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A bênção da união fraternal

A bênção da união fraternal

Sl. 133.

O salmo 133 foi escrito por Davi, rei de Israel. É um salmo de romagem ou peregrinação.  Quando os judeus iam ao templo cultuar a Deus, iam cantando e louvando com salmos. Os salmos eram memorizados, porque na época não havia a letra escrita ou impressa com a facilidade de hoje, para se adquirir uma cópia. O povo caminhava em grandes grupos cantando alegremente ao Senhor Deus. O salmo 133 passa a mensagem de confraternização e união perfeita. O rei Davi desejava que a união fosse boa, formosa, magnífica, preciosa ao povo de Israel. Os benefícios da união fraternal eram mui agradáveis, prazerosos, tanto coletiva como individualmente. A conclusão era que não deveriam dispensar as bênçãos da união fraternal, na família sanguínea ou na família espiritual.

Davi faz comparação com o óleo! “É como o óleo precioso…”. O óleo precioso era aromático, preparado segundo orientação de Deus. Era composto de mirra, cinamomo odoroso, cálamo aromático, cássia e de azeite de oliveira. Era usado para fins específicos, segundo orientação rígida do Senhor Deus (Êxodo 30.22-38). Era trabalho de arte do perfumista. Tinha a finalidade medicinal ou para ungir e consagrar o sacerdote. O sacerdote ungido se tornaria o elo entre o povo e Deus. Arão foi separado e ungido (Êxodo 40.13-15). O óleo derramado sobre a sua cabeça indicava consagração e proteção da mente, e o óleo sobre as vestes simbolizavam pureza e santidade – vestes limpas diante de Deus, isto é, vestes espirituais. Era expressamente proibido o perfumista ou outra pessoa qualquer fazer esse óleo ou dele fazer uso comum. A pessoa que assim o fizesse perderia a vida imediatamente, porque o Senhor assim o determinou.

Davi ainda faz comparação com o orvalho “É como o orvalho…”. Geograficamente o monte Hermom ficava distante do Monte Sião (cerca de 200 km ao norte de Jerusalém, com uma altitude de 2.814 m. tendo o seu cume coberto de neve, enquanto as terras ao redor eram causticantes devido ao sol de verão. O verdadeiro sentido do monte Hermom é a altitude do nível espiritual de uma pessoa, e o orvalho é o resultado dessa vida. Orvalho é muito bom, é um sereno fresquinho ou gotículas de água, que alegram e alimentam as plantas, assim é o orvalho espiritual – ele refrigera, acalma, consola e alimenta a alma ressequida pelo mau tempo espiritual. É o orvalho da graça de Deus. Quanto mais alto o Monte Hermom de uma vida, mais orvalho (bênçãos) sai em decorrência disso. É impossível medir a altitude de uma vida espiritual, nem as bênçãos decorrentes dela, daí, o verdadeiro sentido do salmo 133. Se a mensagem estivesse só na altura do monte, ou na neve que está por cima dele ou no orvalho que desce dele, não haveria sentido de estar relatado na Palavra de Deus. O salmista dá um sentido espiritual maravilhoso à sua geração e às gerações vindouras. Se a comparação fosse só física seria impossível o orvalho descer 200 km até o outro monte. No sentido espiritual o orvalho representa as bênçãos do Senhor na vida de uma pessoa, e que as bênçãos não têm extensão definida, vão muito além de 200 km.

No Novo Testamento somos um povo de sacerdotes (1 Pe 2.9). Cada cristão tem a mesma responsabilidade de um sacerdote, ungido com o sangue de Cristo e o poder de Deus, para ser íntegro valioso na presença do Senhor. A responsabilidade passou a cada ser humano, e deixou de ser apenas àquele sacerdote específico relatado no Velho Testamento. O óleo representa a presença do Espírito Santo promovendo a união fraternal na Igreja e na vida do seu povo.

“Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio…” Oséias 14.5.

Parábola do rico e o mendigo

Parábola do rico e o mendigo

Lc. 16.19-31

Há muita divergência quanto à interpretação desta parábola. Jesus Cristo ensinava através de parábolas para que o povo entendesse melhor a Sua mensagem de vida eterna. Nesta parábola notamos as duras críticas que Jesus fez as pessoas que tinham aparência de santos, mas na realidade não os eram. Havia um grupo de pessoas que formava uma sociedade a parte. Eram pessoas preparadas para ensinar as Escrituras ao povo de maneira geral, mas que não zelavam pelos seus postos de trabalho. Eram eles:

Os saduceus que seguiam o Velho Testamento escrito. Ocupavam a maior parte das cadeiras do Sinédrio (tribunal judaico formado por sacerdotes, anciãos, escribas, e que julgavam crimes entre o povo de Israel).  Não criam na ressurreição do corpo, nem em anjos, nem em espíritos.

Os fariseus (santos), por outro lado, criam na ressurreição do corpo, em espírito, e em anjos, seguiam o Velho Testamento escrito, mas valorizavam também a tradição oral das Escrituras. A tradição oral estava cheia de erros e muitos acréscimos. Tinham a incumbência de ensinar o povo espiritualmente.

Os sacerdotes que deveriam representar e ensinar o povo, não estavam preocupados com o reino de Deus. Estavam preocupados com a sua vida social e material. Eram omissos em sua responsabilidade para com Deus.

Os escribas pessoas letradas que tinham a função de copiar as Escrituras, e ensiná-las ao povo em geral. Mas, tanto os saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas eram orgulhosos, egoístas, omissos, vaidosos, falsos, soberbos, todos esses adjetivos condenados por Jesus Cristo. Jesus não os condenou por serem pessoas de posses materiais, Deus não condena as posses de uma pessoa. Davi, Abraão, Salomão eram extremamente ricos, nem por isso foram condenados, muito pelo contrário, foram considerados amigos de Deus. O que Jesus condenou foi excesso de hipocrisia, de maldade, de egoísmo, falsidade. E não se envergonhavam de praticar tais atos.

Esta parábola ilustra bem a situação do povo judeu da época de Jesus. Os saduceus, os fariseus, os escribas e os sacerdotes estavam todos na mesma situação espiritual, isto é, omissos quanto a sua responsabilidade espiritual. Viviam longe de Deus e do Senhor Jesus Cristo. Eles eram os seus próprios deuses. Conduziam suas vidas como bem entendiam, sem se preocupar em ensinar as Escrituras às pessoas em geral. Consideravam o povo como: “Quanto a esta plebe que nada sabe da lei, é maldita” João 7.49. Se a plebe não sabia nada da lei, era porque não era ensinada. Os doutores da lei a quem cabia a transmissão da Palavra de Deus, estavam preocupados com todas as coisas materiais, menos as espirituais. (Rm 10.3,4).

O povo era iletrado, sem grandes oportunidades de aprenderem o que estava escrito nas Escrituras Sagradas, eram pobres no que se referia ao orgulho, egoísmo, falsidade, vaidade, eram pessoas comuns, que não tinham oportunidade de evoluírem espiritualmente. Aos olhos dos saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas o povo era considerado doente espiritual, repulsivo perante esses doutores da lei. Mas, para o Senhor Jesus todos são iguais perante Sua Lei, e o Senhor extremamente Justo mandou cada um para o seu lugar. Daí a mensagem da parábola: os doutores da Lei que viveram a seu modo, sem se importar com o reino de Deus, quando chegaram lá do outro lado, encontraram o lugar que eles prepararam, ou seja, a condenação eterna.  Aquele que não tem o Espírito de Cristo esse tal não é d’Ele (Rm 8.9). A condenação é certa. O povo iletrado, frágil espiritualmente, privado do conhecimento que lhe era negado pelos doutores da Lei, facilmente sugestionado por qualquer ideia diferente, era considerado desculpável perante a Lei, logo teria um melhor lugar do outro lado. (Rm 10.14).

Hoje a situação continua a mesma, e os saduceus, fariseus, escribas, sacerdotes modernos, continuam iludindo o povo. Apresentam uma bela aparência de espiritualidade, mas no fundo são os mesmos ‘sepulcros caiados’ de outrora (Mt 23.23). Exploram o povo com as mais variadas ciladas, levam consigo multidão. Pessoas muitas vezes necessitadas espiritualmente acreditam que estão buscando a Deus, mas a essência é pura tapeação. Um dia enfrentarão o tribunal de Deus, e se lembrarão da parábola “O rico e o Lázaro” com todos os adjetivos citados acima. Tapear o povo é fácil, mas tapear a Deus é impossível.

“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não d’Ele” Rm. 8.9.

 

Graça e Paz!

A crucificação

A crucificação

CrucificaçãoJoão 19.17-42

Logo após Pilatos entregar Jesus para ser crucificado, os guardas O levaram a um lugar chamado Gólgota, que significa Lugar da Caveira. Jesus foi crucificado juntamente com outros dois homens, ficando um de cada lado e Jesus no meio. Deram-lhe a beber vinho com fel (Sl. 69.21), mas Ele, provando-o, não quis beber. “Então, O crucificaram e repartiram entre si as vestes dele, lançando-lhes sorte, para ver o que levaria cada um” Mc. 15.24. “O povo que estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido” Lc. 23.35. Igualmente os soldados O escarneciam. “Pilatos escreveu também um título e o colocou no cimo da cruz; o que estava escrito era: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” v. 19. Este título estava escrito em: hebraico, latim e grego, nas iniciais em Latim I.N.R.I.

Os principais sacerdotes contestaram o que Pilatos escreveu, mas ele lhes disse: “O que escrevi, escrevi” v. 22b. Pilatos já estava cansado daquela interferência dos principais sacerdotes, que não queriam assumir a morte de Jesus, pois, Pilatos não O condenaria à morte porque O julgava inocente. Os sacerdotes queriam dar palpites em tudo, visando condená-lO, notadamente porque Jesus dissera o que sempre foi, Rei de Israel.

Desde a mais remota antiguidade, Israel era reinado e cuidado por Deus, e Deus constituía juízes para o governo do povo. Mas quem realmente reinava era o próprio Deus. Assim Jesus como a encarnação do Verbo era de fato e de direito o Rei de Israel.

Os juízes lideraram por muito tempo. Quando Samuel envelheceu, e começou a preparar os seus filhos para que o substituíssem houve assim certo descontentamento entre o povo, porque os filhos de Samuel não eram pessoas bem vistas entre o povo. Então, o povo pediu a Samuel que se dirigisse a Deus e lhe pedisse um rei humano, pois queria ter um governo igual a dos outros povos “… Dá-nos um rei, que nos governe. Então, Samuel orou ao Senhor” 1 Sm. 8.6.

Disse o Senhor a Samuel: “Atende à voz do povo em tudo quanto diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele” 1 Sm. 8.7. Deus mandou o rei que o povo pediu, e não mais reinou sobre ele (povo). O povo não sabia que estava o pedindo, nem os problemas que viriam desse desastrado pedido. Contudo, Deus não deixou de abençoá-lo. A partir desta decisão, o povo teve um rei. Mas o povo não previa que o rei humano não seria igual a Deus. O rei humano é tão cheio de defeitos, de limitações, e é tão pecador quanto cada um deles, além de ter direitos vastos sobre o povo, e sobre tudo que o povo possuísse, colhesse. O Senhor Deus deixou o povo judeu caminhar sozinho, com seu rei humano que desfrutava como direito de rei, de tudo que advinha desse reinado. O Senhor Deus foi rejeitado pelo povo, e o povo por isso passou por muitos percalços durante aquele tempo. Ainda hoje enfrentam o resultado dessa escolha ultra mal-feita.

O povo passou a sofrer as mais variadas contrariedades, contendas, perseguições, guerras, tanto quanto os povos que outrora foram invejados por Israel. Vários reinaram em Israel. Quando, porém, Pilatos escreveu: “JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS” inconscientemente ele estava frisando que Deus nunca deixara de ser Rei dos judeus. Apenas houve um espaço de tempo para que o povo sentisse o peso de sua decisão.

A história dividiu o tempo, mas não mudou em relação ao povo que destronou Deus do Seu Reinado terreno. Mas Deus se manifestou na pessoa de Jesus Cristo e fora rejeitado novamente, condenado, crucificado, sepultado, mas venceu a morte com a Sua ressurreição, e assunção ao céu. Para Deus não há limites, não há dificuldades. Ele sempre foi, é, e será Eterno, Onisciente, Onipresente, e Onipotente.

Judeu é todo aquele que é convertido ao Senhor Jesus. Para haver conversão é necessário que a pessoa queira voltar-se a Deus, através de Jesus Cristo. Daí a pessoa passa a ter um Rei que a dirija, a cuide, e guarde a sua vida, e lhe ofereça a prosperidade espiritual. Nunca pedir um rei humano, ou seja, seguir idéias errôneas, filosofias diversas que não levam a nada, porque somente Deus pode nos guiar tranquilamente pelas sendas da vida. Nunca querer ser igual ao outro, porque nunca se sabe que rei o outro tem, mas a pessoa deve estar certa de sua escolha e ser fiel a ela.

Se a pessoa pedir um rei humano, ou seja, pedir algo a uma pessoa que tem tanto poder quanto ela própria, como irá receber as bênçãos do alto? Tudo que é humano é falho, é defeituoso, limitado, perverso, mas o que é divino é incomparavelmente melhor e superior. Com o Rei Supremo a pessoa tem segurança, amor, tranquilidade, paz e a certeza de que no futuro a sua morada será na mansão celestial. Tudo que o Senhor quer é que andemos com Ele, tenhamos comunhão com Ele. Quanto mais próximos estivermos, mais bênçãos receberemos. O nosso Rei é o verdadeiro Rei sobre tudo e sobre todos. Somente Ele é eterno e tem poder para nos dar a vida eterna.

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” João 15.16.

Graça e Paz!

Jesus ungido por Maria em Betânia

Jesus ungido por Maria em Betânia

Jesus ungido... 5João 12.1-11

“Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus a Betânia, onde estava Lázaro, a quem Ele ressuscitara dentre os mortos” v. 1.

Jesus foi convidado para uma ceia na casa de Lázaro, Marta e Maria.  Marta servia a todos com muita alegria. Lázaro (a quem Jesus ressuscitara dos mortos) era um dos que estavam à mesa. Enquanto ocorria a reunião e os convivas conversavam, trocavam idéias, aconteceu que: “… Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo” v. 3.

O bálsamo de nardo puro era uma essência caríssima, porque além de ser um excelente perfume, era também mui raro. Nesta casa havia o bom cheiro da comida que estava quase pronta e o excelente perfume de nardo puro. O cheiro da comida representando a parte material, orgânica, necessária para a nossa alimentação orgânica, manutenção da saúde, do bem estar físico. E o excelente perfume de nardo puro representando a parte espiritual, que é Jesus. “Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem” 2 Co. 2.15.

O bom cheiro do nardo cobriu todo o cheiro da comida, porque o alimento espiritual (Jesus) é superior a qualquer comida orgânica. É um alimento que passa para a eternidade, e fortalece a vida de quem o tem. O bom cheiro de Jesus reflete na vida daqueles que o seguem. Onde há um servo do Senhor Jesus, ali há bênçãos, bem-estar, boas conversas, ensinamentos, testemunhos, paz, harmonia, amor. O alimento espiritual é muitas vezes superior ao alimento orgânico, material para a manutenção da vida. Necessitamos de ambos para a nossa sobrevivência.

Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, o que estava para traí-lo, disse: “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres?” v. 5. Judas não estava preocupado com os pobres, mas com o dinheiro que pegaria do perfume, pois ele tinha a bolsa (o dinheiro, era uma espécie de tesoureiro) que tirava o que se colocava nela. Dizia isso porque era ladrão. Judas esteve tão perto do Senhor Jesus, mas não caminhou com Ele. Antes O traiu por algumas moedas.

A diferença entre Maria e Judas é: Maria amava o Senhor Jesus de todo o seu coração, de todo o seu ser. Queria fazer o melhor para o Senhor, agradá-lo. Ela sabia que o Senhor Jesus era tudo que ela queria para a sua vida, e no futuro habitar no paraíso celeste juntamente com Ele e todos os salvos. Judas por sua vez era uma pessoa desonesta, ladra, vil, que pensava única e exclusivamente no material.

Ele passou por cima do Senhor Jesus, entregando-O aos judeus que queriam prendê-lo e matá-lo. Judas andou junto com Jesus, testemunhou os milagres que o Senhor fez, sentiu a Sua presença cada dia que passou com o Senhor; vivenciou a bondade do Mestre, mas não se converteu, não aceitou o sacrifício de Jesus na cruz do calvário. Não se salvou, embora estivesse tão próxima a salvação de sua alma imortal. Judas era e é o tipo de pessoa que se diz ateia, ou que super valorizava as coisas materiais, o mundo incrédulo. Nem mesmo com o Senhor Jesus caminhando junto, comendo junto, ensinando a Palavra de Deus, dando-lhe toda a atenção, ainda assim ele preferiu ficar com o mundo incrédulo e toda espécie de delitos. Mas durou pouco o seu amor ao dinheiro, ao mundo, logo veio o remorso (remorso não é arrependimento, é apenas um sentimento muito forte) que o levou ao suicídio. O que ele aproveitou de todos os seus feitos?

Jesus, entretanto, a respeito do perfume, disse: “Deixa-a! Que ela guarde isto para o dia em que me embalsamarem; porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes” vs. 7,8.  Era costume de a época embalsamar ou ungir o corpo do morto com bálsamos antes de enterrá-lo. Assim Jesus fez referência a sua morte que estava próxima. Jesus disse que nem sempre os discípulos O teriam com eles, porque o Senhor morreria e ressuscitaria e voltaria para junto do Pai. Eles não O teriam fisicamente aqui. E os pobres sempre eles os teriam por perto. Jesus deixou de estar fisicamente com os discípulos, e com os demais que O acompanhavam, mas Ele estava e está espiritualmente presente na vida de cada pessoa que se converte a Ele, e caminha em direção às mansões celestiais.

“O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” Sofonias 3.17.

Graça e Paz!

O plano para tirar a vida a Jesus

O plano para tirar a vida a Jesus

O plano para tirar a vida a JesusJoão 11.47-57

Quando os principais sacerdotes e os fariseus ficaram alarmados com os grandes sinais que Jesus fazia, convocaram o Sinédrio (nome dado ao mais alto tribunal dos judeus, que se reunia em Jerusalém; ou suprema corte judaica – Mt.  26.59) para avaliarem os grandes sinais (milagres) de Jesus. Os judeus estavam preocupados porque aqueles sinais somente Deus poderia fazê-los.

A inveja e a preocupação deles era tão grande que se manifestara procurando tirar Jesus do meio da multidão, ou seja, afastá-lo de uma vez por todas. Estavam preocupados com os seus altos cargos, suas fortunas, suas posições na sociedade. E se o povo cresse e seguisse a Jesus, eles seriam totalmente dispensáveis. Tendo em vista os últimos acontecimentos,  resolveram agir contra o Senhor Jesus. Inventaram grandes mentiras para ter com que O condenar.

Caifás que era sumo sacerdote aquele ano, advertiu-os, dizendo: “Vós nada sabeis” v.49b. Caifás profetizou que um homem havia de morrer pela nação, “e não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” v 52.  Este homem era exatamente Jesus. Caifás não disse isto por si mesmo, mas foi revelado por Deus através dele.

Desde aquele dia, resolveram tirar a vida a Jesus. Eles queriam que Jesus saísse de circulação, parasse de fazer os sinais, e assim cessaria o Seu ministério, e eles ficariam em paz consigo mesmos. Mas ninguém muda o plano de Deus. O que está escrito, é cumprido integralmente. Nada e ninguém pode interferir no plano de Deus. Deus é soberano.

A partir dessa decisão do sumo sacerdote e dos escribas, Jesus já não andava entre a multidão, mas ficava mais reservado em algum lugar mais distante com Seus discípulos. Como estava próxima a Páscoa dos judeus, muitos daquela região subiram para Jerusalém, antes da festa, para se purificarem. Eles “procuravam Jesus e, estando eles no templo, diziam uns aos outros: Que vos parece? Não virá Ele à festa?” v. 56. “Ora os principais sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem para, se alguém soubesse onde Jesus estava denunciá-lo, a fim de O prenderem”. v 57.

A inveja e o amor ao mundo são velhos conhecidos, e muito aplicados por um número enorme de pessoas. Inveja é “… a podridão dos ossos” Pv. 14.30b. A inveja já destruiu e continua destruindo reinos, países, paz, harmonia, amizades, amor, trabalhos, trabalhos nas Igrejas, reuniões. Ficaríamos enumerando uma quantidade infinita de itens que a inveja destruiu e destrói. A inveja é tão poderosa que é capaz de fazer uma pessoa passar mal com o resultado dela. Porque a inveja é totalmente cercada do poder maligno. E o amor às coisas do mundo faz uma pessoa ter as mais perversas atitudes para com o próximo. A pessoa não considera a outra, e, se puder faz tudo para ganhar, lucrar em cima do direito do próximo. Ocorrem muitos crimes derivados da inveja e do amor ao mundo incrédulo e perverso. Foi assim que o sumo sacerdote Caifás e os fariseus agiram para com o Senhor Jesus. Mas o plano de Deus se cumpriu integralmente como fora profetizado no Velho Testamento.

“Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do Senhor perseverarás todo dia” Pv. 23.17.

“Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” 1 Co. 12.27.

Graça e Paz!

A mulher adúltera

A mulher adúltera

A murmuração dos judeusJoão 8.1-11

Jesus estava assentado no templo ensinando o povo. Quando de repente chegaram os escribas e os fariseus trazendo uma mulher apanhada em flagrante adultério. Eles a colocaram de pé em frente a todos e a acusaram de tal delito. Ainda apresentando a lei de Moisés que mandava que tais mulheres fossem apedrejadas. Mas eles omitiram o que dizia a lei de Moisés. Em Levítico 20.10 diz que o homem e a mulher seriam apedrejados. Porque quem adultera, não adultera sozinho, sempre há outro no delito.

Faziam isso para tentar o Senhor Jesus. Eles queriam ver a Sua resposta para terem do que O acusarem. Mas Jesus calmamente escrevia na terra com o dedo. Como insistiam na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” v. 7b. E Jesus inclinou-se novamente e continuou escrevendo na terra. Os acusadores ao ouvirem tal resposta e acusados pela própria consciência, foram se retirando um por um, começando pelos mais velhos até os últimos. Ficaram apenas o Senhor Jesus e a mulher. Jesus lhe perguntou onde estavam os seus acusadores. E perguntou ainda se ninguém a havia condenado. Ela respondeu: “Ninguém, Senhor! E o Senhor lhe disse: “Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” v 11.

É muito fácil as pessoas acusarem outras de algum delito ou mal feito como aqueles homens fizeram. Mas quando Jesus lhes diz: “Quem não tem pecado…”, a consciência começou a falar mais alto e os acusou de todo pecado praticado, inclusive esse de adultério. Porque a mulher não estava adulterando sozinha, com certeza havia um parceiro, talvez estivesse no meio dos acusadores. Eles se retiraram um a um o mais rápido possível com medo de mais um puxão de orelha. E a mulher, Jesus ordenou: “… vai e não peques mais” v 11b.

A pessoa alcança o perdão de Deus, mas é necessário que não repita o erro que estava praticando. Para haver o perdão é necessário que haja o arrependimento. O arrependimento leva a pessoa a não praticar mais o pecado que estava cometendo, caso contrário não houve arrependimento e sim remorso. Remorso não é arrependimento, é apenas um sentimento. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” 1 João 1.9.

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho./ Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” 1ª João 5.11,12.

Graça e Paz!

 

Os guardas mandados para prender Jesus

Os guardas mandados para prender Jesus

A murmuração dos judeus  6João 7.25-36; 45.53.

“Os fariseus, ouvindo a multidão murmurar estas cousas a respeito dele (Jesus), juntamente com os principais sacerdotes enviaram aguardas para O prenderem” v.32.

Os guardas foram enviados pelos fariseus e os principais sacerdotes para prender e trazer até eles o Senhor Jesus. Mas os guardas ouviram o que Ele dizia, e ficaram impressionados, porque ninguém falava como Ele. Suas Palavras penetravam no mais profundo dos corações. Chegaram a perguntar se as autoridades reconheciam que Ele era de fato o Cristo. Os guardas reconheciam que Jesus era o Cristo, mas os fariseus e os principais sacerdotes não. Enquanto houve discussão entre eles, Jesus ensinava no templo abertamente. Jesus não foi preso porque não havia chegado a sua hora. Jesus veio para realizar um ministério completo e profícuo  na hora certa e no lugar certo.

Muitos na multidão creram n’Ele, e diziam: “Quando vier o Cristo, fará, porventura, maiores sinais do que este homem tem feito?” v. 31. Ao ouvirem a multidão murmurar, os fariseus e os principais sacerdotes enviaram novamente os guardas para prenderem a Jesus. Jesus sabia que estavam procurando-O para prendê-lo.

Quando Jesus lhes disse: “Ainda por um pouco de tempo estou convosco e depois irei para junto daquele que me enviou. Haveis de procurar-me e não me achareis; também aonde eu estou, vós não podeis ir” vs. 33, 34. Os judeus ficaram muito indignados com o que Jesus afirmou a respeito d’Ele mesmo, que depois de ouvi-lo perguntaram a si próprios “Para onde irá este que não possamos segui-lo?”. v. 35. Queriam saber também “Que significa, de fato, o que Ele diz: Haveis de procurar-me e não me achareis; também onde eu estou, vós não podeis ir?” v. 36.

Os guardas voltaram à presença dos principais sacerdotes e fariseus, sem trazer Jesus preso, e estes lhes perguntaram: “Por que não O trouxestes?” v. 40b. Os soldados responderam que ninguém falava como Jesus. Os sacerdotes e os fariseus irritaram-se: “Será que também vós fostes enganados?” v. 47b. “Porventura, creu n’Ele alguém dentre  as autoridades ou algum dos fariseus?” v.48. “Quanto a esta plebe que nada sabe da lei, é maldita” v. 49. Assim, tanto sacerdotes como fariseus não aceitavam o Senhor Jesus, e planejavam matá-lo. E quanto à lei que ‘deveriam’ conhecer muito bem os sinais do Messias? Afinal eram os principais sacerdotes e fariseus condutores espirituais do povo. Quem poderia fazer os sinais que Jesus fazia, a não ser o Messias mesmo?

A afirmação do Senhor Jesus no versículo 33, ficou muito claro que os fariseus e os principais sacerdotes não iriam com Ele ao paraíso celeste. Porque rejeitar o Senhor Jesus é dar vitória para o inimigo das almas imortais. O inimigo das almas imortais que oferece tudo o que a pessoa gosta: orgulho, imbecilidade, mentira, covardia, falsidade, autoritarismo. Tudo isto o inimigo das almas imortais oferece sem limites, mas no final, ele requer a alma da pessoa, e não há desculpa que o faça retroceder. O Senhor Jesus  provou a eles, que Ele é o dono de tudo e de todos.  E o lugar onde Jesus está, certamente os fariseus e os sacerdotes não estão nem estarão, porque o lugar deles não é na mansão celestial do Senhor Jesus. O céu dos fariseus e dos sacerdotes é outro lugar preparado para todos os condenados do Senhor. Tanto os principais sacerdotes da época como os fariseus modernos valorizavam e valorizam tudo o que o inimigo oferece ilimitadamente. Eles se propuseram até a matar Jesus para conservar os benefícios que o inimigo das almas imortais lhes ofereceu. Então eles estão no lugar que eles próprios prepararam e estão usufruindo dele até a eternidade.

A mensagem de Jesus é muito presente em nossos dias. Quantas pessoas perseguem o Senhor Jesus? Quantas planejam matá-lo? Quantas O difamam? As pessoas que criticam ou tiram a palavra de Deus daqueles que entendem menos, mas gostam e querem aceitar o Senhor Jesus em seus corações. Aqueles que matam a pequenina semente (Palavra de Deus) que plantamos  na vida das pessoas. Matam a vontade das pessoas de buscar a Deus, de caminhar com o Senhor Jesus. Há também pessoas que difamam o Senhor Jesus. São contra todos que seguem a fiel doutrina da Palavra de Deus. Conclusão: Os perseguidores são os mesmos, a humanidade não mudou nada. Aqueles que planejavam contra a vida de Jesus, continuam planejando. Continuam matando o trabalho das pessoas que o realizam com satisfação, e que querem ver muitas pessoas felizes e salvas, seguindo o amado Mestre Jesus.

“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo conceda” João 15.16.

Graça e Paz!

A murmuração dos judeus

A murmuração dos judeus

A murmuração dos judeus 4João 6.41-59

Quando Jesus disse: “Eu sou o pão que desceu do céu” v.41b, o povo judeu encheu-se de inveja. Não podiam aceitar que Jesus dizia ser o Pão do Céu. Diziam entre si: “Não é este Jesus, o filho de José? Acaso não lhe conhecemos o pai e a mãe? Como, pois, agora diz: Desci do céu” v. 42. Os judeus não podiam aceitar nada diferente daquilo que eles próprios criaram, colocaram em prática, ou seja, rituais vazios, sem significado espiritual algum para Deus.

Os sacerdotes, os escribas (doutores da lei, entre os judeus), os fariseus (fariseu: hipócrita, excessivo formalismo, seguidor formalista de uma religião, fiel orgulhoso ou hipócrita, indivíduo hipócrita, fingido, que aparenta santidade, não a tendo – Dic. Aurélio) não queriam perder as regalias que tinham dentro da religião judaica. Então, passaram a perseguir e maquinar a morte de Jesus. Diversas vezes tramaram contra a vida de Jesus.

Os sacerdotes, os escribas e os fariseus deveriam conhecer muito bem a Palavra de Deus no Velho Testamento, e reconhecer o Senhor Jesus como o Filho de Deus prometido em todas as Escrituras do Velho Testamento, mas não parece que conheciam tão bem assim as Escrituras Sagradas ou a desonestidade era extrema, a tal ponto de zelar por rituais sem significado, cobrando do povo o cumprimento das leis que Deus dera a Moisés, mas que ninguém conseguiu cumprir.

Portanto, só Cristo cumpriu toda a lei, Ele foi o sacrifício vivo para salvar todo aquele que n’Ele crê. Deus dera a lei a Moisés, e este deveria passá-la ao povo. Como a lei era perfeita, não havia engano, nem meio termo, a pessoa cumpriria toda a lei ou se falhasse num só ponto, tudo estava errado ou não cumprido. Nenhum ser humano conseguiu cumprir a lei, então todos estavam condenados. Daí a vinda de Jesus para cumprir toda a lei e realizar o sacrifício vivo agradável a Deus. Através do sacrifício de Jesus veio a salvação a todo aquele que n’Ele crê.

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” Efésios 2.8.

“E a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” Filipenses 4.7.

Graça e Paz!

Barrabás

Barrabás

A cruz de CristoO nome Barrabás consta no Novo Testamento representando o ladrão, assassino, terrorista, amotinador. (João 18.40). Ele estava preso e condenado à morte. Mas por ocasião da festa da Páscoa, era costume o governador soltar um preso a escolha do povo. Pilatos consultou o povo a respeito de quem deveria ser solto. Pilatos não achou crime algum em Jesus, e não queria enviá-lo à cruz. Mas os principais sacerdotes e os escribas persuadiram o povo a pedir Barrabás, ao invés, de Jesus Cristo (Mt. 27.20). Os sacerdotes e os escribas que deveriam conhecer muito bem a Palavra de Deus, conhecer a pessoa do Senhor Jesus, que é citado em todo o Velho Testamento, por inveja queriam condená-lo a morte, e tornar nulo o Seu sacrifício na cruz.

Se os sacerdotes e os escribas soubessem bem a Palavra de Deus, e fossem espirituais, saberiam que Jesus viria e desenvolveria o Seu ministério, quisessem eles ou não. Ninguém impede a Deus de realizar os Seus planos, suas promessas, mas os sacerdotes e os escribas colocaram a inveja em primeiro lugar. Isto demonstra falta de conhecimento da Palavra de Deus. “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oséias 4.6).

De um lado estava Jesus Cristo, justo, representando tudo que era santo, que era bom, que era saudável, honesto, oferecendo de graça a salvação das almas imortais. Era o próprio Deus que habitou entre nós. Jesus oferecendo de graça a salvação às almas imortais, e as bênçãos maravilhosas que Ele tem reservado a todo aquele que n’Ele crê. Ele era (é e será) o Caminho, e a Verdade, e a Vida (João 14.6). Mas a multidão preferiu a Barrabás representante do mundo incrédulo, da morte, da perdição eterna, todo tipo de condenação, de pecado.

A grande maioria das pessoas é influenciada por quem tem a incumbência de dirigir, orientar, levar avante seus planos, muitas vezes diabólicos. Os planos diabólicos são bem mais aceitos do que os planos de paz, de amor, de salvação. Poucos querem ouvir falar do plano da salvação, das bênçãos que o Senhor tem a oferecer. Até os dias atuais Barrabás continua tendo os seus defensores,  os seus seguidores, os seus adoradores. “Solta-nos Barrabás!”. É a voz da multidão que ecoa até nossos dias.

Jesus assumiu o lugar de Barrabás na cruz do calvário, morrendo em seu lugar, e de todo pecador que necessita de salvação. O sangue de Jesus é suficiente para salvar todos que se entregarem a Ele, e segui-lo nos Seus santos e retos caminhos.

“Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus?” Jesus Cristo é o Rei dos reis. É soberano sobre tudo e sobre todos. A Ele toda honra, toda glória, todo o Reino. Ele é o Senhor dos senhores. Ele voltará como  Ele subiu aos céus  “… foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos. E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus,  por que estais olhando para as  alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir” Atos 1.9-10.

O Senhor Jesus voltará para buscar os Seus escolhidos para viverem eternamente com Ele nas mansões celestiais. Ele voltará com poder e grande glória, não mais como uma pessoa humilde e pronta para conduzir, orientar, perdoar, mas como Juiz. Quem O aceitou como seu único e suficiente salvador pessoal, irá encontrar-se com Ele nos ares, e será transformado para a vida eterna, juntamente com Ele no paraíso celeste. Quem elegeu Barrabás (mundo incrédulo, perdido no pecado, corrupto, criminoso, ladrão, e sem preocupação com a vida espiritual) vai ver o Senhor Jesus voltando e chamando os Seus, não terá mais tempo de se arrepender e crer.  Todos são chamados a aceitar o Senhor Jesus, e ter uma nova vida, cheia de bênçãos, de paz, e segurança na eternidade juntamente com Ele. O paraíso celeste deve ser maravilhoso, porque assim a Palavra de Deus nos afirma!

“Então, se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória” Luc. 21.27.

Graça e Paz!