Sementes de mostarda

Sementes de mostarda

Sementes de mostarda“… O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vem aninhar-se nos seus ramos” Mt. 13.31,32.

O Senhor Jesus usou em Sua parábola a ilustração de uma planta, cuja semente Ele disse que é a menor entre as sementes, mas depois de cultivada, se torna a maior das hortaliças. A mostarda que existia naquela região, na época de Jesus, era uma planta que atingia mais de um metro e vinte de altura, podendo chegar até três metros.

A parábola compara a pequenina semente ao reino de Deus. Esta semente, ao ser transmitida a uma pessoa, é muito pequena, porque é só um pouquinho da mensagem passada para ela. Daí, o reino de Deus ser semelhante ao grão de mostarda. A semente pequenina é a Palavra de Deus. Plantada no coração do ser humano, nasce, cresce, se fortalece e dá muitos frutos, tornando-se uma grande árvore espiritual. É impossível contar as sementes que uma pessoa planta, porque uma semente pequenina plantada, em um futuro bem próximo, também começará produzir frutos.

A semente de qualquer planta é revestida de um invólucro que protege sua essência (a partícula que vai brotar). Após ser lançada em terra, ela germina, nasce, cresce, se fortalece e dará frutos. Esta semente perde o invólucro que fica na terra, mas ele ofereceu possibilidade daquela semente ser preservada até o seu plantio. A semente espiritual, a Palavra de Deus é a mesma coisa. Ela possui proteção até ser plantada no coração humano, daí germina uma bela planta que dará muitos frutos para o Senhor nosso Deus. Esse invólucro que é a proteção que envolve a semente é o transmissor da Palavra que a leva e a planta na hora certa, no lugar certo e na pessoa certa que o Senhor chamou para fazer parte do Seu povo santo.

“Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas” Ec. 11.6.

“Porque haverá sementeira de paz; a vide dará o seu fruto, a terra, a sua novidade, e os céus, o seu orvalho…” (Zc. 8.12).

Graça e Paz!

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