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Tag: Pedro.

Esqueça

Esqueça

Esqueça!Sl. 138

“Render-te-ei graças, Senhor, de todo o meu coração; na presença dos poderosos te cantarei louvores” Sl. 138.1

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim; renovam-se cada manhã. Grande é a Sua fidelidade” Lm. 3.22,23.

Esqueça todo esforço dedicado para chegar sozinho até Deus. Deus não se agrada do que é prometido ou feito pelo ser humano. Quando Jesus se transfigura diante de Pedro, Tiago e João, depois com a presença de Elias e Moisés, Pedro toma a palavra e diz ao Senhor: “… bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias” Mt. 17.4b. Logo em seguida. Uma nuvem levou Elias e Moisés, ficando apenas o Senhor Jesus e os discípulos: Pedro, Tiago e João. O Senhor quis mostrar quão importante é o Seu Reino. Um Reino espiritual, Reino eterno, onde o ser humano não pode construir nada material. O importante é o espiritual. Mas o espiritual só se adquire quando a pessoa se aproxima do Senhor Jesus, e recebe a Sua bênção maravilhosa. O Senhor Jesus está sempre de braços abertos para receber todo àquele que se aproximar d’Ele para recebê-lO como seu único e suficiente Salvador pessoal.

Tudo que o ser humano faz é imperfeito, falho, por ser baseado no mundo material. É praticamente impossível dissociar o material do espiritual. Somente quando o Senhor toca no coração de uma pessoa, e ela aceita o convite do Senhor para fazer parte do Seu rebanho Santo. Deus é Espírito. Importa que Seus adoradores O adorem em Espírito e Verdade (João 4.23). O Senhor nosso Deus nos conhece desde antes da fundação do mundo (Sl. 139.16 – “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda”).

O plano de Deus para com o ser humano é tão profundo, que dificilmente, a pessoa entende. Muitas pessoas fazem promessas para conseguir algo de Deus, mas é tudo cilada do inimigo das almas imortais. Tudo o que o ser humano apresenta a Deus não é puro, nem verdadeiro, não é honesto. Sempre há uma pontinha de querer levar vantagem em alguma coisa, ou de certa forma passar Deus para trás. Quando alguém faz uma promessa a Deus, primeiro ele quer receber a bênção, depois tentará cumprir o prometido. Ele trata com Deus como se ele decidisse sobre isso ou aquilo. É apenas um negócio. Isto insulta a Deus. O ser humano não tem nada que possa oferecer a Deus, porque Deus só Se agrada de algo espiritual e realizado dentro da fidelidade, do amor, da santificação. O Senhor Deus exige que sejamos santos, porque Ele é Santo: “… Sede santos, porque eu sou santo” 1 Pedro 1. 16b.

O maior esforço ou sacrifício humano não compra a amizade de Deus, nem uma só de Suas bênçãos. Deus é maravilhoso, grandioso, amoroso. Ele estende a mão a cada pessoa que o busca, que quer caminhar com Ele. Mas Ele nos dá o livre arbítrio para que cada um tome a sua decisão, e dedique o melhor de si. Isto é, escolha o Senhor Jesus para ser seu único e suficiente Salvador pessoal. A escolha é individual e personalizada.

A Palavra de Deus nos orienta em tudo de bom que precisamos para ter comunhão com o nosso Deus. Somente Deus é terno, Amor, Bondade, Fidelidade. Tudo o que Ele permitiu que aos profetas e aos escritores bíblicos escrevessem a Seu respeito e Seu querer para com o ser humano, é sempre atualíssimo. (Is. 1.19). Deus quer o melhor a cada ser humano indistintamente, basta que a pessoa queira caminhar com Ele pelas sendas da vida. E no futuro habitar a mansão celestial que o Senhor Jesus foi preparar (João 14.2). Jeremias lamentou as tragédias e provações em sua vida, e na vida do seu povo. Mas, ele não pode fazer nada para evitar os acontecimentos. Esqueça os sacrifícios, as promessas individuais, e aceite o sacrifício do Senhor Jesus Cristo na cruz do calvário. Através do Seu sacrifício e ressurreição Ele nos oferece gratuitamente a salvação de nossas almas imortais.

“Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo (corpo) se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial” 2 Co. 5.1,2.

“Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade sobre os que O temem, e a Sua justiça, sobre os filhos dos filhos” Sl. 103.17.

Graça e Paz!

Pedro nega a Jesus

Pedro nega a Jesus

Pedro nega a JesusJoão 18.15-32

Pedro e outro discípulo acompanharam a Jesus ao ser preso. Mas somente aquele discípulo que era conhecido do sumo sacerdote entrou com Jesus para o pátio deste. Pedro ficara do lado de fora, junto à porta. O outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou com a encarregada da porta e levou a Pedro para dentro.

Alguns servos e os guardas do sumo sacerdote estavam se aquecendo numa fogueira que fizeram, porque estava muito frio. Pedro estava no meio deles aquecendo-se também. Quando uma criada do sumo sacerdote lhe perguntou: “Não és tu também um dos discípulos deste homem? Não sou, respondeu ele” v. 17. Pedro teve medo, não conseguiu testemunhar que era discípulo do Senhor Jesus.

Jesus estava na presença de Anás, o sumo sacerdote, e foi interrogado por ele a cerca de Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus declarou-lhe: “Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto” v. 20. Jesus ensinava a todos que frequentavam as sinagogas e os templos, mas poucos eram os que aceitavam. Jesus ainda manda Anás perguntar aos freqüentadores tanto das sinagogas como dos templos, se havia dito algo escondido ou errado. Um dos guardas não gostou da resposta de Jesus, e lhe deu uma bofetada.

Anás, o sumo sacerdote, envia Jesus a Caifás, sumo sacerdote também. Em seguida, Jesus é enviado para o pretório (Tribunal de Justiça). “Pilatos saiu para lhes falar e lhes disse: Que acusação trazeis contra esse homem?” v. 29. Os sumos sacerdotes inventaram uma série de mentiras contra o Senhor Jesus, mas queriam livrar-se do delito porque queriam comer a Páscoa tranquilamente. Então Pilatos lhes disse que julgassem a Jesus segundo as suas leis. “Mas responderam-lhe os judeus: “A nós não nos é lícito matar ninguém” v31b.

Os sacerdotes que queriam que Pilatos condenasse Jesus saíram com uma boa desculpa: que não lhes era lícito matar um homem, mas era lícito matar alguém espiritualmente? Porque matar não é somente tirar-lhe a vida física, orgânica, matar é: tirar a razão de uma pessoa, tirar-lhe o ânimo de viver, inventar mentiras que prejudiquem a pessoa, atingir-lhe moralmente, enfim, matar tem amplo sentido. É tão grave quanto tirar a vida física ou orgânica de alguém, tirar-lhe a vida espiritual. Isso os sumos sacerdotes fizeram largamente contra o Senhor Jesus.

Pedro continuava à beira da fogueira juntamente com os servos e os guardas do sumo sacerdote, quando lhe perguntaram: “És tu, porventura, um dos discípulos dele? Ele negou e disse: Não sou. Pedro negou a Jesus pela segunda vez. Logo em seguida, um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou: “Não te vi eu no jardim com ele? “De novo, Pedro O negou, e, no mesmo instante, cantou o galo” vs. 26b, 27.

Quando Jesus falara a respeito dos próximos acontecimentos, Pedro se propusera acompanhar o Mestre por onde quer que Ele fosse, e se necessário, morreria com Ele. Mas Jesus lhe disse que antes que o galo cantasse Pedro O negaria três vezes. Assim aconteceu. Mas Pedro se arrependeu amargamente, chorou muito e pediu perdão a Jesus. Jesus o perdoou, depois ele foi o grande apóstolo Pedro.

Graça e Paz!

Jesus no Getsêmani

Jesus no Getsêmani

Jesus no GetsêmaniJoão 18.1-11.

Jesus sabia que estava próxima a sua prisão e julgamento humano, pelas pessoas que jamais entenderam a sua mensagem. Pessoas que só tinham visão para o mundo incrédulo. Depois que Jesus orientou os seus discípulos sobre o que iria acontecer a Ele, retirou-se. Jesus e seus discípulos foram para o outro lado do ribeiro Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles.

Judas, o traidor, conhecia bem aquele lugar, pois estivera antes ali na companhia de Jesus. “Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegaram a este lugar com lanternas, tochas e armas”. Judas e os demais guardas trataram a Jesus como se fosse um criminoso. Com todos esses aparatos dava a impressão que procuravam alguém muito perigoso. Realmente, Jesus era muito perigoso para Judas e para os guardas. Se Jesus entrasse em suas vidas, eles seriam totalmente transformados, deixariam o vício, o roubo, a covardia, a inveja, a maldade, o desejo do mal para o próximo. Eles seriam nascidos de novo, nascidos espiritualmente.

Atualmente, Jesus ainda representa um grande perigo para os ateus, covardes, egoístas, invejosos, maldosos, assassinos espirituais que matam a alegria de uma pessoa, matam o bom senso, distribuem pessimismo, baixa autoconfiança, baixa auto-estima, desvalorizam tudo o que outro faz ou alcança com seus próprios esforços. Essas pessoas são assassinas da personalidade alheia; muitos tem o dom de derrubar o outro em tudo que o outro faz.

Jesus representa um grande perigo, que é o de transformar esses sentimentos maldosos que existem demais no mundo incrédulo, em sentimento de vitória, de bênçãos sem medida, amor ao próximo como Jesus nos amou primeiro, vida consagrada a Deus, com toda paz que Ele tem para dar. Além do mais importante perigo, o da salvação das almas imortais e uma bela morada nas mansões celestiais juntamente com Jesus e os seus seguidores. Jesus é um grande perigo. Ele pode transformar tudo e todos, num piscar de olhos. A transformação que Jesus oferece é eterna, e sempre para o bem.

O poder de Jesus é tão grande e maravilhoso, que quando os guardas disseram que foram prendê-lo, só de Jesus responder a eles, todos os guardas recuaram e caíram por terra. v. 6b. Prenderam a Jesus, e Pedro quis defendê-lo, puxou da espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote, e o nome do servo era Malco. v. 10b. Jesus repreendeu Pedro porque ele não entendia que seria necessário que Jesus passasse por aquele sofrimento e morte de cruz. Depois ressuscitaria como estava profetizado no Velho Testamento. O Pai já havia dado todas as coordenadas pelas quais Jesus passaria e venceria a morte. Jesus estava cumprindo o que o Pai determinara.  Jesus foi conduzido até Anás, pela escolta, o comandante e os guardas dos judeus. Se a pessoa ainda não aceitou a Jesus, corra o perigo de aceitá-lo, com todas as bênçãos inerentes. É um doce perigo.

Graça e Paz!

O traidor indicado

O traidor indicado

O traidor é indicadoJoão 13.12-38.

Jesus participava da última ceia, juntamente com seus discípulos, quando Ele (Jesus) revelou que um dentre eles O havia de trair. Todos ficaram preocupados com a revelação. Pedro pediu ao discípulo que estava mais próximo a Jesus, que perguntasse quem O havia de trair. Porque todos se preocuparam, pensando que fosse individualmente cada um. Era natural aquela preocupação, uma vez que alguém havia de trair o amado Mestre.

Durante a ceia Jesus havia dado uma grande lição de humildade e uma grande mensagem a todos os presentes, quando lavou e enxugou os pés aos discípulos.  Determinou ainda que seus discípulos fizessem o mesmo. Foi um gesto de humildade com significado mui valioso, porque através do lavar os pés ficou claro que para a pessoa ser salva ela precisa estar totalmente limpa, e não apenas pela metade. Jesus quer que a pessoa seja totalmente d’Ele, assim ela receberá as bênçãos no seu total, e não as migalhas.

Os discípulos preocupados queriam saber quem O havia de trair.  Jesus disse: “… Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar” v. 18b. Pelo visto, não estava no plano de cada um trair a Jesus, porque se sentiam muito bem ao Seu lado. Depois que disse estas cousas angustiou-se Jesus em espírito. Os discípulos olharam uns para os outros preocupados e queriam saber de quem se tratava. Então, Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado. Tomou, pois, um pedaço de pão e, tendo-o molhado, deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes” v. 26.

“E, após receber o bocado, imediatamente, entrou nele Satanás. Então, disse Jesus: O que pretendes fazer, faze-o depressa” v. 27. Judas saíra imediatamente. Os discípulos não entenderam porque Judas saíra tão rapidamente. Pensavam que ele saíra para comprar alguma coisa que faltava na mesa, uma vez que Judas tinha a bolsa, logo tinha o dinheiro. “Ele, tendo recebido o bocado, saiu logo. E era noite” v. 30. Assim Judas foi e traiu a Jesus por dinheiro.

Todos os discípulos se compraziam na companhia do Mestre. Aprendiam com Ele. Seguiam-no por todos os lugares. O mesmo tempo que os discípulos despenderam para seguir a Jesus, Judas também o fez, mas com uma diferença: os discípulos eram sinceros, fiéis, amavam o Mestre, e queriam ficar sempre próximo a Ele; Judas era ladrão, desonesto, mau elemento, pensava unicamente no material, levar vantagem em tudo. Não titubeou um só momento, e traiu a Jesus por algumas moedas.

Judas acompanhou de perto o Senhor Jesus, viu seus sinais, desfrutou da boa amizade, ceou com Jesus (a ceia só é oferecida aos amigos mais íntimos, alguém que a pessoa preza muito, mas Judas retribuiu com a traição), teve toda chance de acompanhá-lo, de servi-lo. Tudo isso não foi suficiente para a salvação de sua alma imortal. Judas teve remorso pelo que fez, mas não se arrependeu (não encontrou lugar para o arrependimento), O remorso por maior que seja não é arrependimento. Arrependimento traz vida, perdão, tranquilidade, bem-estar. O remorso mata a alma.

A figura de Judas não ficou apenas para Judas Iscariotes. É muito comum encontrarmos Judas na vida das pessoas. Porque há pessoas que roubam a paz de outras, que vendem o nome do Senhor Jesus por dinheiro, e ainda acham que estão corretos. São piores do que Judas Iscariotes, porque Judas teve remorso, e remorso muito grande. Tentou devolver o dinheiro aos sumos sacerdotes, mas não conseguiu, porque quem comprou a desgraça do outro, nem sempre consegue consertar o estrago feito. Há muitos Judas modernos vendendo Jesus, outros arrancando as sementes (Palavra de Deus) plantadas no coração/alma/espírito das pessoas, outros destruindo tudo que é espiritual, que é bom, que é saudável, e valorizam o material, o dinheiro, o social, exploram em tudo o próximo, enfim, amam o mundo incrédulo.

“Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem: porque eu o sou”. v.13.

Graça e Paz!

13.12-38.

Jesus lava os pés aos discípulos

Jesus lava os pés aos discípulos

Jesus lava os pés aos discípulos 1João 13.1-20

Os preparativos para a noite estavam prontos. Quando chegou à hora, Jesus e seus discípulos subiram para o cenáculo, onde se inclinaram ao redor de uma mesa. Jesus deu abertura da ceia, à noite, dizendo: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” Lc. 22.15. Aquela noite seria diferente de todas as outras noites. Jesus sabia que havia chegado a hora de passar pelo sofrimento que estava profetizado no Velho Testamento.

“Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que traísse a Jesus” v. 2. Jesus sabia “que o Pai confiara tudo em Suas mãos, e que Ele viera de Deus, e voltava para Deus” v. 3. Judas Iscariotes era um dos discípulos de Jesus, mas que não aceitou os sinais que Jesus fazia, nem a companhia de Jesus para a sua vida. Não pensou duas vezes, traiu o Amado Mestre por dinheiro. É muito triste saber que uma pessoa tão próxima a Jesus tenha se desviado e se perdido para sempre. Ele teve remorso pelo seu feito, mas remorso não é arrependimento. O remorso mata, o arrependimento traz vida, perdão.

Durante a ceia o Senhor Jesus levantou-se, tirou a roupa de cima ou capa, cingiu-se com uma toalha, e deitou água em uma bacia e passou a lavar os pés dos discípulos e enxugá-los com a toalha. Pedro ficou indignado porque o Senhor estava lavando os pés dos discípulos, e disse: “Senhor, tu me lavas os pés a mim?” v. 6b. Mas Jesus lhe respondeu que ele não entenderia no momento, mas entenderia depois. Jesus lhe disse: “Se eu não te lavar, não tens parte comigo” v. 8b. Pedro feliz lhe pediu: “Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça” v. 9.  O Senhor respondeu que aquele que se banhou está limpo, necessita lavar somente os pés. “Pois ele sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: Nem todos estais limpos” v. 11.

Quando Jesus fala a respeito do banho, Ele se refere à pessoa que está lavada pela Palavra de Deus. Que a Palavra de Deus encontrou receptividade no coração das pessoas ali presentes. Mas nem todos receberam essa bênção maravilhosa. No caso, Judas Iscariotes preferiu o mundo incrédulo, e traiu a Jesus por dinheiro; a ganância o levou ao delito. A atitude de Jesus de lavar os pés aos discípulos nos levou a entender que se a pessoa está limpa pelo banho da Palavra de Deus, ela ainda precisa lavar os seus pés, para ficar totalmente limpa, ou constantemente verificar, consultar o seu interior para saber se há algo errado em sua vida, e se houver pedir perdão a Deus. E estar sempre em paz com Ele e com a sua consciência.

A atitude de Jesus foi de humildade, e transmitiu que todos devem estar limpos por inteiro, e não somente por partes. “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros” v. 14.  Sim, devemos nos preocupar com aqueles que estão apenas banhados, para que também os pés sejam lavados. Assim todos devem estar limpos diante d’Ele. Judas estava banhado, pois ele ouviu a Palavra de Deus, viu os sinais que Jesus fazia, andava com o Senhor, ouvia a voz do Senhor, mas não estava de todo limpo. “… Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar” v. 18b. Judas teve a grande oportunidade, mas jogou-a no lixo. Existem muitos Judas por aí, que ouvem, aprendem, mas não aceitam a oferta gratuita da salvação de sua alma imortal. Muitas pessoas ainda precisam lavar os pés para ficar totalmente limpas e inseridas no rebanho do Senhor Jesus. O lavar os pés tem um simbolismo. Significa que sempre devemos verificar nossa vida e evitar que surjam arestas que impedem nossa perfeita comunhão com Deus.

Jesus disse: “Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU” v. 20.

 

Graça e Paz!

Jesus anda por sobre o mar

Jesus anda por sobre o mar

Jesus anda por sobre o mar 1João 6.16-21.

“Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador” Is. 43.11.

Ao entardecer os discípulos de Jesus desceram para o mar, e tomaram um barco para passarem do outro lado, rumo a Cafarnaum. Jesus não estava com eles, porque subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Quando estavam longe, vinte e cinco a trinta estádios, e já estava escuro, as águas começaram a agitar-se cada vez mais forte, e um vento amedrontador começara a trazer medo aos discípulos de Jesus. Havia muita insegurança, porque Jesus não estava com eles no barco. Ao longe, os discípulos avistaram um vulto que vinha em direção ao barco, e ficaram atemorizados, porque acreditaram tratar-se de um fantasma. Não reconheceram a figura de Jesus, apenas viram um vulto. Mas Jesus lhes disse: “Sou eu. Não temais!” v. 20. Eles de bom grado receberam a Jesus no barco, e logo chegaram ao seu destino. As pessoas ficam amedrontadas por qualquer acontecimento que foge ao seu controle, porque lhes faltam segurança espiritual, e a presença marcante de Jesus em suas vidas. As pessoas se apegam as mais variadas coisas ou objetos para se agarrarem, mas isto não satisfaz.

Quantas vezes as pessoas se apegam a alguma coisa ou objeto feito pela mão humana e creem no objeto como se fosse um deus. Sempre ficam decepcionadas, porque tudo que é feito pela mão humana é imperfeito, falho e decepcionante. Tudo que é feito pela mão humana é menor que o ser que o construiu ou o fez. Somente Jesus que foi ao encontro dos discípulos, e subiu no barco para acalmá-los, é real. Jesus é vivo, e, assim, é um Ser; portanto, Ele pode agir, reagir, e fazer maravilhas.

O mar simboliza a vida agitada de cada ser humano, cheia de altos e baixos. No decorrer da vida aparecem tantos imprevistos que é muito difícil a pessoa caminhar sozinha. O ser humano foi criado para ser dependente do seu Criador. Deus ama a Sua criação, e tem planos maravilhosos para oferecer a todo aquele que humildemente volta-se a Ele, entrega a Sua vida nas mãos d’Ele. Deus enviou Jesus Cristo para realizar a obra da Redenção. Nós vivemos na época da graça, porque Jesus oferece a salvação de graça a todo aquele que quiser ser salvo. A oportunidade nos é dada aqui, enquanto estamos vivendo, depois não haverá outra chance.

Jesus anda sobre o mar da vida. Quando tudo parece perdido, o medo se apodera da pessoa, ela vê a Jesus como um fantasma ao longe se aproximando. Cabe a cada pessoa se manifestar, e querer que Jesus entre no seu barco (vida) e dissipe todo o medo, treva, temor, e receba-O com alegria. Jesus está sempre perto para resolver todo e qualquer problema, quer seja fácil, quer seja difícil. Para Jesus não há impossíveis, tudo e todos estão ao Seu alcance. O nosso barquinho (vida) é frágil, nós somos medrosos, não temos confiança em nós mesmos o suficiente para enfrentarmos as tempestades da vida. Mas temos a Fortaleza que é o Senhor Jesus para nos dirigir, nos comandar, nos cuidar como se fôssemos pequenos seres indefesos, a pedir ao Senhor para nos abrigar de todo o mal. “Não temas, ó bichinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu redentor é o Santo de Israel” Isaías 41.14. Santo de Israel – Jesus Cristo. (… povozinho de Israel – pessoas que aceitaram o Senhor Jesus como o seu único e suficiente Salvador pessoal).

O Senhor Deus nos diz: “Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo não te queimarás, nem a chama arderá em ti” Is. 43.2.

“Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor desde o fim da terra: vós que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele; vós, ilhas, e seus habitantes” Isaías 42.10.

“Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” Apoc. 22.1.

Graça e Paz!