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Terremoto divino

Terremoto divino

Atos 16.19-40

“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam” At. 16.25.

Paulo e Silas pregavam o Evangelho em muitos lugares. Em um determinado lugar, eles se depararam com uma jovem possessa que tinha um espírito adivinhador. Ela dava muito lucro aos seus senhores. Paulo e Silas repreenderam o espírito imundo, e ela ficou curada, mas quem não gostou da cura foram os seus senhores. Eles levaram o assunto aos pretores (autoridades), e mentiram a respeito de Paulo e Silas. Estes foram maltratados, apanharam muito da multidão e os pretores os lançaram na prisão. Paulo e Silas foram colocados no fundo do cárcere, amarrados com os pés presos no tronco (v.24). Mas, Paulo e Silas cantavam louvores e oravam. Nada podia tirar a alegria que Jesus colocara em seus corações. Por volta da meia-noite “… sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias (amarras) de todos” (v. 26).

O carcereiro acordou com o barulho, e viu as portas da prisão abertas. Desesperou-se, querendo matar-se, mas Paulo e Silas chamaram por ele, e disseram que todos estavam ali, ninguém havia fugido. O que mais chama a atenção é que o terremoto aconteceu somente para abrir as cadeias, as portas. Todos estavam ali sãos e salvos. Todos estavam atônitos com o que acontecera.  O mais interessante é que ninguém fora da prisão ouviu ou viu o terremoto. Apenas aconteceu de uma forma fantástica, divina. Todos sabem que um terremoto causa estragos sem medida, muita  gente morre, enfim, um terremoto é sempre um terror. O terremoto mandado por Deus atingiu somente o alvo que Ele pré-determinou. O carcereiro viu aquela maravilha, questionou Paulo e Silas e aceitou o Evangelho de Jesus Cristo, ele e toda a sua casa.

Deus continua enviando terremoto pré-determinado na vida da pessoa que quer se libertar das cadeias do pecado. Somente a pessoa sentirá os efeitos e os resultados dos abalos sísmicos espirituais, uma vez que, acontece no mais profundo interior da alma humana. Feliz é a pessoa que passa por esta experiência maravilhosa, pois ela nunca mais será a mesma. O pós-terremoto espiritual é maravilhoso demais para ser relatado em simples palavras escritas. O número de pessoas presas sem uma alternativa de solução para o seu problema é muito grande. Os apóstolos Paulo e Silas continuam pregando a solução para quem quer ouvir e aceitar a mensagem: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v.31). A pessoa pode estar amarrada ao tronco do pecado, mas se ela aceitar a mensagem do Evangelho genuíno, ela terá a mesma alegria e confiança que Paulo e Silas tinham. O Senhor Jesus faz maravilhas na vida de uma pessoa.

O Senhor Deus disse: “Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Isaías 43.13.

Graça e Paz!

O céu

O céu

“… Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”  Ap. 2.7.

Vinde e vede! O céu é um lindo lugar. Cheio de luzes, de cores lindas, e de tudo que é maravilhoso. O apóstolo João nos relata isso em seu livro Apocalipse. Bem aventurado aquele a quem o Senhor Deus oferece a salvação e a pessoa a aceita de bom grado.  Essa decisão é de um valor incalculável, pois é para a eternidade. A Palavra de Deus chama de paraíso o céu onde Deus habita. Em 2 Co. 12.2-4 (cf Ap 1.10),  encontramos o relato de Paulo a respeito de um homem que fora arrebatado por Deus, e levado ao paraíso, e que ouviu palavras inefáveis. Lucas 23.43, Jesus disse àquele malfeitor que fora crucificado ao lado d’Ele: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. Em Hebreus 12.22 encontramos referências ao monte Sião e à cidade do Deus  vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia.

Em Ap. 2.7 lemos: “… Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”. É maravilhoso demais estudarmos sobre o paraíso, à cidade do Deus vivo. Mais maravilhoso ainda é saber que o Senhor nosso Deus nos deixou um manual escrito para que o sigamos à risca.

O Senhor Deus criou o ser humano para habitar o seu jardim, e para desfrutar de uma vida tranquila e com todas as regalias que o Senhor tem para os Seus eleitos. Mas, o ser humano não satisfeito com tudo que o Senhor Deus lhe deu, desobedeceu, e tentou ser igual a Deus. A desobediência custou-lhe muito caro. Foi banido das moradas eternas, e enviado a terra para cultivá-la e tirar dela o seu sustento, além de enfrentar os duros e difíceis embates da vida. A desobediência entristeceu profundamente o Criador. Através de um único homem entrou o pecado no mundo, e a punição se estendeu a toda humanidade como herança. Daí a morte física. Contudo, o espírito é eterno, e não perdeu o seu valor. Deus na Sua imensa bondade providenciou um Salvador para todo aquele que n’Ele crê, seja salvo e volte ao lindo jardim preparado por Ele. Isto é, aquele que obedecer a Sua Palavra. Jesus Cristo é o Salvador e Senhor de tudo e de todos quantos creem n’Ele.

Deus é justo, bondoso, amoroso, oferece gratuitamente a salvação a todo ser humano, mas Ele quer uma decisão pessoal e personalizada. Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11). Em Sua infinita bondade Deus preparou a salvação de todo aquele que de livre e espontânea vontade se converter ao Senhor Jesus Cristo. Quando uma pessoa reconhece que sozinha não consegue chegar até Deus, ela reconhece que necessita do Senhor Jesus para conduzi-la à vida eterna e ao paraíso preparado por Deus desde a fundação do mundo.

A desobediência continua a mesma na atualidade, e o ser humano querendo ser igual a Deus, ou exigindo de Deus a realização de um milagre, ou que Deus supra as necessidades materiais de alguém, e assim por diante. A ênfase atual é a mentira da prosperidade material. A mentira que o inimigo das almas imortais criou para dar aparência de verdade, mas que na realidade não passa de engodo. A prosperidade verdadeira é a espiritual, onde o ser humano pode se desenvolver infinitamente, não há limite. Essa prosperidade é agradável a Deus. Para isso a Palavra de Deus nos orienta corretamente. Onde há prosperidade espiritual, há bênçãos, felicidade, alegria, honestidade, amor ao próximo e a paz de Deus reinando em cada coração.

“Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles” Ap 21.1 a 3.

 

Graça e Paz!

Parábola do rico e o mendigo

Parábola do rico e o mendigo

Lc. 16.19-31

Há muita divergência quanto à interpretação desta parábola. Jesus Cristo ensinava através de parábolas para que o povo entendesse melhor a Sua mensagem de vida eterna. Nesta parábola notamos as duras críticas que Jesus fez as pessoas que tinham aparência de santos, mas na realidade não os eram. Havia um grupo de pessoas que formava uma sociedade a parte. Eram pessoas preparadas para ensinar as Escrituras ao povo de maneira geral, mas que não zelavam pelos seus postos de trabalho. Eram eles:

Os saduceus que seguiam o Velho Testamento escrito. Ocupavam a maior parte das cadeiras do Sinédrio (tribunal judaico formado por sacerdotes, anciãos, escribas, e que julgavam crimes entre o povo de Israel).  Não criam na ressurreição do corpo, nem em anjos, nem em espíritos.

Os fariseus (santos), por outro lado, criam na ressurreição do corpo, em espírito, e em anjos, seguiam o Velho Testamento escrito, mas valorizavam também a tradição oral das Escrituras. A tradição oral estava cheia de erros e muitos acréscimos. Tinham a incumbência de ensinar o povo espiritualmente.

Os sacerdotes que deveriam representar e ensinar o povo, não estavam preocupados com o reino de Deus. Estavam preocupados com a sua vida social e material. Eram omissos em sua responsabilidade para com Deus.

Os escribas pessoas letradas que tinham a função de copiar as Escrituras, e ensiná-las ao povo em geral. Mas, tanto os saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas eram orgulhosos, egoístas, omissos, vaidosos, falsos, soberbos, todos esses adjetivos condenados por Jesus Cristo. Jesus não os condenou por serem pessoas de posses materiais, Deus não condena as posses de uma pessoa. Davi, Abraão, Salomão eram extremamente ricos, nem por isso foram condenados, muito pelo contrário, foram considerados amigos de Deus. O que Jesus condenou foi excesso de hipocrisia, de maldade, de egoísmo, falsidade. E não se envergonhavam de praticar tais atos.

Esta parábola ilustra bem a situação do povo judeu da época de Jesus. Os saduceus, os fariseus, os escribas e os sacerdotes estavam todos na mesma situação espiritual, isto é, omissos quanto a sua responsabilidade espiritual. Viviam longe de Deus e do Senhor Jesus Cristo. Eles eram os seus próprios deuses. Conduziam suas vidas como bem entendiam, sem se preocupar em ensinar as Escrituras às pessoas em geral. Consideravam o povo como: “Quanto a esta plebe que nada sabe da lei, é maldita” João 7.49. Se a plebe não sabia nada da lei, era porque não era ensinada. Os doutores da lei a quem cabia a transmissão da Palavra de Deus, estavam preocupados com todas as coisas materiais, menos as espirituais. (Rm 10.3,4).

O povo era iletrado, sem grandes oportunidades de aprenderem o que estava escrito nas Escrituras Sagradas, eram pobres no que se referia ao orgulho, egoísmo, falsidade, vaidade, eram pessoas comuns, que não tinham oportunidade de evoluírem espiritualmente. Aos olhos dos saduceus, fariseus, sacerdotes e escribas o povo era considerado doente espiritual, repulsivo perante esses doutores da lei. Mas, para o Senhor Jesus todos são iguais perante Sua Lei, e o Senhor extremamente Justo mandou cada um para o seu lugar. Daí a mensagem da parábola: os doutores da Lei que viveram a seu modo, sem se importar com o reino de Deus, quando chegaram lá do outro lado, encontraram o lugar que eles prepararam, ou seja, a condenação eterna.  Aquele que não tem o Espírito de Cristo esse tal não é d’Ele (Rm 8.9). A condenação é certa. O povo iletrado, frágil espiritualmente, privado do conhecimento que lhe era negado pelos doutores da Lei, facilmente sugestionado por qualquer ideia diferente, era considerado desculpável perante a Lei, logo teria um melhor lugar do outro lado. (Rm 10.14).

Hoje a situação continua a mesma, e os saduceus, fariseus, escribas, sacerdotes modernos, continuam iludindo o povo. Apresentam uma bela aparência de espiritualidade, mas no fundo são os mesmos ‘sepulcros caiados’ de outrora (Mt 23.23). Exploram o povo com as mais variadas ciladas, levam consigo multidão. Pessoas muitas vezes necessitadas espiritualmente acreditam que estão buscando a Deus, mas a essência é pura tapeação. Um dia enfrentarão o tribunal de Deus, e se lembrarão da parábola “O rico e o Lázaro” com todos os adjetivos citados acima. Tapear o povo é fácil, mas tapear a Deus é impossível.

“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não d’Ele” Rm. 8.9.

 

Graça e Paz!

Encontro

Encontro

“Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra” Is. 1.19.

A Palavra de Deus está repleta de alertas para que a pessoa assuma as suas responsabilidades com o Senhor Deus. Ele é o Criador, Doador e Mantenedor da vida. Toda pessoa tem obrigação de pensar a respeito da vida eterna. Porque a alma é eterna, quer seja salva por Cristo Jesus, quer seja perdida por falta de decisão pessoal. A decisão é pessoal e personalizada. Ninguém pode tomar a decisão por outrem. Isto porque Deus é extremamente justo. Ninguém pode culpar o outro pela má decisão ou pela falta de decisão. No versículo acima citado Deus nos deixa livres para esta escolha. Ele disse ‘Se… ’, a pessoa que decide.

O versículo acima também traz a promessa de Deus para a vida de todo aquele que se volta a Jesus Cristo, que é o próprio Deus. “… comereis o melhor desta terra”. Comer o melhor da terra não significa somente a alimentação física, mas tudo o que se refere a vida e ao bem estar. Comer o melhor desta terra, também como alimentação espiritual, principalmente, porque é a mais importante para a vida vencedora de uma pessoa.  Isso porque a alimentação física não precisa de muita coisa para a satisfação do corpo, mas a espiritual é a excelência para o corpo. A pessoa que vive segundo os propósitos de Deus, é muito abençoada em tudo que faz, além de ser uma bênção onde quer que ela viva ou que ela faça parte.

O encontro da pessoa com o seu Deus acontece quando ela se converte de corpo e alma ao Senhor Jesus Cristo, que é o próprio Deus. Ao encontrar-se com o seu Deus a pessoa passa a ser uma nova criatura, ou deixa de ser criatura e passa a ser um filho de Deus (João 1.12). Se as pessoas tivessem consciência de sua pequenez diante de Deus, e que são fracos e necessitados espiritualmente, elas recorreriam ao Senhor da Glória para o seu acolhimento. Mas o que notamos é a rebeldia das pessoas, que geralmente, confiam nos bens materiais, no poder temporário para serem valorizados e muitas vezes destacados.

Mas para Deus o importante e inegociável é a parte espiritual, que não muda com o que a pessoa possui ou faz materialmente. O espírito é o bem mais precioso que a pessoa tem. Nele não há diferença entre as pessoas. Deus não faz acepção de pessoas, 1 Pe 1.17. Todos recebem um espírito e cabe a pessoa a responsabilidade do que fazer com ele, para devolvê-lo a Deus são e salvo espiritualmente, ou precário, perdido e condenado, sem volta. Deus ama todos os seus filhos e quer o melhor para eles, todos quantos aceitarem a salvação que o Senhor Jesus oferece gratuitamente. Deus preparou um lindo jardim para os seus amados, e todo aquele que aceitar Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador pessoal estará com Ele neste lugar maravilhoso preparado desde o início dos tempos, quando o Senhor Deus criou o ser humano e as maravilhas existentes na Natureza.

“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar” Nm 32.23.

Graça e Paz!

Manjedoura

Manjedoura

“… e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-O e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” Lc. 2.7.

Manjedoura era um recipiente onde se colocava comida aos animais nas estrebarias. No sentido figurado é o lugar onde há alimento para o corpo. Tanto pode ser alimento para o físico, como pode ser alimento espiritual.  Depende do alimento que se coloca ali, o resultado será o seu efeito. A manjedoura espiritual é de exclusividade do ser humano, porque somente  ele possui espírito, e a capacidade de alimentá-lo.

O corpo é o resultado da alimentação que recebe, assim também o espírito. O espírito bem nutrido com a Palavra de Deus, é um espírito que vale a pena onde quer que esteja. Este alimento é forte e saudável a qualquer que se interessar por ele. O Senhor Deus preparou desde os tempos mais remotos tudo do bom e do melhor para o ser humano. O Senhor Deus o ama e quer que ele viva da melhor forma possível. Ele providenciou também um meio para a salvação de todo aquele que quiser esta bênção em sua vida, e que quer retornar ao lar celestial preparado para ele desde a sua criação. Jesus Cristo foi a providência de Deus para que a pessoa seja reconduzida  ao paraíso celeste, de onde nunca deveria ter saído.

Jesus Cristo é o unigênito Filho de Deus que oferece gratuitamente a salvação da alma imortal, é só a pessoa convidá-Lo a entrar em seu coração (Ap. 3.20). O convite é extensivo a todos,  sem acepção de pessoas. Todos são iguais perante Ele. Jesus é o alimento certo para a manjedoura de cada um (João 6.48, 51). Ele é a vida eterna  (João 6.47). Cada ser humano deve cuidar de sua manjedoura física, orgânica, para ter uma vida saudável, e também cuidar da espiritual para que seja bem nutrido espiritualmente, e tenha assegurado o seu lugar de retorno ao lar celestial preparado por Jesus a todos quantos Ele quer bem (Lc. 2.14). A pessoa salva por Jesus é totalmente diferente das outras. Ela vive tranquila, em paz consigo mesma, tudo caminha bem para ela.

A nossa manjedoura recebe alimento que nós escolhemos, quer seja físico, orgânico, ou espiritual, mas o reflexo também corresponde ao que escolhemos. Portanto, a responsabilidade é totalmente nossa. Tudo que acontece  para nós, temos uma grande parcela ou total culpa. Além dos cuidados da manjedoura que pertence  a cada um, há também a responsabilidade para com o próximo. Cada pessoa do Senhor Jesus tem a incumbência de transmitir esses dados aos demais que a cercam. Somente assim vamos ganhar almas para a glória do Senhor Jesus.

Jesus disse: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” João 6.35.

Graça e Paz!

Natividade

Natividade

“Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegra no meu Deus; porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas joias” Is. 61.10.

Com a aproximação da época natalina, as pessoas sentem uma alegria diferente no ar, são fluidos diferentes. Muita música, luzes bonitas que decoram as casas, lojas, cidades, muitos votos de felicidades, muitos desejos bons,  mais carinho entre as pessoas, mais beleza nas casas, mais vontade de organizar, fazer acontecer coisas boas. Há a preocupação com presentes, viagens, festas,  encontros e reencontros familiares. Tudo muito bonito, muito saudável a todas as pessoas. É necessário que haja período assim para alegrar a vida das pessoas ao término de mais um ano.

Mas, muitas vezes, o essencial fica de fora ou esquecido. O verdadeiro sentido do Natal é mais que festa, que luzes bonitas, mais que tudo que se possa imaginar. O sentido mais remoto que se tem notícia é a maravilhosa  salvação do ser humano da perdição eterna. O nascimento daquele que veio ao mundo, Jesus,  para oferecer gratuitamente a salvação de todo àquele que crê, porque, crendo,  conseguiu ver além de tudo o que viu e viveu, materialmente falando, o esplendor  da salvação – Jesus Cristo.

Em um tempo muito remoto, o nascimento de Jesus aconteceu em um lugar muito escuro, isolado, onde não havia lugar para Ele nas estalagens da cidade, nem luzes bonitas decorando as ruas de Belém; nem brilho por toda parte; ou presentes bonitos ao redor do estábulo; ou ainda curiosos  querendo saber do menino; não havia ninguém por perto, caso houvesse necessidade de ajuda. Naquele momento de grande esperança para a humanidade, porque viria ao mundo físico, o Senhor dos senhores,  o Rei dos reis, não havia ninguém a não ser animais cercando o local. Aquele momento representou bem a situação da humanidade no meio de um mundo de tanta escuridão e insegurança. O seu Salvador veio como um bebê indefeso e alojado numa manjedoura, para trazer o mundo de volta à plenitude por meio do Amor.

Ninguém notou ou tomou conhecimento do acontecido. Ninguém estava preocupado com a salvação, nem sequer percebera que algo muito bom e diferente havia acontecido. Somente alguns pastores conseguiram ver e ouvir a mensagem do anjo do Senhor  (Lc. 2.11), os quais se interessaram e foram ter com o menino (Lc.2.15b).  Aqueles pastores viram o menino e divulgaram a respeito do que o anjo lhes falara. (Lc. 2.14).  Ali, não havia festas, brilhos, presentes, cumprimentos, mas havia o maior brilho do mundo, a chegada do Senhor da Glória, do verdadeiro Amor.

O Senhor trouxe a salvação de todo aquele que n’Ele crê. Todo brilho material, físico, com o tempo desaparece, mas o brilho do Senhor Jesus aumenta mais e mais. Portanto, o verdadeiro Natal é a recepção do Senhor Jesus em cada coração quebrantado e espírito contrito que o convidar para entrar em sua vida, Ele certamente aceitará o convite e fará morada em quem O convidou. (Ap. 3.20). A maior festa com o maior brilho é a presença do Senhor Jesus na vida de uma pessoa. Nada pode se comparar com este acontecimento, porque este é o verdadeiro sentido do Natal. Feliz é a pessoa que conseguiu ver e ouvir a mensagem que o anjo do Senhor Jesus Cristo transmitiu lá distante, num tempo muito remoto, mas  que chegou até hoje com a mesma força total de salvação de todo aquele que crê, e que chegará eternamente aos corações das pessoas que ainda crerão e se salvarão em o nome santo do Senhor Jesus Cristo.

“O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos” Ap. 3.5.

Graça e Paz!

Bênção de Deus

Bênção de Deus

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” – Efésios 2:8.

O Senhor Deus deu-lhes as orientações imutáveis sobre tudo o que deveriam fazer, para viver em paz com Ele. Mas, eles desobedeceram, pecaram perante o Senhor Deus, e como a verdadeira justiça está n’Ele,  foram expulsos do paraíso celeste, da presença de Deus, sendo condenados ao árduo trabalho para obter o seu sustento, e enfrentar as dificuldades do dia a dia. Mas o Senhor sendo justo,  amoroso e compassivo, não voltou atrás quanto a sua bênção para o ser humano. Ela permanece viva até o dia de hoje, e o será eternamente.

As bênçãos de Deus são constantes em nossas  vidas. Desde o nosso levantar até o final do dia ao deitar, contamos com tantas bênçãos que é impossível enumerá-las. O Amor de Deus realiza milagres constantemente em nossas vidas. Em Isaías 55.13, o profeta nos diz que onde há a bênção do Senhor Deus, há também a Sua maravilhosa presença.  Com a presença de Deus em nossas vidas tudo se transforma: em lugar de espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta. O profeta trata do espinheiro (planta cheia de espinhos) e da sarça (árvore seca) espirituais, que são as dificuldades que a pessoa enfrenta no cotidiano. Dificuldades espirituais, geralmente ocorrem porque a pessoa  não valoriza ou não dá o devido valor às bênçãos de Deus;  assim, ela fica distante e desprotegida. Mas, quando ela se aproxima do Senhor Deus, e valoriza cada bênção recebida, o espinheiro se transformará  em cipreste, que é uma planta com flores lindas e muito perfumadas, da qual se extrai a essência para o perfume; a sarça dará lugar a murta, que é também uma planta cujas flores são muito cheirosas. Traduzindo espiritualmente essas comparações, podemos dizer que toda e qualquer dificuldade espiritual é resolvida com a presença e a valorização das bênçãos do Senhor Jesus no embate da vida.

A transformação de uma vida em cipreste ou murta é muito  rica em bênçãos. A pessoa passa a uma vida cheia de paz, amor, segurança. Tal é a segurança, que a pessoa tem certeza do seu lugar assegurado no porvir, nas mansões celestiais.  As bênçãos do Senhor Deus vem através da aceitação do Senhor Jesus Cristo em um coração quebrantado e um espírito contrito,  da leitura da Sua Palavra, da oração, da meditação.  A decisão é individual e personalizada, isto porque o que conta é a decisão espiritual de cada pessoa. E esta tomada de decisão só pode ocorrer mediante o querer, a sinceridade de quem está a receber a bênção da inclusão ao povo escolhido por Deus. Se não for assim, a salvação passará longe da pessoa. Somente Jesus oferece gratuitamente a salvação e a mudança de vida a uma pessoa.

A Palavra de Deus fixa em nossos corações a mensagem sobre os cuidados de Deus sobre a sua criação. A Palavra de Deus é a água da Vida, que mantém vivo e saudável todo aquele que busca aconchego no Senhor nosso Deus.  A Palavra de Deus é eterna, e transforma o coração por mais duro e difícil  que seja. Pois, o coração pode ser comparado ao monte Sião, porque o monte Sião está em seu lugar sempre. Não se abala com nada, permanece inabalável, através dos séculos  (Sl. 125.1). Assim acontece ao coração transformado pela Palavra de Deus, ele jamais se abala, mas permanece firme e fiel a Deus.  Assim precisamos ser para com Deus, inabaláveis. Firmes e confiantes até o fim. A cada ser humano é atribuída a bênção do Senhor Deus, a bênção da vida. Cabe a cada um honrar e corresponder a essa bênção maravilhosa. Porque Deus é inabalável, imutável. Ele é o princípio e fim. Apoc. 22.13.

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” Fl. 4.7.

Graça e Paz!

Noé

Noé

Noé

Gn. 6, 7

 Em um tempo muito remoto, no princípio da Bíblia há a referência a vida de um grande servo de Deus, Noé. O nome Noé significa: descanso ou conforto. Seu nome já simbolizava com antecedência o que aconteceria após o dilúvio, quando uma pomba saiu, voou por algum tempo, não encontrou onde pousar seus pés, e ao retornar buscou lugar para descansar, e encontrou descanso nas mãos de Noé. Passados mais alguns dias, a pomba foi solta novamente, aí ela encontrou terra firme, árvores, e assim não voltou à arca. Este foi o sinal de que o dilúvio acabara. O Senhor Deus decepcionado com o crescimento da maldade e da corrupção do ser humano, resolveu dar fim a tudo que havia criado inclusive o ser humano. Pois este se multiplicava rapidamente, assim como a sua maldade, corrupção, tudo de ruim.

Mas “Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos:Noé andava com Deus” Gn 6.9. Deus fala com Noé a respeito do Seu plano que daria fim a todo ser vivente. Deus passa para Noé a planta (modelo) da embarcação que deveria ser feita para se salvar das águas que viriam Gn. 6.14-17. Noé não discutiu, não contestou, apenas obedeceu. Tomou a planta em suas mãos, e colocou-a em ação. Noé e seus filhos acataram a ordem do Senhor Deus.  A arca era grande o suficiente para abrigar Noé, sua esposa, os três filhos e as três noras, e também um casal de cada ser vivente que existia sobre a terra.

“E tudo fez Noé, segundo o Senhor lhe ordenara. Tinha Noé seiscentos anos de idade quando as águas do dilúvio inundaram a terra” Gn. 7.5,6. Enquanto a arca era construída, muitas pessoas zombavam dele, o taxavam de louco ou lunático. Isto porque não acreditavam que Deus mandaria chuva para acabar com tudo, mesmo porque nunca havia chovido sobre a terra. A terra era regada durante a noite por um sereno que caía sobre as plantas e assim as alimentava.

A arca ficou pronta, o Senhor Deus começou a enviar os casais de animais, os mais variados possíveis. Noé foi recolhendo-os e acomodando-os nos seus devidos aposentos. No final, entraram Noé, sua esposa, seus três filhos e suas três noras. E o Senhor selou a porta por fora para que ninguém tentasse abri-la. Esta população estava salva pela obediência do patriarca Noé e toda a sua família. Começou chover, no início tudo bem, mas à medida que a água subia, e não havia uma saída, imagina-se o desespero das pessoas. Assim as águas predominaram sobre a terra cento e cinqüenta dias. Depois desse tempo, Noé solta uma pomba para verificar se já havia terra à vista, mas ela retornou para as mãos de Noé, onde encontrou descanso.

A segunda vez que Noé soltou a pomba, ela retornara com um galhinho de oliveira no bico. Noé entendeu que a terra já estava seca, e que eles já podiam sair da arca e soltar os animais. Noé e sua família foram salvos milagrosamente pelo Senhor Deus. A arca pousou sobre as montanhas de Ararate. Noé creu e obedeceu ao Senhor Deus, e foi revestido da proteção de Deus, e passou pelo problema sem nenhum constrangimento. Noé creu firmemente, não vacilou em nenhum momento. E nós, qual e como é a nossa arca? Qual é a planta ou modelo? Temos a mesma segurança de que Deus nos dará a vitória final?

A nossa arca é a cruz de Jesus Cristo. Jesus nos oferece o modelo, as condições em Sua Palavra, para que sejamos salvos. Ele quer apenas que sejamos obedientes e fiéis seguidores Seus. A arca de Noé foi construída tal qual o modelo, e a nossa também deve ser construída tal qual a Palavra de Deus nos orienta. O povo da época de Noé não creu que Deus acabaria com todos os seres viventes, de uma maneira tão rápida e eficiente. Não adiantou lamentação ou pedido de última hora. E o povo atual também não crê que o Senhor Jesus voltará com poder e grande glória para levar todo aquele que construiu sua arca em Sua cruz, que não duvidou, não vacilou, mas creu somente. “Então, se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória” Lc 21.22.

“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” Atos 16.31.

Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” João 14.6.

Graça e Paz!

Voz do que clama no deserto

Voz do que clama no deserto

Voz do que clama no deserto. 5

O profeta Isaías disse: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” Is. 40.3.

Desde a mais remota antiguidade o ser humano tem preferência pelas decisões erradas espiritualmente, e que levam a um retorno nada agradável. Toda decisão tem um retorno. Quando é correta, verdadeira, dentro dos parâmetros honestos, o retorno é igualmente satisfatório, gratificante. Mas as decisões, geralmente, são contrárias a tudo que é correto, honesto, e de boa fama, e levam as pessoas a admirarem tudo que conduz a um caminho sem volta. Porque tempo perdido não se encontra mais, o que passou, passou, e a oportunidade também. Pode aparecer outra oportunidade, mas aquela perdida caiu num vácuo. Fica somente a lembrança daquilo que não deveria ter sido feito ou vivido. Daí vem o arrependimento. Mas arrependimento não traz tempo de volta, nem conserta o que foi feito errado.

O Senhor nosso Deus é tão misericordioso, amoroso, que criou o ser humano à sua imagem e semelhança moral, espiritual, e deixou também o manual para que fosse seguido. Ali, está escrito tudo o que se refere ao ser humano, basta ele conhecê-lo bem (o manual). Neste manual de vida para a pessoa consta tudo sobre a vontade de seu Criador. Deus quer que o ser humano viva feliz, despreocupado, saudável espiritualmente. Por isso Ele chama a atenção para que seja conhecido o manual de vida humana.

Por ser muito precioso, riquíssimo em ensinamentos, de um valor incalculável para a educação de todo ser humano, a maioria das pessoas prefere não conhecê-lo. Encontramos o profeta Isaías que clama: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” Is. 40.3 e Mt. 3.3. Qual voz que clama no deserto? A voz de Deus que desde o princípio fala com o Seu povo. Toda pessoa que quer transmitir o conhecimento da Palavra de Deus, prega no deserto dos corações. Este deserto é muito árido, difícil. O vento das más palavras leva o som das boas palavras. O Senhor nosso Deus diz: “E será que, antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei” Is. 65.24.

É muito comum a pessoa querer as bênçãos, mas não o Senhor das bênçãos. Quer que Deus ouça a sua oração ou o seu pedido, mas não quer compromisso com Ele. Quando a situação aperta muito, como no caso da saúde, ou algo sem solução, o normal é a pessoa correr para perto de alguém que ore, e que crê firmemente no Deus verdadeiro. E a voz continua clamando no deserto dos corações. Não há lugar para o Senhor Jesus, assim como, não houve lugar na cidade de Jerusalém para o nascimento do Senhor Jesus. Foi necessário que Ele nascesse numa manjedoura juntamente com os animais, numa noite fria, muito fria e deserta.

Assim acontece hoje, não há lugar para o Senhor Jesus no coração da pessoa, ela só busca o Senhor numa noite muito fria, às escondidas, longe do convívio das demais pessoas. A Jerusalém (o coração) da pessoa está lotada pelos mais diversos interesses, menos os espirituais. Mas há um momento em que a necessidade chega, e conduz a pessoa a ver as boas palavras da salvação, i.e, aqueles que conseguem ver. O manual divino, ou seja, a Palavra de Deus continua no deserto dos corações humanos. Suas promessas são para aqueles que convidarem o Senhor Jesus a entrar em sua casa (coração), e permanecer firme com Ele, e no porvir a vida eterna juntamente com Jesus Cristo e os demais salvos.

“Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem a sua harpa” Ap. 14.2.

Graça e Paz!

… e o vosso pecado vos há de achar…

… e o vosso pecado vos há de achar…

... e o vosso pecado vos há de achar

“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar” Nm. 32.23.

Sábio é aquele que aproveita a grande oportunidade que Deus lhe oferece gratuitamente, que é a salvação eterna de sua alma imortal. O Senhor Deus enviou o Seu Filho Unigênito: Jesus Cristo, para desenvolver o ministério que Ele planejara cuidadosamente para a salvação de todo aquele que se preocupa com a sua alma imortal, e quer salvá-la para a eternidade. Jesus nasceu como foi escrito e anunciado pelos profetas do Velho Testamento. Jesus Cristo realizou todo o ministério que Deus Pai Lhe confiou. Morreu na cruz do calvário, derramou o Seu precioso sangue, ressuscitou ao terceiro dia. Ressuscitado, subiu ao céu para junto de Deus Pai. Jesus prometeu que voltará (At. 1.9). Todo aquele que crer n’Ele será salvo.

Deus realizou Seu grande plano para que todo aquele que aceitar esse plano, receba as bênçãos prometidas por Ele, e a vida eterna juntamente com Ele e os demais salvos e bem-aventurados.  Aquele que fizer o contrário, e  valorizar mais o material, físico ou orgânico, que o espiritual, e viver em pecado continuamente, deveria pensar que todo pecado não confessado, não arrependido, não perdoado, por mais oculto que esteja, um dia voltará  à tona com o seu resultado maior do que ele representava. A Palavra de Deus diz: “… e sabei que o vosso pecado vos há de achar”. Para Deus não há limite de tempo, para Ele o tempo é sempre presente, eternamente presente. Se a pessoa cometer pecado abominável, hediondo, hoje, com certeza receberá o retorno em qualquer época de sua vida. Quando tudo parecer tranquilo, esquecido, eis o resultado a porta, e nem sempre em condições de ser resolvido a contento.

A pessoa depravada, amoral, não toma conhecimento da verdade divina, nem se preocupa com a salvação de sua alma imortal. Esta pessoa está zombando de Deus, porque Ele é o Senhor e Criador de tudo e de todos. A Ele devemos toda honra, toda glória, todo poder, e é para Ele que devemos voltar os nossos olhos, nossos pensamentos, nossas vidas. A Palavra de Deus diz que de Deus não se zomba, e tudo aquilo que a pessoa fizer ou praticar isso também ceifará ou colherá (Gl. 6.7). Isto porque o Senhor Deus está em todos os lugares, não há onde se esconder ou fugir de Seus olhos (Sl. 139).

Quando menos a pessoa espera, eis que o pecado praticado está de volta,  retornando com valor dobrado ou multiplicado. Se as ações bem planejadas, bem realizadas, frutificam com o passar do tempo, e apresentam seus preciosos frutos, acontece a mesma coisa com as ações pecaminosas, isto é, elas apresentam os frutos ruins dessas ações, com retorno multiplicado. O tempo não para, e  o ser humano vive e planta as mais variadas sementes, e,  no tempo certo colhe o resultado do plantio. Para isso, Deus nos deu a bênção do discernimento entre e o bem e o mal, e nos deixou livres para escolhermos entre um e outro. Deus exige que cada ser humano responda pela decisão individual e personalizada, para o bem ou para o mal.  Se  ele, em suas ações,  quer ser salvo,  e pratica o bem,  ou se quer seguir os seus próprios desígnios, quase sempre para o mal.  Os frutos virão de acordo com o plantio realizado.

Deus ama a todos indistintamente, para Ele não há acepção de pessoas. Deus é um Pai amoroso, bondoso, cuidadoso, mas Ele é extremamente justo. N’Ele não há nenhuma sombra de dúvida, nenhuma mudança, nem um senão. Deus é Amor (I João 4.8).

“Não vos enganeis:  de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” Gl. 6.7

Graça e Paz!.