palavra de Deus, a disposição de todo ser humano.  O Senhor nosso Deus possui todos esses itens em abundância, e os distribui gratuitamente a todos quantos queiram seguir os Seus preceitos. Em Isaías 1.19 – O Senhor nos diz: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. Comer o melhor da terra não é simplesmente alimentar-se fisicamente, mas, é ter tudo do bom e do melhor espiritualmente no decorrer da vida, e a certeza da salvação de sua alma imortal.

A Palavra de Deus nos revela que o verdadeiro descanso está nos cuidados do nosso Deus, através do Senhor Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. No Senhor Jesus temos sossego, tranqüilidade, paz, apoio, proteção, alívio, consolo, sono, habitação segura, morada espiritual. Somente Ele pode nos oferecer todos esses itens em grande abundância. O verdadeiro descanso está no Senhor porque Ele nos garante segurança e proteção para a vida eterna. Com Ele não há com o que se preocupar com o porvir. Por mais difícil que uma situação se apresente, se a pessoa estiver no descanso do Senhor, esta passará mais facilmente por esses momentos e chegará bem num futuro próximo, deixando para trás toda a ansiedade, e preocupação que vivera tempos atrás. “Esperei confiantemente pelo Senhor; Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro! Sl 40.1.

“O SENHOR é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso” Sl 23.1,2.

Graça e Paz!

Pão da vida

Pão da vida

Jesus disse: “Eu sou o pão da vida” João 6.48.

Jesus caminhava com seus discípulos, e ensinava a Palavra de Deus. Multidão O cercava para ouvi-lO. Para aquelas pessoas era algo totalmente novo, desconhecido. Jesus disse que era o pão da vida. Em dado momento os discípulos perceberam que era hora de alimentação, mas era humanamente impossível conseguir pão àquela hora, nem em quantidade suficiente para todos os presentes. Daí recorreram a Jesus.

No Evangelho de João 6.1-15, encontramos o grande milagre de Jesus, que é o da multiplicação dos pães e dos peixes. Jesus usou a figura do pão porque era o alimento básico de todo ser humano da época. O pão ainda é o alimento principal na mesa de todas as pessoas. A palavra pão tomou um significado mais abrangente, isto é, pão engloba tudo que significa alimentação e manutenção de uma vida saudável.

Por ser um alimento indispensável, Jesus o usou como figura de linguagem para expressar a mensagem que Ele passaria aos seus seguidores. Quando Ele diz ser o pão da vida, Ele quer dizer que Ele é o principal alimento espiritual necessário para uma vida feliz, cheia de sucessos, de alegria. O peixe na época era também um alimento indispensável à mesa das pessoas. Por isso havia muitos pescadores na região. Há referência na Palavra de Deus, que desde o Egito o ser humano consumia muito peixe como alimento básico no dia a dia (Nm 11.5). O Senhor Jesus usou também a figura do pescador para expressar o valor do pregador da Palavra de Deus. Daí o símbolo o peixe para indicar o cristão ou o cristianismo.

Jesus é o pão da vida, alimento certo para toda alma imortal. Esse pão traz vida e vida em abundância. Naquele momento da multiplicação dos pães, Jesus demonstrou o quão grande é o seu poder, e que o pão que Ele dá é o suficiente para satisfazer todo ser humano da face da terra, e ainda sobra muito pão. Pensemos naquele povo ali assentado, num lugar tranqüilo e sendo alimentado pelo Senhor Jesus.

Eram tantas pessoas, mesmo que os discípulos quisessem comprar pães para todos, seria impossível. Daí a maravilha da graça de Deus. Todos comeram e se fartaram com a abundância de pães e peixes. Notamos o número de presentes ali no momento, cinco mil homens mais ou menos, homens de dezoito a sessenta anos, sendo que as mulheres, as crianças e os homens acima de sessenta anos não eram contados; então temos uma idéia de um número elevado de pessoas ali presentes.

O mais importante é que o pão da vida continua sendo distribuído a todo aquele que ouve a Palavra de Deus. Cada pessoa recebe o seu pedaço de pão para se alimentar espiritualmente. Cabe a cada um aproveitar o máximo esse pão que Jesus oferece gratuitamente para o seu alimento espiritual. A multidão estava lá, sentada na relva verde, esperando o seu pedaço de pão e peixe. O que cada um fez do seu pão e do seu peixe somente Deus sabe. Aquela multidão representava cada pessoa que ouviu e ouve a Palavra de Deus, e recebe o alimento espiritual, até o dia de hoje e o será eternamente.

A Palavra de Deus é o pão que cada um recebe, é também uma sementinha minúscula que, plantada no coração da pessoa, brota, cresce, dá flores, frutos, e permanece para sempre. Jesus mostrou claramente como é o Seu Reino. Lá há alimento espiritual para todos quantos O receberam e recebem em seus corações. Ainda há muito alimento a espera de quem quiser recebê-lo, ainda há doze cestos de pães e peixes. A Palavra de Deus se multiplica rapidamente e faz um bem enorme ao coração de todo aquele que n’Ele crê.

Sinta a presença de Jesus, e espere pelo alimento que Jesus Cristo vai servir. Alimente-se bem com a Palavra de Deus. Firme seus passos. Viva feliz com paz e harmonia na alma. Esse alimento é o que há de melhor a ser servido. Disse Jesus: “Fazei o povo assentar-se; pois havia naquele lugar muita relva. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil” João 6.10. Além das mulheres, crianças e homens com mais de sessenta anos.

“Jesus disse: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” João 6.35.

Graça e Paz!

Rute e sua decisão

Rute e sua decisão

    “Não me instes para que te deixe, e me afaste de ao pé de ti: porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares à noite ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. Assim disse Rute a Noemi. Rt. 1.16.

Deus reverte as circunstâncias

Tempos depois morreu o marido de Noemi. Os dois filhos se casaram com moças da localidade, ou seja, moabitas.  O tempo passou e aconteceu que os dois filhos de Noemi, Malom e Quilion também morreram. Noemi sentiu-se solitária, embora vivesse com as duas noras, Rute e Orfa. Ela decidiu voltar à sua terra, e à sua parentela. Partiram. Noemi para Belém de Judá, e as noras para sua terra, Moabe. Quando Noemi e as noras se aproximaram de Moabe, ela quis despedir-se delas para que voltassem à casa materna. Orfa despediu-se de Noemi e de Rute e retornou a casa de sua mãe, mas Rute contestou, e não quis retornar a casa materna, antes firmou a sua decisão de acompanhar Noemi por onde quer que ela fosse. Os versículos 1.16 e 17 – Rute apresenta a Noemi a sua decisão.

A decisão inabalável de Rute foi fruto do trabalho espiritual de Noemi. O trabalho espiritual não acontece num piscar de olhos, sempre requer algum ou muito tempo para que  se fixe e produza resultado. Com certeza Noemi as ensinava a respeito do seu Deus. Deus vivo e verdadeiro. Rute aproveitou os ensinamentos, e se voltou totalmente a esse Deus maravilhoso. Entregou-se de corpo e alma a Ele. Confiou. Não duvidou. Decisão linda e digna de ser relatada e imitada.

Orfa ouviu os mesmos ensinamentos, mas não aprendeu nem apreendeu os ensinamentos que lhe foram transmitidos por Noemi. Preferiu voltar à sua casa materna, e à idolatria, porque Moabe era essencialmente idólatra.  Não se tem notícias dela depois que se despediu de Noemi. Assim acontece: quem crê no Deus vivo e verdadeiro tem as bênçãos e a alegria de viver; quem crê na idolatria não obtém bênção divina, porque a idolatria é inócua, sem valor algum. Ídolos não podem fazer nada por ninguém. Os ídolos são criações humanas feitos pelas mãos do homem. O homem é o seu criador, logo o homem é maior que o seu ídolo.

Ao chegar a Belém de Judá as duas procuraram parentes de Elimeleque para socorrê-las por algum tempo. Rute enfrentou serviço difícil, o de colher espigas no campo para ganhar o sustento dela e de Noemi. Rute renunciou a tudo que a cercava para ficar ao lado de Noemi e cuidar dela. Havia um costume entre os judeus, que se morresse algum homem de uma família, o irmão teria como obrigação casar-se com a viúva e suscitar herdeiro para o falecido. Quando este não tinha irmão, o encargo passaria ao parente mais próximo.

Assim aconteceu. Noemi e Rute ficaram amparadas na casa de um parente de Elimeleque, e por coincidência ele seria o resgatador mais próximo da viúva do parente falecido. O parente resgatador ficou encantado com a bondade, amor e personalidade de Rute, e por tudo que ela fizera para a sua sogra Noemi.  Ele imediatamente assumiu o seu compromisso de resgatador, casando-se com ela. Rute que havia abdicado a tudo que a vida poderia lhe oferecer, para cuidar de Noemi, recebeu bênçãos sem medida do Senhor Deus. Rute ganhou um marido, um filho que recebera o nome de Obede, um lar e muitos bens materiais.

O marido de Rute chamava-se Boaz, e  era dono de muitos campos. Noemi que se achava desamparada, recebeu ricas bênçãos do Senhor Deus, um lar juntamente com sua nora Rute, e um lindo neto para embalá-lo em seus braços. Teve uma velhice tranquila e cheia de dias. Todo aquele que confia somente no Senhor recebe de Suas mãos as mais ricas e variadas bênçãos. Quando tudo parecia sem solução, o Senhor veio ao encontro das duas e as encheu de bênçãos e de paz.

“Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça” Ec. 9.8.

 

Graça e Paz!

Justiça divina

Justiça divina

“Deus exige justiça e não sacrifícios” Amós 5.21.    09/02/16

Vez ou outra ouvimos  relatos de pessoas que fazem sacrifícios para agradar a Deus. Mas não param para pensar que Deus é Espírito, e só se consegue agradar a Ele com atitudes espirituais, como: orações, meditações, leitura bíblica, crescimento espiritual. Nada que é feito pelas mãos humanas agradam a Deus. Porque tudo que parte do ser humano é falho, insignificante diante d’Ele. Errado uma pessoa se dirigir a Deus como se ela determinasse ou exigisse isso ou aquilo. Deus é Supremo em tudo e por tudo. Por isso a pessoa deve se aproximar d’Ele com toda humildade e reverência, com coração contrito e espírito quebrantado. “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus! Sl. 51.17. Deus sabe com antecedência tudo o que a pessoa precisa ou vai pedir. Assim é como diz o Salmo  40.1.

É muito comum uma pessoa tratar com Deus como se Ele fosse humano e falho também, ou como se Deus estivesse a sua disposição para atender as suas necessidades. A pessoa promete fazer algo ao Senhor em retribuição a algum pedido que ela faz com antecedência, como se o Senhor fosse negociante de bênçãos, de milagres, de curas, de livramentos ou qualquer outra promessa. Sempre o que é prometido, é  algo que a pessoa determina e algo sem valor algum na presença de Deus, como por exemplo: deixar de comer doces por um ano ou dois. Qual é o valor espiritual contido nessa promessa? Ou deixar de cortar os cabelos por dois ou três anos. O que há de vantagem aí? E assim ocorre com uma infinidade de promessas inócuas, vazias, sem conteúdo nenhum espiritual. O determinante é sempre a pessoa, contudo, não é por aí. Deus é superior a tudo e a todos. A Sua vontade é suprema e única.

O Senhor Deus exige justiça e não sacrifícios (Amós 5.1). A pessoa deve primar sempre para a justiça em todos os setores de sua vida. Onde quer que esteja ou qualquer momento de sua vida, a justiça deve imperar. Desde a atitude mais simples, a justiça deve estar sempre presente. Deve conhecer a Palavra de Deus e a meditação para o seu crescimento espiritual. Com o crescimento espiritual a pessoa  viverá a justiça. A Palavra de Deus nos oferece o manual que nos orienta em tudo que necessitamos para uma vida feliz, tranquila, prazerosa espiritualmente.

A justiça é algo maravilhoso na vida de uma pessoa. Onde quer que ela esteja ela praticará a justiça. O conhecedor da justiça divina teme ao Senhor e vive corretamente. Todos ao seu derredor se beneficiam dessa aplicação, e confiam nessa pessoa como sendo uma pessoa digna de crédito, de respeito e de responsabilidade. Essa pessoa é de um valor inestimável. Além de, ela ser uma bênção onde quer que esteja, ela tem a paz de Jesus Cristo que enche o seu coração e lhe garante a vida eterna juntamente com Ele e os demais salvos por Ele.

É muito triste ver uma pessoa que torce ou mata a justiça, passa por cima da verdade para agradar a esse ou aquele. Que se vende para ganhar um dinheiro a mais ou mente, deturpando totalmente a justiça. Muitas pessoas têm atitudes gritantes frente à justiça. Tomam atitudes que desmerecem até o seu valor como seres humanos. Essas pessoas são muito infelizes, porque não conseguem agradar ninguém com suas atitudes vis, desonestas, corruptas. As suas consciências estão cauterizadas, o inimigo das almas imortais tomou conta delas, por isso as pessoas não sentem remorsos em desviar dinheiro, desviar a verdade, ganhar dinheiro fraudulentamente, mentir, condenar inocentes, enfim, essas pessoas são de nenhum valor, muitas vezes são dignas de piedade.

O Senhor Jesus não tem por inocente a pessoa que assim procede. Há um momento na vida da pessoa que tudo isso pesa, e pesa muito, e a pessoa não encontra lugar para o arrependimento. O futuro dessa pessoa é tenebroso, sem rumo certo para o porvir, enfim, cada pessoa prepara o seu futuro. A preocupação deve ser de todas as pessoas. Para Deus não há acepção de pessoas, todas são iguais perante Ele. O convite para a salvação é oferecido a todos, mas a decisão é individual e personalizada. Graças a Deus por isso. “O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre” Is. 32.17.

“O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam” Is. 58.11.

Graça e Paz