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Tag: libertação

Povo eleito e abençoado

Povo eleito e abençoado

“Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor que, hoje, vos fará;  porque os  egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis” Êxodo 14.13-14.

Em uma época remota o Senhor Deus tirou o Seu povo da escravidão do Egito. No Egito, o povo judeu era escravizado, explorado, maltratado, enfim, era um povo considerado ignorante.  Mas, este era o povo que Deus abençoara na pessoa de Abraão e sua descendência. Este  povo clamou ao Senhor Deus por ajuda e misericórdia. O Senhor ouviu o seu clamor e veio ao seu encontro. O Senhor não só  libertou, mas  conduziu o Seu povo seguro e protegido de todo e qualquer mal. Embora o povo fosse pouco, ou quase nada  agradecido, o Senhor o protegia dia e noite. Durante o dia com uma nuvem protetora, para que não desanimasse pelo caminho; à noite com uma coluna de fogo, protegendo-o de qualquer ataque de animais selvagens. Tanto a nuvem como a coluna de fogo nunca se apartaram do povo. Êx. 13.21,22. Com a saída do povo hebreu do Egito iniciou-se a grande obra de Deus para com o Seu povo.

O êxodo do povo hebreu do Egito aconteceu devido a opressão e escravidão. O Egito ficou como símbolo da opressão, escravidão, da corrupção, da exploração…  O povo que se libertou politicamente dos egípcios ficou como símbolo de libertação. O Senhor conduziu o Seu povo, e ao atravessar o mar, a Arca da Aliança ia à frente. Quando chegou ao meio do mar o Senhor mandou que a mantivesse parada, até que o povo todo tivesse passado com os pés em terra seca. A Arca da Aliança simbolizava a presença do próprio Deus. O livramento foi tão grande que  aquele povo se viu livre dos egípcios para sempre “…os egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver”.

Realmente, quando o Senhor abriu as águas do mar dos Juncos ou mar vermelho, os hebreus passaram em terra seca, logo após os egípcios entraram também, mas o mar se fechou, levando consigo todos os cavaleiros que estavam ali. Nunca mais os hebreus os veriam. Meditando no versículo acima, concluímos que aquele acontecimento se repete dia após dia. Os opressores, aproveitadores, exploradores, caluniadores, fuxiqueiros, assassinos, corruptos, ladrões, mentirosos, estão e estarão caminhando com todas as pessoas no presente momento, mas quando o Senhor nosso Deus nos levar para a terra prometida, onde mana  leite  e mel, ou seja, para o paraíso celeste, nunca mais essas pessoas malignas serão vistas, nem lembrança alguma restará delas. O Senhor Jesus foi preparar lugar para todo aquele que se converteu e caminhou com  Ele. João 14.1-6.  “… os egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver” Êx. 14.13b.

Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim” João 14.6.

Graça e Paz!

 

Jesus entrando triunfalmente em Jerusalém

Jesus entrando triunfalmente em Jerusalém

A entrada triunfal de Jesus em JerusalémJoão 12.12-19

“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupos de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” Miquéias 5.2.

Numerosa multidão fora a Jerusalém para a festa da Páscoa. A Páscoa tinha um significado muito grande para o povo judeu. Comemoravam a libertação geográfica e política do Egito. Os judeus clamaram a Deus que estavam sofrendo horrores no Egito. Eram escravos, portanto não tinham liberdade para nada, eram maltratados e tolhidos até para prestar culto ao seu Deus. Então Deus os ouviu, e enviou Moisés para libertá-los da escravidão egípcia.

Antes da libertação o povo preparou e comemorou a primeira Páscoa, como o Senhor Deus lhe ordenara. Em seguida, foram livres do julgo egípcio. Daí, todos os anos comemorarem com grandes festas a Páscoa da libertação política e geográfica. Após o sacrifício e a ressurreição de Jesus Cristo todos os seguidores de Jesus comemoram a Páscoa da libertação espiritual. O Senhor Jesus liberta todo aquele que se achega a Ele. Ele oferece a libertação espiritual. A pessoa deixa de ser escrava do pecado, e torna-se uma pessoa livre.

Jesus estava a caminho de Jerusalém, e a multidão que viera para a festa da Páscoa ouviu que Ele estava próximo a Jerusalém. A multidão:  “Tomou ramos de palmeiras e saiu ao Seu encontro clamando: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!” v. 13. Jesus havia conseguido um jumentinho, e montou-o, para se cumprir o que está escrito: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” Zc. 9.9. O jumento na época era a montaria dos reis e grandes senhores em suas visitas e viagens para outras plagas. Assim Jesus ao montar em jumento, na sua entrada triunfal em Jerusalém, estava demonstrando Sua natureza Real.

Jerusalém (= cidade de paz): Podemos usá-la figuradamente como sendo o âmago do ser humano, ou seja, coração/alma/espírito. Jumentinho (animal teimoso, irredutível quando empaca, é muito difícil lidar com ). Pode ser usado figuradamente como o ser humano, que é bem parecido. Mas Jesus vai de encontro com a pessoa tocando em sua vida, e transformando-a totalmente. Jesus envolve a pessoa com a sua capa protetora (vestes), assim como as pessoas a colocaram (vestes) sobre o jumentinho. Ele montou no jumentinho, tornando-o dócil, e assim envolveu e envolve as pessoas que o seguem, tornando-as dóceis, amorosas, espiritualizadas.

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” Jo. 15.16. Jesus entrou triunfante em Jerusalém, e ouviu os gritos da multidão “… Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel”. Assim acontece com todo aquele que o Senhor Jesus tocar, por mais rebelde e teimosa que uma pessoa seja, com o toque bendito do Senhor, ela se torna uma cidadã do reino.

Porque o Senhor Jesus entra triunfante em sua vida, e ouve os gritos de alegria da alma ““… Hosana! “Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel”. Ou seja, Rei do meu coração/alma/espírito. O Senhor Jesus não faz acepção de pessoa, Ele toca na vida de cada uma, mas a decisão é individual e intransferível para outra pessoa. Jesus entra triunfal no coração de cada pessoa que aceita o seu toque, o seu chamamento, o seu convite para morar nas mansões celestiais, juntamente com Ele e todos os salvos e bem-aventurados.

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-vos-á” Mt. 7.7,8.

Graça e Paz!

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará

Conhecereis a verdade...“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” João 8.36.

Se analisarmos as pessoas, chegaremos à conclusão que são seres cheios de medos, malícia, fobia, superstição; tudo para eles causa terror, e uma religiosidade que não leva a nada. No primeiro empecilho que aparece, a pessoa naufraga nos problemas e na falta de solução para eles. Isto acontece com um grande número de pessoas.

Somente a Palavra de Deus (a Verdade) liberta uma pessoa de todos esses medos. A Palavra de Deus oferece segurança, amor, e a direção certa para uma vida de vitórias, primeiramente, espirituais, e em decorrência das espirituais vem às materiais.   A Palavra de Deus oferece respostas a todas as perguntas, ansiedades, dúvidas, e uma religião segura, que conduz a pessoa conscientemente para a vida eterna.

Quando uma pessoa começa conhecer esta Palavra maravilhosa, ela sente algo mudar dentro de si, isto quer dizer, que o Senhor começa tomar posse do lugar que Lhe é reservado dentro do coração/alma/espírito do ser humano. A pequenina semente que liberta é o Evangelho. Pequenina semente – porque se ouve uma pequenina mensagem, que com o tempo crescerá infinitamente. Plantada no coração/alma/espírito humano brotará forte e viçosa. Esta semente cresce, e se fortalece, tornando-se uma grande árvore, que vai dar muitos frutos. Esses frutos darão muitas sementes, que também brotarão, crescerão e darão continuidade ao crescimento do Reino de Deus.

Jesus disse: “… e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8.32. Ele estava alertando, que se a pessoa conhecer a verdade (Sua Palavra), ela ficará livre de todo medo, de toda síndrome do pânico, de toda fobia, de toda malícia (que torna uma pessoa extremamente antipática aos olhos das outras pessoas, além de ofender quem a ouve. A malícia vem da palavra mal, por isso é tão ruim fazer uso dela), de toda ganância (querer passar na frente de outras pessoas quanto ao poder material; tapear as pessoas para levar vantagem em tudo, achar-se superior a tudo e a todos); de toda insegurança que acompanha toda pessoa que se considera ateia; de toda desconfiança que leva as pessoas agirem de uma forma brutal, ignorante, perversa; de toda rebeldia com tudo e contra todos. Essa pessoa é pobre, miserável, cego, nu, surdo, mudo, quanto ao Reino de Deus.

Mas quando a pessoa conhece a Palavra de Deus ela é liberta de todos esses males que a acompanha, praticamente, desde o seu nascimento. Ela se torna mansa (acessível, amável, honesta, amorosa, tranquila, fiel, humilde), e bondosa para com todos que a cercam. A Verdade é o mais puro e sábio ensinamento que uma pessoa pode receber. É um ensinamento que oferece bem-estar a todos que o recebem, e no futuro a vida eterna juntamente com Cristo no paraíso celeste. Por isso que há paz e segurança, porque o futuro está garantido, não havendo necessidade de lutar por ele. Jesus já o fez.

Graça e Paz!

Proteção Divina

Proteção Divina

nuvens brancasÊx. 13.21

“O Senhor ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para  guiá-los pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite”. Êxodo 13.21.

Quando o Senhor Deus tirou o seu povo da escravidão no Egito, Ele guiava o seu povo através da caminhada que faziam até a terra prometida pelo Senhor. Deus os acompanhava com uma coluna de nuvem durante o dia, para que caminhassem em paz, na sombra; e a noite, os acompanhava com uma coluna de fogo, para alumiá-los e aquecê-los, e para que caminhassem em paz. Assim, o povo caminhou durante quarenta anos no deserto, até chegar à terra prometida. Através da Palavra de Deus sabemos que o povo chegou em paz, e passou a desfrutar das delícias daquele lugar. Era um lugar preparado por Deus, e prometido ao povo escolhido e separado por Ele.

Assim acontece a pessoa que se converte ao Senhor, a qual reconhece que por si só não consegue salvar a sua alma/espírito, que não consegue ter paz, então ela procura auxílio espiritual, e só o consegue quando tem um encontro com o Senhor Jesus. ”Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro” I João 4.19.  A partir do momento da conversão (voltar-se ou retornar-se para Deus), uma vez que a pessoa tinha se desviado, se afastado do Caminho do Senhor. Afastando-se do Seu Caminho, a pessoa pratica tudo o que é contrário a vontade de Deus, como: iniquidade, idolatria, promiscuidade, impurezas, feitiçarias, mentiras, bebedice e muito mais.

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo conceda” João 15.16.  Todo ser humano tem oportunidade de se achegar a Deus, mas poucos são os que querem se aproximar e aceitar o Senhor Jesus como seu único e suficiente Salvador pessoal. A decisão é individual, ninguém pode influenciar ninguém a receber o passaporte para a vida eterna juntamente com os salvos e bem-aventurados.

Muitas pessoas retrucam que são religiosas, são fiéis aos olhos das pessoas que os cercam, são honestas, aparentemente está tudo certo, mas o Senhor sonda os corações, Ele conhece o mais íntimo do ser humano, por isso lemos no v. acima “Não fostes vós…”, porque o Senhor conhece o íntimo de cada um. Não basta parecer religioso ou fingir-se sê-lo, somente o coração dirá a verdade sobre a pessoa. “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” Sl. 119.11.

Voltemos ao texto base: O Senhor Deus nos promete segurança “… o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal” Sl. 1.33.  O Senhor promete uma coluna de nuvem para nos proteger de dia, para nos guiar seguramente pelas sendas da vida; e uma coluna de fogo durante a noite, para caminharmos sem o terror noturno. Estas colunas nunca se apartam do povo de Deus. É uma proteção constante. Toda proteção relatada aqui é espiritual, nós não vamos ver fisicamente a coluna de nuvem, nem a coluna de fogo, mas elas estão constantemente sobre as nossas cabeças, revestindo-nos com toda proteção necessária; proteção essa extensiva a nossa vida cotidiana, isto é, física.

fogo IIAssim como, Deus guiava em segurança o povo que Ele tirara da escravidão política do Egito, e o levou seguro a terra que Ele prometera como presente, para que vivesse seguro no seu próprio patrimônio; também Ele promete a todo aquele que se converter do seu mau caminho, arrependido dos seus pecados, e se propuser andar nos Caminhos do Senhor (nunca se esquecer que há necessidade de pureza de coração, sinceridade de alma/espírito) e se mantiver fiel à Palavra de Deus, chegará tranquilo às mansões celestiais. João 14.2.

Cântico dos Cânticos de Salomão

Cântico dos Cânticos de Salomão

perola“Deus é Espírito, e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade”. João 4.24.   O livro bíblico CANTARES ou CÂNTICO DOS CÂNTICOS, escrito por Salomão, retrata a criação perfeita de Deus. Deus criou o homem e a mulher a sua imagem e semelhança moral  (Gn. 1.26). Deu-lhes poder sobre os peixes do mar, sobre os animais da terra, sobre as plantas em geral. A criação de Deus é perfeita.  O ambiente em que Deus colocou o ser humano era repleto de amor, compreensão, enfim, um ambiente perfeito para uma vida feliz e completa. A perfeição de Deus é inquestionável, e tudo que Ele lhes ordenara  era perfeito.

Mas o ser humano desobedeceu, e saiu do Seu plano perfeito. Aí começou a depravação, o pecado, idolatria, enfim, tudo ao contrário daquilo que Deus criou com a maior perfeição. Daí começou a peregrinação e revolta do ser humano. O ser humano vê e analisa tudo com os olhos físicos, com sentidos sensuais, deturpando tudo o que aparece em sua frente. É muito comum ouvirmos ou lermos alguma coisa sobre o livro de Cantares (é muito sensual, é puro sensualismo, é o livro mais sensual da Bíblia…), mas o livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos é a perfeita criação de Deus para os Seus amados. Tudo é muito lindo! É uma vida perfeita no porvir, juntamente com Ele no Paraíso celeste.

O livro Cantares ou  Cântico dos Cânticos nos transmite essa mensagem de perfeição da criação de Deus. O escritor nos mostra como será a glória e a perfeição da vida no porvir. Tudo é lindo, maravilhoso, uma vida sem entraves, apenas de delícias espirituais. “As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios, afogá-lo:  ainda que alguém desse toda a fazenda de sua casa por este amor, certamente a desprezariam”. Ct. 8.7.

Cantares é de características únicas  na Sagrada Escritura. Trata-se do Cântico dos Cânticos do amor de Jesus Cristo pela Sua noiva (salvos) comprada pelo sangue.

  Quantas vezes  uma pessoa  perde o sono e tenta orar, e não consegue, porque algo atrapalha, e há trevas ao derredor. Ela não entende o porquê daquilo que está acontecendo, mas ela está preocupada com as coisas materiais, com o comportamento físico, logo, o espiritual fica prejudicado. Se fosse no plano perfeito de Deus, tudo seria maravilhoso. A pessoa encontraria o Senhor da Glória, dormiria tranquila, descansaria, e seria totalmente feliz.

Na Palavra de Deus encontramos alguns cânticos de louvor profundo ao nosso Deus, como o de Moisés e Miriã, que louvaram a Deus com todo o poder de sua alma/espírito (Êx. 15); o cântico de louvor de Ana (1 Sm. 2); o cântico de Davi (1 Sm. 22); o cântico de Débora (Jz. 5).  São cânticos de louvor do mais profundo da alma/espírito desses seres,  gratos pelas bênçãos recebidas das dadivosas mãos do Senhor da Glória.

canticos 2Nesses cânticos há  gratidão pelas bênçãos recebidas,  como: salvação, alegria, gozo, libertação, juízo, vitória, passagem de humilhação para glória, esperança, graça, etc.  O cântico  mais longo e encantador é o cântico do  amor, escrito em oito capítulos, que é considerado o Cântico dos Cânticos. Cantares é o cântico do amor do Antigo Testamento. É a manifestação do grande Amor de Deus  aos Seus amados.

“Eis que Deus é a minha salvação:  confiarei e não temerei,  porque o SENHOR Deus é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação”. Is. 12.2.