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Pedro nega a Jesus

Pedro nega a Jesus

Pedro nega a JesusJoão 18.15-32

Pedro e outro discípulo acompanharam a Jesus ao ser preso. Mas somente aquele discípulo que era conhecido do sumo sacerdote entrou com Jesus para o pátio deste. Pedro ficara do lado de fora, junto à porta. O outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou com a encarregada da porta e levou a Pedro para dentro.

Alguns servos e os guardas do sumo sacerdote estavam se aquecendo numa fogueira que fizeram, porque estava muito frio. Pedro estava no meio deles aquecendo-se também. Quando uma criada do sumo sacerdote lhe perguntou: “Não és tu também um dos discípulos deste homem? Não sou, respondeu ele” v. 17. Pedro teve medo, não conseguiu testemunhar que era discípulo do Senhor Jesus.

Jesus estava na presença de Anás, o sumo sacerdote, e foi interrogado por ele a cerca de Seus discípulos e da Sua doutrina. Jesus declarou-lhe: “Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto” v. 20. Jesus ensinava a todos que frequentavam as sinagogas e os templos, mas poucos eram os que aceitavam. Jesus ainda manda Anás perguntar aos freqüentadores tanto das sinagogas como dos templos, se havia dito algo escondido ou errado. Um dos guardas não gostou da resposta de Jesus, e lhe deu uma bofetada.

Anás, o sumo sacerdote, envia Jesus a Caifás, sumo sacerdote também. Em seguida, Jesus é enviado para o pretório (Tribunal de Justiça). “Pilatos saiu para lhes falar e lhes disse: Que acusação trazeis contra esse homem?” v. 29. Os sumos sacerdotes inventaram uma série de mentiras contra o Senhor Jesus, mas queriam livrar-se do delito porque queriam comer a Páscoa tranquilamente. Então Pilatos lhes disse que julgassem a Jesus segundo as suas leis. “Mas responderam-lhe os judeus: “A nós não nos é lícito matar ninguém” v31b.

Os sacerdotes que queriam que Pilatos condenasse Jesus saíram com uma boa desculpa: que não lhes era lícito matar um homem, mas era lícito matar alguém espiritualmente? Porque matar não é somente tirar-lhe a vida física, orgânica, matar é: tirar a razão de uma pessoa, tirar-lhe o ânimo de viver, inventar mentiras que prejudiquem a pessoa, atingir-lhe moralmente, enfim, matar tem amplo sentido. É tão grave quanto tirar a vida física ou orgânica de alguém, tirar-lhe a vida espiritual. Isso os sumos sacerdotes fizeram largamente contra o Senhor Jesus.

Pedro continuava à beira da fogueira juntamente com os servos e os guardas do sumo sacerdote, quando lhe perguntaram: “És tu, porventura, um dos discípulos dele? Ele negou e disse: Não sou. Pedro negou a Jesus pela segunda vez. Logo em seguida, um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha, perguntou: “Não te vi eu no jardim com ele? “De novo, Pedro O negou, e, no mesmo instante, cantou o galo” vs. 26b, 27.

Quando Jesus falara a respeito dos próximos acontecimentos, Pedro se propusera acompanhar o Mestre por onde quer que Ele fosse, e se necessário, morreria com Ele. Mas Jesus lhe disse que antes que o galo cantasse Pedro O negaria três vezes. Assim aconteceu. Mas Pedro se arrependeu amargamente, chorou muito e pediu perdão a Jesus. Jesus o perdoou, depois ele foi o grande apóstolo Pedro.

Graça e Paz!

Jesus no Getsêmani

Jesus no Getsêmani

Jesus no GetsêmaniJoão 18.1-11.

Jesus sabia que estava próxima a sua prisão e julgamento humano, pelas pessoas que jamais entenderam a sua mensagem. Pessoas que só tinham visão para o mundo incrédulo. Depois que Jesus orientou os seus discípulos sobre o que iria acontecer a Ele, retirou-se. Jesus e seus discípulos foram para o outro lado do ribeiro Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles.

Judas, o traidor, conhecia bem aquele lugar, pois estivera antes ali na companhia de Jesus. “Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegaram a este lugar com lanternas, tochas e armas”. Judas e os demais guardas trataram a Jesus como se fosse um criminoso. Com todos esses aparatos dava a impressão que procuravam alguém muito perigoso. Realmente, Jesus era muito perigoso para Judas e para os guardas. Se Jesus entrasse em suas vidas, eles seriam totalmente transformados, deixariam o vício, o roubo, a covardia, a inveja, a maldade, o desejo do mal para o próximo. Eles seriam nascidos de novo, nascidos espiritualmente.

Atualmente, Jesus ainda representa um grande perigo para os ateus, covardes, egoístas, invejosos, maldosos, assassinos espirituais que matam a alegria de uma pessoa, matam o bom senso, distribuem pessimismo, baixa autoconfiança, baixa auto-estima, desvalorizam tudo o que outro faz ou alcança com seus próprios esforços. Essas pessoas são assassinas da personalidade alheia; muitos tem o dom de derrubar o outro em tudo que o outro faz.

Jesus representa um grande perigo, que é o de transformar esses sentimentos maldosos que existem demais no mundo incrédulo, em sentimento de vitória, de bênçãos sem medida, amor ao próximo como Jesus nos amou primeiro, vida consagrada a Deus, com toda paz que Ele tem para dar. Além do mais importante perigo, o da salvação das almas imortais e uma bela morada nas mansões celestiais juntamente com Jesus e os seus seguidores. Jesus é um grande perigo. Ele pode transformar tudo e todos, num piscar de olhos. A transformação que Jesus oferece é eterna, e sempre para o bem.

O poder de Jesus é tão grande e maravilhoso, que quando os guardas disseram que foram prendê-lo, só de Jesus responder a eles, todos os guardas recuaram e caíram por terra. v. 6b. Prenderam a Jesus, e Pedro quis defendê-lo, puxou da espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote, e o nome do servo era Malco. v. 10b. Jesus repreendeu Pedro porque ele não entendia que seria necessário que Jesus passasse por aquele sofrimento e morte de cruz. Depois ressuscitaria como estava profetizado no Velho Testamento. O Pai já havia dado todas as coordenadas pelas quais Jesus passaria e venceria a morte. Jesus estava cumprindo o que o Pai determinara.  Jesus foi conduzido até Anás, pela escolta, o comandante e os guardas dos judeus. Se a pessoa ainda não aceitou a Jesus, corra o perigo de aceitá-lo, com todas as bênçãos inerentes. É um doce perigo.

Graça e Paz!